Ex-Vasco, Inter de Milão, Barça e seleção de base, volante agora vende remédios

A passagem pelo Barcelona ainda está clara na cabeça de Alberoni. Em 2004, quando calçava as chuteiras e ia para o campo de treinamento no Camp Nou, ainda alimentava o sonho de alçar voos mais altos na carreira de jogador de futebol. Afinal, via ali, a seu lado nos treinamentos pelo time B, um baixinho argentino que ganhava, pouco a pouco, uma chance entre os profissionais. No entanto, os treinos com Lionel Messi viraram apenas história para contar. Desiludido com os calotes que diz ter levado de empresários, decidiu procurar outro rumo. Sem descartar uma volta ao futebol, o volante, de 28 anos, que chegou a jogar como terceiro homem do meio de campo, divide o tempo entre os estudos na faculdade de administração e o trabalho como representante de laboratório farmacêutico.

A ida para a Espanha e os treinamentos com Messi duraram apenas um mês. Hoje, Alberoni demonstra certo arrependimento de ter se precipitado e saído do clube catalão. Ele contou que, na época, havia sido levado para Barcelona através de um representante da Nike, após ter brilhado pela seleção brasileira sub-17 no Sul-Americano e no Mundial de 2001. No entanto, seu empresário não teria aparecido para assinar contrato, e uma proposta de US$ 200 mil do Independiente pela compra de seu passe falou mais alto. E decidiu ir para a Argentina.

 - Eu cheguei no dia da apresentação do Eto’o, lembro como se fosse hoje. Aquela agitação, a primeira entrevista dele e a gente indo treinar. Eu estava bem na pré-temporada, participei dela toda, estava jogando… Ia ser uma virada na minha vida. Mas carreira de futebol é curta. Onde tem oportunidade você vai. E ali eu tinha o contrato todo direitinho, podia ganhar 200 mil dólares. Não tinha nem o que pensar – lembrou.

O problema é que, ao chegar ao clube argentino, todas as promessas se tornaram apenas fantasia. A empresa que intermediara o negócio entre o Independiente e o pai de Alberoni era, segundo ele,  fantasma. O dinheiro da contratação jamais teria caído em sua conta. O salário, só teria recebido uma pequena parte. Ao demonstrar desejo de voltar para casa, diz que chegou a encontrar a fechadura de seu apartamento trocada. Alberoni contou ainda que teve de fugir e se abrigar em um hotel. E só depois de muita insistência teria conseguido liberação para retornar ao Brasil, após a intervenção do presidente do clube. Esse teria sido apenas um dos muitos calotes que afirma ter levado na carreira.

Ex- jogador Alberoni (Foto: André Durão)Desapegado, Alberoni guarda poucas camisas dos clubes por onde passou (Foto: André Durão)

Promessa no Vasco, no Inter de Milão e na seleção brasileira

As pessoas acham que eu estou rico, mas o máximo que eu ganhei de salário foi R$ 8 mil no Vasco. Ganhei experiência, cultura, mas dinheiro, não”
Alberoni

A chance de se tornar um jogador de destaque no cenário mundial apareceu logo cedo na vida de Alberoni. Aos 17 anos, era titular da seleção brasileira da categoria e uma das maiores promessas ao lado de Diego, do Santos. Com a camisa do Vasco, sua geração acumulava títulos nos torneios de base. Naquele time, Morais, Wescley, Coutinho e Anderson enchiam os dirigentes do clube de expectativa para faturar alto. Assim, não demorou para ser vendido, logo aos 18 anos, para o Inter de Milão.

A vida na Itália teve períodos de altos e baixos. Por um lado, se destacava no time B, ao lado do nigeriano Oba Oba Martins e do macedônio Goran Pandev. Por outro, o frio e a solidão eram inimigos. Sem um empresário para cuidar da carreira e com a família no Brasil, o jovem atleta tinha medo do futuro – principalmente de ser emprestado para times italianos de menor expressão. Reuniu-se com o presidente do Inter de Milão e acertou sua ida para o Bahia, com a ajuda de um empresário. Foi o primeiro arrependimento.

- Eu não me arrependo de ter ido para a Itália tão cedo. Eu me arrependo de ter voltado. Eu era uma promessa no Inter, artilheiro da equipe, camisa 10 no time B. Se eu não tivesse voltado tão cedo, não sei, subiria para o profissional, mas provavelmente iria para um time mediano da Itália emprestado, com um bom salário, ia ser valorizado. Eu me precipitei em voltar ao Brasil. Eu achei que todo mundo era safado, mas nem todo mundo é – disse.

