Caruaru-PE: Com estoque crítico de sangue, Hemope convoca doadores

Fotos: Wagner Alex

Fotos: Wagner Alex

Preocupada com os baixos estoques de sangue, a Fundação Hemope está convocando doadores e a população em geral para superar essa fase doando sangue o mais breve possível. De acordo com o órgão, o número de doações vem decaindo de forma expressiva e, atualmente o estoque está crítico, principalmente nos tipos sanguíneos A-, B-, O- e AB- . Os demais estão em estado de alerta. De acordo com Maria Menezes, Assistente Social e Captadora de Doadores do Hemocentro do Hemope Caruaru, a situação é crítica e pode comprometer as demandas das festas do fim do ano.

“Mais do que nunca, precisamos da ajuda e da solidariedade do nosso doador para repor o estoque de sangue. Temos a intenção de aumentar nosso estoque de sangue que se encontra em nível preocupante, já que há um aumento das cirurgias eletivas e também um aumento nas emergências por causa principalmente dos acidentes que acontecem neste período do ano e também com a aproximação de uma das festas que mais se usam o sangue que é o carnaval e aproveita para convocar os doadores.” - Afirmou Maria Menezes 

Maria Menezes - Assistente Social e Captadora de Doadores do Hemocentro Caruaru

Maria Menezes – Assistente Social e Captadora de Doadores do Hemocentro Caruaru

Como doar

Para doar sangue, a pessoa deve ter entre 16 anos e 69 anos e 11 meses (59 anos e 11 meses para a primeira doação). Os menores de 18 anos precisam da presença do responsável legal (pai ou mãe), bem como levar xerox da identidade.

É necessário ter mais de 50 kg, estar alimentado e em boas condições de saúde, além de apresentar um documento original, com foto. São exemplos: identidade, carteira de habilitação ou carteira de trabalho. Crachás não são aceitos. Também é necessário respeitar os intervalos entre as doações de sangue, que são de três meses, para homens, e quatro meses, para mulheres. 

Hemoterapia – Hemocentro Recife

  • Coleta de sangue de doadores: (atendimento ao doador) – De segunda a sábado, no horário das 07h15min às 18h30min, inclusive nos feriados. O Hemocentro Recife fica na Rua Joaquim Nabuco, 171.

Hemoterapia – Hemocentro Caruaru

  • Coleta de sangue de doadores: (atendimento ao doador) – De segunda a sexta, no horário das 07h30min às 12h e das 13h30min às 17h.  Endereço: Av. Oswaldo Cruz, 163 – Maurício de Nassau.

Hemoterapia – Hemocentro Garanhuns

  • coleta de sangue de doadores: (atendimento ao doador) – De segunda a quinta, no horário das 13h30min às 17h. Endereço: Av. Gonçalves Maia – Heliópolis.

Nossa reportagem também conversou com o Dr. Vitor Mota, Cardiologista, onde falou sobre os benefícios que tem os doadores com relação a prevenção de doenças, fazendo com que, tomem conhecimento antecipado de algo que por ventura venha a desenvolver.

Dr. Vitor Mota - Cardiologista

Dr. Vitor Mota – Cardiologista

TV Replay, o que é bom se repete!

Com estoque crítico de sangue, Hemope convoca doadores

O pedido mais urgente é para os tipos sanguíneos A-, B-, O- e AB- . Os demais estão em estado de alerta

Preocupada com os baixos estoques de sangue, a Fundação Hemope está convocando doadores e a população em geral para superar essa fase doando sangue o mais breve possível. De acordo com o órgão, o número de doações vem decaindo de forma expressiva e, atualmente o estoque está crítico, principalmente nos tipos sanguíneos A-, B-, O- e AB- . Os demais estão em estado de alerta.

Foto: Ricardo Fernandes/DP

Foto: Ricardo Fernandes/DP

O Hemope precisa de pelo menos 300 doações diárias  para poder corresponder, ainda com algumas precauções, às necessidades da demanda hospitalar. De acordo com a diretora de Hemoterapia, Anna Fausta, infelizmente, a campanha, da Semana do Doador, que combinou com os 40 anos da instituição, que foi do dia 20 a 25 de novembro para manter o estoque,  não surtiu o efeito esperado. “Nada fazemos sozinhos, sem que todos estejam unidos e prontos para oferecer o seu sangue e a sua solidariedade em prol de todos aqueles que estão precisando”, lembrou Anna Fausta.

