Ibope: Bolsonaro, 57%; Haddad, 43%

O Ibope divulgou nesta terça-feira (23) o resultado da segunda pesquisa do instituto sobre o 2º turno da eleição presidencial. O levantamento foi realizado entre domingo (21) e terça-feira (23) e tem margem de erro de 2 pontos, para mais ou para menos.

Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) Foto: Miguel Schincariol, Daniel Ramalho / AFP

Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT)
Foto: Miguel Schincariol, Daniel Ramalho / AFP

Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes:

• Jair Bolsonaro (PSL): 57%

• Fernando Haddad (PT): 43%

Na pesquisa anterior, Bolsonaro tinha 59% e Haddad, 41% dos votos válidos.

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no 2º turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:

• Jair Bolsonaro (PSL): 50%

• Fernando Haddad (PT): 37%

• Em branco/nulo: 10%

• Não sabe: 3%

A pesquisa também apontou o potencial de voto e rejeição para presidente. O Ibope perguntou: “Para cada um dos candidatos a Presidente da República citados, gostaria que o(a) sr(a) dissesse qual destas frases melhor descreve a sua opinião sobre ele”?

• Com certeza votaria nele para presidente – 37%

• Poderia votar nele para presidente – 11%

• Não votaria nele de jeito nenhum – 40%

• Não o conhece o suficiente para opinar – 11%

• Não sabem ou preferem não opinar – 2%

• Com certeza votaria nele para presidente – 31%

• Poderia votar nele para presidente – 12%

• Não votaria nele de jeito nenhum – 41%

• Não o conhece o suficiente para opinar – 14%

• Não sabem ou preferem não opinar – 2%

O Ibope também apresentou a intenção de voto espontânea, quando o entrevistado aponta em quem pretende votar sem a apresentação dos nomes dos candidatos.

• Jair Bolsonaro – 42%

• Fernando Haddad – 33%

Na pesquisa anterior, Bolsonaro tinha 47% e Haddad, 33%.

O instituto também apontou a “expectativa de vitória”, independentemente da intenção de voto. Os resultados foram:

• Jair Bolsonaro – 69%

• Fernando Haddad – 21%

• Não sabem ou preferem não opinar – 9%

No levantamento anterior, a expectativa de vitória de Bolsonaro era de 66% e a de Haddad, 21%.

• Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos

• Entrevistados: 3010 eleitores em 208 municípios

• Quando a pesquisa foi feita: 21 a 23 de outubro

• Registro no TSE: BR‐07272/2018

• Nível de confiança: 95%

• Contratantes da pesquisa: TV Globo e “O Estado de S.Paulo”

• O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Por G1

Pesquisa XP/Ipespe: Bolsonaro, 28%; Hadda, 21%

Na pesquisa da XP desta sexta (28), os resultados de primeiro turno foram os seguintes:

Jair Bolsonaro permanece com 28% das intenções de voto;

Fernando Haddad sobe de 16% para 21%; Ciro permanece com 11%;

Geraldo Alckmin oscilou de 7% para 8%. Marina tem 5%.

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Segundo Turno

Na pesquisa XP de hoje, o resultado para o segundo turno: Fernando Haddad sobe de 38% para 43% das intenções de voto; Jair Bolsonaro cai de 41% para 39%.

 

Datamétrica – Paulo Câmara 25%; Marília 21%; Armando 17%

Na segunda pesquisa sobre a corrida eleitoral deste ano em Pernambuco, realizada pela Datamétrica, entre os dias 11 e 12 de julho, observa-se pouca mudança em comparação à primeira, feita entre 8 e 9 de junho. Os três principais candidatos cresceram um pouco e as posições relativas deles permanecem as mesmas, tanto na intenção de voto espontânea como na estimulada. Paulo Câmara (PSB) na liderança, seguido de Marília Arraes (PT) e de Armando Monteiro (PTB). Estatisticamente, entretanto, os três continuam num empate técnico. A margem de erro é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos.

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A intenção espontânea de voto apresenta Paulo Câmara com 13% (em junho ele tinha 12%), Marília Arraes com 11% (em junho ela tinha 8%) e Armando Monteiro com 6% (sendo 4% a registrada em junho)

Os demais candidatos obtiveram, cada um, menos de 1% das intenções de voto.

Os indecisos cresceram de 39% para 53%, e aqueles votariam branco ou nulo caíram de 28% para 14%.

Estimulada

A intenção estimulada de voto no cenário, considerando a participação da pré-candidata do PT, repete a ordem dos candidatos da espontânea, sendo todos com índices maiores, como se esperaria das respostas estimuladas. Os números de 25% (Paulo Câmara), 21% (Marília Arraes) e 17% (Armando Monteiro) confirmam a liderança do governador, ainda que estejam todos empatados dentro da margem de erro. Os números da pesquisa anterior foram: 20%, 17% e 14%, respectivamente. Os demais candidatos ficaram entre 0% e 2%. A mudança expressiva foi dos brancos e nulos, que caíram de 35% para 26%, o que é natural à medida que a eleição se avizinha.