Ex- jogador Alberoni (Foto: André Durão)Quadro na casa de Alberoni guarda lembranças da carreira como jogador de futebol (Foto: André Durão)

Vida de cigano: cinco países e 14 clubes em dez anos

No time baiano, nem chegou a jogar. Por uma divergência com seu empresário, o presidente do Bahia impediu os atletas agenciados por ele de atuarem na equipe. Foi uma passagem de apenas algumas semanas, até ter a chance de treinar no Barcelona. No time catalão, treinou por um mês e foi contratado pelo Independiente, da Argentina. Sem receber, conseguiu voltar ao Brasil e acertou com uma empresa que agenciava atletas. Nessa época, seus ex-companheiros de Vasco, como Morais e Anderson, já estavam entre os profissionais do clube.

Enfim, começou a ter chances de jogar, mas os períodos em que ficava nos clubes era curto. Disputou o campeonato estadual pelo Paraná em 2005 e, ainda durante a competição, foi contratado pelo Avaí. Apesar das boas atuações no Campeonato Catarinense, começou a perder espaço na campanha da Série B, até ser negociado com o União de Leiria, de Portugal. No time português, diz ter voltado a conviver com os calotes.

- Eu nem cheguei a jogar em Portugal. Quando recebi o primeiro salário, vi que só 40% tinha sido depositado. Os outros 60%, que eram do contrato de imagem, não caíram. E, lá, o presidente tinha um poder muito grande, era o que ele falava e acabou. E ele falou que não ia me negociar, mesmo que eu não quisesse jogar. Foi quando, em 2006, pintou o interesse do Vasco para atuar entre os profissionais. Eu tive que chorar na frente do cara, até que ele deixasse eu voltar para o Brasil – lembrou.

Ex- jogador Alberoni (Foto: André Durão)Sem “pendurar as chuteiras”, Alberoni faz visita a médicos para vender remédios (Foto: André Durão)

Dali, Alberoni continuou sua vida de peregrinação, sem muito sucesso nos clubes em que passou. No Vasco, era reserva do grupo que terminou vice-campeão da Copa do Brasil de 2006. Sem espaço, foi negociado com o Las Palmas e, meses depois, chegou ao Alavés, ambos da segunda divisão da Espanha. Em 2007, foi contratado pelo Botafogo, sem ter muitas oportunidades. Nos anos seguintes, passou por Novo Hamburgo, Duque de Caxias, Slavia, da Bulgária, até o ASA de Arapiraca, seu último clube, em 2011.

- Na Bulgária, eu treinava com temperaturas de vinte graus negativos. Não conseguia entender nada, ler nada. Foram 10 meses. Lá eu aprendi a dar valor às coisas. O futebol pode ser uma escolha que não dá certo. As pessoas acham que eu estou rico, mas o máximo que eu ganhei de salário foi R$ 8 mil, no Vasco. Ganhei experiência, cultura, mas dinheiro não.

Volta aos gramados

Há mais de um ano longe do futebol, sobram histórias para contar. Além de treinar com Messi, no Barcelona, jogou com Crespo, Batistuta e Materazzi no Inter de Milão. No Independiente, jogou ao lado de Aguero , com quem fez amizade. “O pai dele era muito coruja, não perdia um treino, um jogo. Eu ficava espantado com a semelhança dele com o Romário.”

Ex- jogador Alberoni (Foto: André Durão)Com estoque de remédios, ele trabalha como representante de laboratório farmacêutico (Foto: André Durão)

A última tentativa de voltar ao futebol foi no fim de 2012. Após receber um contato do River-PI, o jogador acertou as bases salariais e assinaria com o clube piauiense, que chegou a anunciar sua contratação. No entanto, ao disputar um jogo beneficente em dezembro, voltou a sentir dores no joelho direito, fruto de uma antiga lesão nos ligamentos, e teve mais um motivo para se manter distante dos gramados. Assim, preferiu dar continuidade a seu novo trabalho, onde projeta uma carreira.

- Não encerrei a carreira não, mas minha prioridade hoje é o estudo, meu novo trabalho. Eu procurei algo que fosse dinâmico, que nem é o futebol. Eu não ia conseguir ficar dentro de um escritório. Fiz um curso específico para a profissão e comecei a mandar currículo para as empresas. Pode-se dizer que o futebol me abriu portas: meu gerente é vascaíno doente, lembrou do meu nome e me deu essa oportunidade. A indústria farmacêutica é um mercado muito restrito – disse.

