Canhotinho-PE: Mulheres são presas por torturar e estuprar menina

Agricultoras criavam a garota de 4 anos como se fosse filha; elas foram encaminhas ao presídio

Uma menina de quatro anos de idade foi torturada e estuprada por um casal de agricultoras que a criavam como filha na cidade de Canhotinho, no Agreste de Pernambuco. As duas mulheres foram presas nessa quinta-feira (28) e passaram por audiência de custódia nesta sexta-feira (29). A prisão de ambas foi confirmada e elas foram encaminhadas à Colônia Penal Feminina de Buíque, também no Agreste.

Mulheres foram encaminhadas ao presídio feminino de Buíque Foto: Reprodução/Google Street View

Mulheres foram encaminhadas ao presídio feminino de Buíque
Foto: Reprodução/Google Street View

A menina contou as agressões à professora, que procurou o Conselho Tutelar de Canhotinho. O órgão então repassou a ocorrência às polícias Civil e Militar, que conduziram as prisões das suspeitas. Exames médicos confirmaram a tortura e o estupro. 

Segundo a Delegacia de Canhotinho, a menina apresentava hematomas e queimaduras em várias partes do corpo. O inquérito policial segue sob sigilo e a criança está aos cuidados do Conselho Tutelar. 

Por Folhape

Recife-PE: Polícia prende babá flagrada por câmeras agredindo criança em Piedade

Foi presa na madrugada desta sexta-feira Luana Patrícia de Azevedo, 30 anos, a mulher que trabalhava como babá e foi flagrada pelas câmeras de segurança da residência agredindo uma criança de um ano e cinco meses. O caso aconteceu em Piedade, em Jaboatão dos Guararapes, e deixou muita gente revoltada.

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A prisão foi feita porque o delegado Carlos Barbosa, da Gerência da Polícia da Criança e do Adolescente (GPCA) de Prazeres conseguiu um mandado de prisão preventiva contra ela. Luana será encaminhada para a Colônia Penal Feminina do Recife. Ela foi presa no município de Quipapá, distante 180 quilômetros do Recife, onde morava. A prisão foi decretada pela 2ª Vara Criminal de Jaboatão dos Guararapes.

Os maus-tratos contra a menina aconteciam com beliscões, puxões de orelha e de cabelo. As agressões foram descobertas no mês de julho depois que os pais resolveram analisar as imagens da câmera instalada no quarto da criança. O caso foi registrado durante as férias do delegado Carlos Barbosa e foi registrado como um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), no entanto, o delegado apresentou argumentos à Justiça e conseguiu obter a prisão da acusada por crime de tortura.