Como doar

Para doar sangue, a pessoa deve ter entre 16 anos e 69 anos e 11 meses (59 anos e 11 meses para a primeira doação). Os menores de 18 anos precisam da presença do responsável legal (pai ou mãe), bem como levar xerox da identidade.

É necessário ter mais de 50 kg, estar alimentado e em boas condições de saúde, além de apresentar um documento original, com foto. São exemplos: identidade, carteira de habilitação ou carteira de trabalho. Crachás não são aceitos. Também é necessário respeitar os intervalos entre as doações de sangue, que são de três meses, para homens, e quatro meses, para mulheres. 

Hemoterapia – Hemocentro Recife

  • Coleta de sangue de doadores: (atendimento ao doador) – De segunda a sábado, no horário das 07h15min às 18h30min, inclusive nos feriados. O Hemocentro Recife fica na Rua Joaquim Nabuco, 171.

Hemoterapia – Hemocentro Caruaru

  • Coleta de sangue de doadores: (atendimento ao doador) – De segunda a sexta, no horário das 07h30min às 12h e das 13h30min às 17h.  Endereço: Av. Oswaldo Cruz, 163 – Maurício de Nassau.

Hemoterapia – Hemocentro Garanhuns

  • coleta de sangue de doadores: (atendimento ao doador) – De segunda a quinta, no horário das 13h30min às 17h. Endereço: Av. Gonçalves Maia – Heliópolis.

Por Diário de Pernambuco

STF julgará nesta quinta (19) restrições para população LGBT doar sangue

O STF (Supremo Tribunal Federal) marcou para esta quinta-feira (19) o julgamento de ação que questiona uma portaria do Ministério da Saúde que impede homens gays de doarem sangue por até 12 meses após terem relações sexuais. A ação direta de inconstitucionalidade foi proposta pelo PSB (Partido Socialista Brasileiro), que vê a norma como discriminatória.

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Hoje, as regras gerais de doação de sangue são definidas pelas portarias 158/2016, do Ministério da Saúde, e pela resolução 34/2014, da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). O texto do ministério considera “inapto” a doar sangue por um período de 12 meses “homens que tiveram relações sexuais com outros homens e/ou parceiras sexuais destes”. Trecho semelhante consta de uma norma da Anvisa.

O governo atribui a restrição “temporária” a dados epidemiológicos que apontam aumento no risco de infecção entre esses grupos –caso do HIV, por exemplo. A medida, porém, já vinha sendo alvo de questionamentos na Justiça nos últimos anos. Agora, o caso pode ser definido no STF, que colocou o tema em pauta para esta quinta.

Para o advogado Paulo Iotti, porém, que representa na ação o Grupo de Advogados pela Diversidade Sexual e a ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transexuais), a atual norma é discriminatória e inconstitucional. “Eles nos tratam como grupo de risco. Eles dizem que não, mas é uma negativa de má-fé. Nos anos 1990, criou-se essa noção de grupo de risco para prática de risco, não interessa o grupo que faz parte, mas sim a prática sexual concreta. Mas ao dizer que o homem que faz sexo com outro homem está necessariamente em uma situação de risco, ele está colocando [todo o grupo] como grupo de risco. E isso é discriminatório”, afirma.

Iotti questiona também outro critério da pasta, que diz que não pode doar sangue por 12 meses quem teve parceiros ocasionais e aleatórios. “Com isso, só pode doar sangue quem teve relacionamento monogâmico.”

Para Toni Reis, diretor-presidente da Aliança Nacional LGBTI, o argumento de que a restrição ocorre para evitar risco aumentado para algumas doenças não é válido. “A Aids atinge a todos, independentemente da orientação sexual. Ninguém deve ser estigmatizado pela sua orientação sexual”, afirma.

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Ele diz concordar, porém, que haja critérios de seleção de doadores, mas com base em comportamentos de risco –não um impedimento geral para todo um grupo. “Só ser gay ou não, não pode ser motivo de discriminação para doação. Se a mãe ficar doente, não pode ter mais um relacionamento homossexual para poder doar sangue?”, questiona.

OUTRO LADO

Em nota, o Ministério da Saúde nega discriminação e diz que os critérios para seleção de doadores de sangue “estão baseados na proteção dos receptores, visando evitar o risco aumentado para a transmissão de doenças” através da transfusão.