Fonte: Thiago Quintella - Niterói, RJ

Naútico 1 x 1 Vasco – Gols

Atacante do Leão diz que respeita o Figueirense, mas aposta no fator Ilha do Retiro

A derrota para o Vasco na última quarta-feira deixou o Sport a um ponto da zona de rebaixamento e intensificou a crise no clube, que não vence uma partida há seis rodadas. Para sair da incômoda situação, o atacante Gilberto deposita todas as suas fixas no duelo contra o Figueirense, no próximo sábado, às 18h30m, na Ilha do Retiro. O adversário é o lanterna do Brasileirão e ostenta uma impressionante marca de 14 jogos sem vitórias.

Embora acredite que a próxima rodada possa marcar o começo da recuperação do Sport, Gilberto ressaltou as dificuldades encontradas quando se enfrenta uma equipe que opta por uma postura mais defensiva.

Consciente de que a má fase da equipe gera insatisfação entre os torcedores, Gilberto afirmou que o comportamento dos rubro-negros está dentro do esperado.

Veja os gols de Sport 0 x 2 Vasco

Sport não escapa de mais uma derrota

Antes considerado um dos principais ídolos do Sport, Juninho Pernambucano não goza mais de tanto prestígio, principalmente depois da noite desta quarta-feira. Com um gol marcado pelo meia, que mandou beijos para os torcedores rubronegros, o Vasco da Gama venceu o Leão, por 2 a 0, na Ilha do Retiro, pela 15ª rodada e assumiu a liderança do Campeonato Brasileiro. Carlos Tenório completou o placar no final do jogo.

Sem vencer há cinco partidas, o Sport estacionou nos 14 pontos e segue lutando contra o rebaixamento. Vindo de dois empates seguidos, o Gigante da Colina aumentou sua sequência invicta para oito jogos e chegou aos 34 pontos, assumindo a liderança provisória, já que o Atlético-MG, que tem dois a menos, entra em campo apenas na quinta-feira.

O Sport volta a campo no próximo sábado, novamente na Ilha do Retiro, quando recebe o Figueirense, às 18h30, pela 16ª rodada. Já o Vasco da Gama enfrenta o Atlético-MG, no domingo, às 16 horas, na Arena Independência.

Sport busca reabilitação contra o Vasco

O Sport volta a jogar na Ilha do Retiro na noite desta quarta-feira e tem a chance de voltar a vencer pela Série A do Campeonato Brasileiro. O jogo de hoje, contra o Vasco, é válido pela 15ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro e pode marcar o reencontro do Sport com as vitórias, que não acontecem há cinco jogos.

Por conta dos últimos resultados, o Sport é o 15° colocado na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro e luta para se afastar ainda mais da zona de rebaixamento. O confronto desta noite não será nada fácil. O Vasco, adversário rubro-negro é o vice-líder do torneio com 31 pontos conquistados e nenhuma derrota jogando fora dos seus domínios.

Para o jogo desta noite, o técnico Vágner Mancini terá dois reforços importantes. São eles o volante Rivaldo e o atacante Henrique. O primeiro volta de suspensão e o segundo fica à disposição depois de não poder enfrentar o São Paulo por questões contratuais. Outra novidade na Ilha do Retiro será o meia Hugo, que estreou no último domingo, mas ainda não teve contato com a nação rubro-negra.

Após 13 anos, Juninho que foi revelado pelo clube pernambucano volta a atuar no estádio onde iniciou a carreira na partida desta quarta-feira

No campo, Sport e Vasco vão duelar em busca dos três pontos. Mas pelo menos num aspecto, as duas torcidas que estarão na Ilha do Retiro, nesta quarta-feira, terão um interesse em comum. A partida que começa às 19h30m (de Brasília), pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro, vai marcar a volta de Juninho Pernambucano ao estádio no qual iniciou a carreira. Após 12 anos ele volta a enfrentar o clube que o revelou vestindo a camisa do clube do qual é um dos maiores ídolos.

Juninho enfrentou o Sport pela última vez em 2000, mas não joga na Ilha do Retiro desde 1999, quando a equipe cruz-maltina empatou em 0 a 0, pelo Brasileirão. Nesta quarta-feira, o capitão do Vasco terá a missão de liderar um grupo que está em busca da liderança da competição. Atualmente a distância para o Atlético-MG, atual primeiro colocado, é de apenas um ponto. Entretanto, o Galo tem uma partida a menos.

Embora o Sport tenha o caldeirão da Ilha do Retiro como um trunfo, o time comandado por Vagner Mancini está há duas rodadas sem vencer em casa. A equipe amarga um jejum de cinco jogos (três derrotas e dois empates), o que reflete na 15ª posição na tabela, com 14 pontos e apenas dois da zona de rebaixamento.

Já o Vasco tem a seu favor a confiança de ainda não ter perdido em seis partidas fora do Rio de Janeiro neste Brasileirão (três vitórias e três empates). O time do técnico Cristóvão Borges está invicto há oito rodadas e não sofre gols há seis. Entretanto, são duas partidas sem balançar as redes adversárias (empates em 0 a 0 com Internacional e Corinthians).

Árbitro paulista comandará partida contra o Vasco

A Confederação Brasileira de Futebol divulgou os árbitros que estarão na Ilha do Retiro na próxima quarta-feira, comandando o jogo do Sport contra o Vasco, pela 15ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. A partida terá o comando do árbitro paulista Guilherme Ceretta de Lima, que será auxiliado Márcio Luiz Augusto e Daniel Paulo Ziolli, nas linhas de fundo. Os alagoanos Flávio Feijó Omena e Josévaldo Bissaria de Melo ficam nas linhas de fundo.

Rubro-negro Tobi tirou a responsabilidade de Vágner Mancini pelo mau momento do Leão na Série A

Após cinco rodadas sem vitórias e, consequentemente, com a aproximação da zona de rebaixamento o sinal de alerta foi ligado na Ilha do Retiro. Nos bastidores do Sport, há quem diga que o emprego do técnico Vágner Mancini depende de um bom resultado contra o Vasco, na próxima quarta-feira, às 19h30m, na Ilha do Retiro.

Contudo, para o volante Tobi, a má fase vivida pelo Leão é de responsabilidade exclusiva dos jogadores. De acordo com o defensor, os atletas precisam ter mais atitude em campo.

Embora tenha saído em defesa do trabalho da comissão técnica, Tobi reconheceu que um tropeço contra o clube carioca traria mais tensão ao ambiente rubro-negro.

Preocupado com a posição do Sport na tabela de classificação, o volante alertou os companheiros. Para o jogador, o clube precisa reagir antes que o pior aconteça.

Vitória é o que importa para o elenco

Cinco jogos sem vitórias, aproximação da zona de rebaixamento e pressão da torcida. Para os jogadores do Sport, este cenário negativo terá que ser interrompido na próxima quarta-feira, às 19h30, quando o Leão enfrentará o Vasco, na Ilha do Retiro. Destaque da equipe durante a derrota para o São Paulo no último domingo, o goleiro Magrão afirmou que não existe mais tempo para desculpas.

Já para o atacante Felipe Azevedo, o Sport não pode repetir contra o Vasco, a atuação que teve contra o Atlético-GO, quando saiu de campo vaiado após empatar em 0 a 0. Após afirmar que os jogadores sabem da responsabilidade que terão pela frente, o atleta pediu o apoio da torcida e garantiu que o time não irá decepcionar os rubro-negros.

Os retornos e desfalques do Sport para o jogo contra o Vasco

As constantes mudanças na equipe rubro-negra parecem longe de chegar ao fim. Dessa vez, por motivos de força maior. O zagueiro Edcarlos e o meia-atacante Willians tomaram o terceiro cartão amarelo e estão de fora do jogo com o Vasco, na quarta. Por outro lado, o técnico Vágner Mancini conta com o retorno de importantes peças e terá a possibilidade de dar mais qualidade técnica ao time rubro-negro.

Isso porque o volante Rivaldo, que deu maior estabilidade ao meio-campo, está à disposição do treinador depois de cumprir suspensão automática. Com isso, ele deve retornar ao time na vaga de Rithelly. Outro que também pode jogar na Ilha do Retiro contra a equipe de Juninho Pernambucano é Henrique. Por força contratual, o jogador, que pertence ao São Paulo, não pôde enfrentar o Tricolor Paulist no último domingo.

A saída de Edcarlos, que estava reserva, abre um problema ainda maior para o Sport. Considerado o pior setor da equipe, a defesa ainda pode não contar com Bruno Aguiar que fraturou o nariz e também não jogou contra o São Paulo.

Bruno Aguiar vetado no jogo contra o São Paulo

Como era esperado, o zagueiro Bruno Aguiar, que fraturou o nariz na partida contra o Atlético-GO, está fora do duelo contra o São Paulo no próximo domingo. De acordo com o Médico do Sport, Stemberg Vasconcelos, o atleta ainda sente muitas dores no local e seria arriscado forçar sua escalação. Stemberg Vasconcelos também revelou que o Sport tentou adquirir uma máscara protetora para que Bruno Aguiar pudesse atuar mais tranquilo.