“De acordo com a portaria, homens que fazem sexo com homens são considerados inaptos para a doação de sangue por 12 meses e não de forma definitiva”, informa a pasta. A restrição, diz, atende a recomendações da Organização Mundial da Saúde) “e está fundamentada em dados epidemiológicos presentes na literatura médica e científica nacional e internacional, não tendo relação com preconceito do poder público ou que leve em consideração a orientação sexual do candidato”.

Entre esses dados, o ministério cita indicadores que apontam que homens que fazem sexo com homens apresentam maior prevalência de infecção por HIV quando comparadas com a população em geral –10,5%, enquanto a taxa geral é de 0,4%.

Para a pasta, o prazo de 12 meses segue o princípio da precaução. “É de acordo com o princípio da precaução que se estabelece o período de 12 meses de inaptidão para situações específicas, ainda que a janela imunológica esteja atualmente reduzida, tais como a realização de tatuagens e procedimentos cirúrgicos variados”.

Já a Anvisa, por meio de nota técnica, afirma que “as normativas brasileiras consideram vários critérios de inaptidão de doadores de sangue associados a diferentes práticas e situações de risco acrescido e não se restringe apenas aos homens que fizeram sexo com outros homens”. Entre os outros casos em que a doação é impedida por 12 meses está ter feito sexo em troca de dinheiro ou drogas, ter sido vítima de violência sexual, ter feito piercing ou tatuagem sem condições de avaliação quanto à segurança do procedimento, histórico recente de infecções, etc.

A agência diz ainda que medidas semelhantes são adotadas em outros países, como os Estados Unidos – que passou em 2015 de uma inaptidão definitiva para que gays doassem sangue para restrição de 12 meses após a relação sexual, como ocorre na norma brasileira.

No documento, a Anvisa defende ainda que as regras atuais não excluem homens que fazem sexo com outros homens de doarem sangue, “desde que atendam aos requisitos de triagem clínica estabelecidos”. “Cabe ao serviço de hemoterapia atender e orientar com respeito ao candidato a doação de sangue explicitando da melhor forma possível sobre os critérios técnicos e condições de aptidão para coleta de sangue com segurança”, informa.

Operação tira-manchas: primeiros socorros

Veja como eliminar marcas de ferrugem, molhos, vinho, chocolate, entre outras…

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Com algumas técnicas e truques é possível eliminar manchas difíceis nas roupas. A primeira lição contra qualquer tipo de mancha diz respeito ao molho antes da lavagem. “Para amolecê-la e até mesmo eliminá-la, deixar a roupa de molho é essencial”, garante Rejane Nascimento, gerente de treinamento da lavanderia 5 à Sec. Mas, atenção! “A roupa deve ficar de molho por mais ou menos 40 minutos. Prolongar o tempo não funciona, porque o efeito acaba”, esclarece. Para misturar na água, você tem duas opções: pode usar um alvejante de peróxido, geralmente utilizado nas lavanderias e indicado para tecidos de cor, ou alvejante de base clorada, que só pode ser utilizado em roupas brancas.

Além disso, quanto mais depressa uma mancha for tratada, mais facilmente vai sair. No entanto, não entre em desespero e saia jogando qualquer coisa em cima da roupa! Siga sempre as recomendações escritas nas etiquetas e nas embalagens de detergentes e removedores. E, mesmo sabendo direitinho como agir e qual produto usar naquela mancha, naquele tecido, não deixe de fazer um teste numa pontinha escondida da roupa para ver como vai reagir (se não vai manchar, desbotar etc).

Coloque um pano grosso, limpo e seco, do outro lado do tecido, não deixando a mancha escorrer para outras partes da peça. Aí é só limpar a mancha das bordas para o centro, esfregando delicadamente para não espalhar nem aprofundar a sujeira. Finalmente, não se esqueça de remover completamente o produto utilizado. E se nada do que você tentou até hoje resolveu o problema das manchas, conheça, agora, algumas receitinhas infalíveis contra as mais comuns.

Gordura (manteiga, óleo etc): éter, benzina, gasolina e querosene são ótimos removedores de gordura. É só embeber uma escova em uma das substâncias e esfregar delicadamente sobre a mancha. A benzina, por exemplo, serve para os tecidos não laváveis, como couro, e para os muito delicados. Manchas de gordura em tecidos de seda também podem ser retiradas com magnésia, esfregando-a na região e expondo-a ao calor do fogo, tomando cuidado para não queimar o tecido. Roupas coloridas, porém, não podem receber nenhuma dessas substâncias. Prefira, então, lavar a região manchada com sabão e água quente ou polvilhar um pouco de talco ou farinha sobre a mancha.