Apesar de não definir quando Bruno Aguiar ficará à disposição do técnico Vágner Mancini, o médico do clube acredita que o zagueiro poderá jogar contra o Vasco, na próxima quarta-feira, às 19h30m, na Ilha do Retiro.

O Sport enfrentará o São Paulo no Morumbi, às 16h, deste domingo.

Diretoria do Sport luta por contratações, mas recebe vários “não”

Ataque e meio-campo. Desde o início do Campeonato Brasileiro a diretoria do Sport luta para contratar alguns atletas para estas posições. Tentando reforçar a equipe, os dirigentes abriram negociação com nada menos que 11 atletas. Contudo, o Rubro-negro vive uma rotina de insucesso no mercado da bola. Mas as frustrações não tiram a confiança do presidente do clube, Gustavo Dubeux.

Tentando encontrar um substituto para Marcelinho Paraíba, que saiu do clube no final do Pernambucano, a diretoria tentou nada menos que oito atletas. Na lista, nomes de peso como o colombiano Macnelly Torres e Juninho Pernambucano. Mas o primeiro foi descartado após o Leão tomar conhecimento dos valores da negociação, algo em torno dos US$ 3 milhões. Já o atleta do Vasco recusou a proposta rubro-negra e preferiu segui no clube carioca.

Além deles, Elias, do Atlético-GO, Hugo, Renato Cajá, Vitor Júnior, Felipe Menezes e o argentino Manso foram procurados. Mas todas as negociações acabaram fracassando.

Para o diretor de futebol do clube, Aluísio Maluf, as dificuldades encontradas pelo Rubro-negro é algo normal quando não se possui um orçamento privilegiado.

Se para o meio-campo a situação não está nada fácil, o mesmo vale para o ataque. Mesmo tendo contratado Henrique, a diretoria não mede esforços para acertar com um atleta que possa levar o Leão para o caminho das redes adversárias. Mas as tentativas para contratar Neto Berola, do Atlético-MG e Oswaldo, do São Paulo, esbarram na falta de vontade dos clubes em liberar os jogadores. Já o argentino Ariel, que ganhou destaque com a camisa do Coritiba, ficou longe da Ilha do Retiro pelo alto custo da negociação com a LDU, do Equador, atual clube do jogador.

Os insucessos fizeram com que o clube adotasse a tática do sigilo nas futuras negociações. Tática que, para Aluísio Maluf, serve para afastar concorrências.

Grupo de empresários da Inglaterra querem comprar os 25% do volante Rômulo que pertence ao Gavião

O volante Rômulo, revelado pelo Porto, e hoje titular absoluto do Vasco vem recebendo sondagem de clubes da Europa. Nesta quarta, o Porto recebeu uma proposta para vender os 25% do jogador que pertencem ao Gavião.

Segundo informações do repórter Berg Santos da Liberdade AM, um grupo de empresários da Inglaterra ofereceu R$ 2 Milhões e meio para comprar os direitos federativos do volante.

Mas segundo o presidente do clube, José Porfiro não aceitou e disse que os 25% do jovem só serão negociados por R$ 5% Milhões. Vamos esperar pra ver o que acontece.

Náutico perde para o Vasco

O Timbu não consegue vencer o Vasco e acumula mais uma derrota neste Brasileirão e ocupa a penúltima posição com apenas um ponto ganho. A equipe alvirrubra não esteve bem em campo e perdeu pelo placar de 4×2. O Vasco com gols de Juninho, Alecsandro e Felipe já o Náutico diminuiu com Martinez e Araújo.

Náutico pronto para o jogo de logo mais

O jogo será logo mais as 20.30h, e o Náutico já está no Rio, confira os times:

VASCO: Fernando Prass, Fagner, Renato Silva, Rodolfo e Felipe (Dieyson); Nilton, Fellipe Bastos, Juninho e Diego Souza; Eder Luis e Alecsandro – Técnico: Cristovão Borges

NÁUTICO: Gideão; Alessandro, Marlon, Ronaldo Alves e Lúcio; Derley, Elicarlos, Gleydson e Cleverson; Ramon e Araújo (Kim) – Técnico: Gallo

Estádio: São Januário, Rio de Janeiro (RJ).
Árbitro: WILSON LUIZ SENEME.
Auxiliares: ROBERTO BRAATZ e EMERSON AUGUSTO DE CARVALHO.
Quarto Árbitro: GRAZIANNI MACIEL ROCHA