Você pode, ainda, recorrer a um removedor caseiro. Anota aí a receita: dissolva uma xícara de sabão em pó em amônia líquida até ficar com uma consistência espessa, adicione uma solução composta de quatro colheres de sopa de vinagre branco, quatro colheres de sopa de álcool retificado e uma colher de sal de cozinha e voi là. Mas, atenção: “Gordura quente não costuma ser removível, porque geralmente já queimou a fibra do tecido”, alerta a gerente de treinamento da lavanderia 5 à Sec.

Molhosem geral, pode-se aplicar no local uma colher de sopa de detergente dissolvida em três colheres de sopa de água morna. Se a mancha for de ketchup ou mostarda, você pode combinar detergente com vinagre branco e esfregar até que ela suma. Já o molho de tomate pode ser retirado de duas formas: primeiro, tente detergente com água quente. Se não der certo, umedeça um pano em uma mistura de suco de limão e álcool e esfregue sobre a mancha. Depois, passe sabão e deixe a peça de molho com sabão de coco antes de enxaguar.

Chocolateque mulher resiste a um chocolate? Mas, na mesma proporção do prazer, ele pode causar pânico ao manchar a roupa. No entanto, não se preocupe. Manchas de chocolate em lã podem ser retiradas com um algodão ou pano embebido em glicerina. Em tecido de algodão de cores firmes, passe álcool e, com água quente (mais algumas gotas de amoníaco), lave. Seda, náilon, fibra sintética ou lã fina também podem ficar livres das manchas de chocolate. Basta umedecer a região com tetracloreto de carbono e enxugar com uma toalha fazendo pressão, mas sem esfregar para não alterar as cores ou a textura do tecido. Repita a operação até que a mancha saia por completo.

Vinho: derramar vinho em roupa branquinha só vale em comercial de TV. Mas se aconteceu na vida real, não se desespere. Para o vinho for tinto, tente usar sal, farinha de mandioca ou polvilho – eles absorvem a mancha. Leite, segundo Cyntia Margarete da Silva, advogada, também dá resultado. “Deixe a peça de molho no leite puro e a mancha some!”, garante. Para manchas de vinho branco, você pode tentar o mesmo procedimento ou então mergulhar a peça em uma solução de ácido sulfúrico. Tecidos delicados, como lã e seda brancos, podem ser alvejados com uma solução de água oxigenada. Em tecidos de cor, tire a mancha de vinho com vinagre branco dissolvido em água. A solução também elimina manchas de cerveja e demais bebidas alcoólicas.

Café ou chá: passe um cubinho de gelo sobre a mancha e lave em seguida. Para manchas antigas, um pouco de glicerina líquida na parte afetada funciona. Água oxigenada 20 volumes também é um bom removedor desse tipo de mancha, inclusive para ser aplicado em sedas de cor firme. Já para remover manchas de tecidos de cores não firmes, passe sobre a região uma solução composta de álcool etílico e sabão, lavando com água fria. Mas se a mancha for de café com leite, aí a estratégia muda um pouco, porque essa mancha é mais insistente devido à gordura do leite. Para removê-la, passe água oxigenada ou benzina e lave.

Caneta esferográfica: de repente, você percebe que está toda riscada de caneta ou, pior, o tubo de tinta estourou e respingou na roupa. Calma! Passe um cotonete embebido em álcool ou sabão sobre a mancha. A professora Maria Lucia Alves Cavalieri recomenda, também, o leite morno. “É só ir despejando sobre a mancha de tempos em tempos até que ela suma. Geralmente leva uma hora”, diz. Caso ainda não tenha conseguido removê-la, tente aplicar um pouco de suco de limão.

Maquiagema gente leva um tempão se produzindo para perceber que, no final do processo, manchamos a roupa. Mas, para tudo dá-se um jeito. Se a mancha for de blush, espalhe sobre ela um pouco de álcool. Outra solução é colocar vaselina líquida e depois lavar. Também é possível remover esse tipo de mancha com um algodão embebido em éter. Se a mancha for de base de rosto, molhe-a com vinagre branco se a peça for de algodão. Se for de seda, o melhor a fazer é passar uma solução de água fria e água oxigenada de 20 volumes. No entanto, se o que borrou a roupa foi o batom, Rejane Nascimento, da 5 à Sec, recomenda utilizar acetona (somente em peças brancas!). “Nas coloridas, passe um cubinho de gelo para as fibras se abrirem e um pouco de detergente de cozinha”, diz. Você também pode usar vaselina ou um cotonete embebido em éter para retirar as manchas de malhas e algodão.

Perfume: linda, cheirosa e… manchada! Nada disso! Remova a mancha de perfume passando na região afetada uma solução de 4g de sulfato de sódio para cada 100ml de água. A tática serve para qualquer tecido, menos os sintéticos.

Mofo e bolor: as fibras sintéticas resistem ao bolor porque não são fontes de alimento para os fungos, mas os demais tecidos continuam sendo vítima deles. Se as suas roupas foram atacadas pelo mofo, tome muito cuidado, porque, ao tentar remover a mancha, o tecido pode ficar desbotado. “A solução é tentar retirar os fungos com um pano ou algodão embebido em sabão de pH neutro”, ensina Rejane Nascimento. Outra medida é aplicar vinagre branco e suco de limão para neutralizá-los. Deixe a peça ao sol por algumas horas e lave-a separadamente do resto das roupas. Se a mancha for antiga, coloque a peça em um balde de alumínio cheio de água com um pedaço de bacalhau cru. Deixe a mistura ferver até a mancha desaparecer. Mas, se a peça manchada for branca, você pode utilizar, ainda, outro artifício: duas colheres de sopa de água sanitária mais duas colheres de sopa de detergente ou duas colheres de sopa de vinagre num balde de água.

Mancha de guardado: para clarear tecidos brancos de algodão ou linho, que, ao longo do tempo, adquiriram uma coloração amarelada, ferva-os por meia hora com uma colher se sopa de sal e uma de bicarbonato de sódio. Depois, enxágüe com água limpa diversas vezes. Para retirar o amarelado de Lycra branca, lave a peça com sabão líquido e, na última enxaguada, misture em um balde cheio de água uma colher de chá de fermento em pó. Aí é só espremer e deixar secar na sombra. Mas se o tecido manchado pelo tempo for seda, você pode deixá-lo novinho em folha despejando sobre a peça leite cru. Posteriormente, é só lavar com sabão líquido e deixar secando à sombra.

Ferrugem: a maneira mais comum de eliminar manchas de ferrugem é colocar suco de limão com sal sobre a área manchada e estender a roupa ao sol, repetindo o procedimento até a mancha desaparecer. Você pode tentar, ainda, colocar algumas rodelas de limão sobre a área afetada e, em seguida, passar a roupa com um ferro bem quente. Seguindo a dica do livro Sebastiana quebra-galho(Editora Record), também é possível passar leite azedo para eliminar a mancha.

Sangue: a mancha de sangue sai facilmente com uma solução de água mais água oxigenada 20 volumes.

Fonte: http://www.bolsademulher.com

Doadores de sangue e de médula podem ter benefícios em concursos públicos

sangueUm projeto que foi apresentado nesta semana pelo deputado Pedro Satélite (PSD/MT) promete gerar polêmica. A proposição nº 92/2013 pretende tornar como critério de desempate a doação de sangue e de medula óssea nos concursos públicos do estado, assim quem fosse doador teria certa vantagem se a nota nas provas fosse igual a de outro candidato não doador.

Mas, segundo a proposta, as doações devem ser feitas antes do lançamento dos editais de abertura, e o concorrente só pode obter o benefício após a terceira doação de sangue e de se cadastrar no banco de dados do Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome).

O objetivo do projeto – que agora segue para análise das comissões com previsão de ser colocado em pauta e votado ainda no primeiro semestre deste ano -, é incentivar a doação, porém nem todos podem fazê-lo.
Dentre os requisitos básicos para poder ser considerado apto à doação, pode-se destacar a idade entre 16 e 67 anos e peso de no mínimo 50kg. Quem apresenta resfriado ou gravidez não pode doar. Assim como pessoas que tenham feito tatuagem nos últimos 12 meses, e quem já teve malária, hepatite, e/ou doenças sexualmente transmissíveis. Sem falar que existe um número limite de doações anuais: quatro para homens e três para mulheres (intervalos de 60 e 90 dias respectivamente).
Fonte: CorreioWeb