O cenário sem a pré-candidata do PT mantém o governador na liderança, com 28%, seguido do pré-candidato do PTB, com 22%. A distância de 6 pontos, entretanto, ainda significa empate técnico. Nessa simulação, os demais candidatos atingem, cada um, no máximo 2%. Votos brancos e nulos seriam de 33% (antes 42%). Indecisos caíram somente 1% (de 10% para 9%).

A migração dos votos de Marília Arraes, quando se retira o nome dela da disputa, sugere uma preferência clara do seu eleitorado por Armando Monteiro. O pré-candidato do PTB recebe 33% dos votos dela, enquanto o governador recebe 13%. Essa vantagem de Armando Monteiro sobre os votos de Marília Arraes se ampliou significativamente desde a pesquisa de junho, quando ele recebia 20% dos votos que seriam dela, enquanto Paulo Câmara recebia os mesmos 13%.

Tendência

Segundo Analice Amazonas, sócia-diretora da Datamétrica e responsável técnica pela pesquisa, “a pesquisa não permite decifrar o motivo dessa inclinação maior dos eleitores de Marília a Armando, ou a ampliação dessa vantagem do senador entre junho e agora, mas, seguramente, é uma tendência que foge um pouco das expectativas, se considerarmos os campos ideológicos dos três pré-candidatos”.

Do Diario

Senado: Jarbas 23%; Mendonça 19% e Humberto 17%

Foram avaliados dois cenários da candidatura ao Senado na pesquisa Datamétrica: com Jarbas Vasconcelos e sem ele. Os demais nomes foram mantidos nas duas simulações. Na simulação que inclui o ex-governador e deputado federal Jarbas Vasconcelos (MDB), ele aparece em primeiro lugar, com 23% das intenções, seguido de Mendonça Filho (DEM) com 19% e Humberto Costa (PT) com 17%. Trata-se, desta forma, de um empate técnico, em que não se pode afirmar quais dos dois, dentre os três, seriam efetivamente eleitos, fossem as eleições hoje.

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Os demais nomes aparecem bem atrás: José Queiroz (PDT) com 6%, Silvio Costa (Avante) com 5%, André Ferreira (PSC) com 4%, Maurício Rands (PROS) com 2%, Eugênia Lima (PSol), Albanise Pires (PSol) e Antônio Souza (Rede) com 1% cada.

A saída de Jarbas Vasconcelos na pergunta estimulada de votos a senador mantém o empate técnico entre deputado federal e ex-ministro Mendonça Filho (22%) e o senador Humberto costa (21%). O ex-prefeito de Caruaru José Queiroz, que é quem de novo se aproxima mais, cresce de 6% para 8% somente, o ex-deputado federal Maurício Rands cresce de 3% para 4% e os demais permanecem com os mesmos números.

Se Jarbas não for candidato, como se ventila em alguns ambientes, 44% dizem que não terão um segundo candidato. O restante se distribui beneficiando os vários demais candidatos, sem uma preferência forte: 16% iriam para Mendonça Filho, 14% iriam para Humberto Costa, 11% iriam para José Queiroz. O deputado federal Silvio Costa e Maurício Rands receberiam 4% cada.

A amostra foi composta por 600 entrevistas aplicadas junto a eleitores que moram e votam no estado de Pernambuco em todas as regiões. A pesquisa foi realizada nos dias 8 e 9 de junho. A margem de erro é de 4 pontos percentuais, para mais ou para menos. Tem intervalo de confiança de 95%, foi feita por meio de entrevistas presenciais e está registrada no TRE sob o registro PE-02648/2018.

Por Diário de Pernambuco

SAÚDE – Nova substância promete avanços no tratamento contra o linfoma de Hodgkin

Combinada com quimioterapia, tratamento consegue atacar as células doentes do sangue sem comprometer as saudáveis. Voluntários submetidos ao tratamento experimental têm redução de 23% no risco de progressão do câncer ou morte

No mundo, milhões de pacientes se beneficiam das mais recentes conquistas da medicina contra o câncer, embora a doença siga em avanço, com novas particularidades e alguns tipos mais resistentes aos tratamentos tradicionais. Para os médicos, drogas eficazes são primordiais para garantir o máximo de tempo livre de progressão da doença. Para quem tem carcinomas, a preocupação vai além: é essencial uma medicação que funcione, mas que seja tolerável. Mais de 30 mil pessoas reunidas na 59ª edição do Congresso da Sociedade Americana de Hematologia (ASH17), em Atlanta, acompanharam a divulgação de diversos estudos sobre novas terapias-alvo, que buscam justamente esse efeito: atacar o câncer em nível molecular, ou seja, atingi-lo diretamente sem prejudicar as células saudáveis do paciente.

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Uma das notícias mais animadoras tem como objetivo o combate ao linfoma de Hodgkin (LH). De acordo com o autor do estudo Echelon-1, o diretor clínico do British Columbia Cancer Agency Center, em Vancouver (Canadá), Joseph M. Connors, os pacientes foram tratados com um conjugado anticorpo fármaco (ADC, na sigla em inglês), o brentuximab vedotin (BV), da Seattle Genetics. Associado a um tratamento quimioterápico, o anticorpo monoclonal se conecta diretamente aos receptores das células desse tipo de câncer (CD30) e passa a matá-las. É a primeira vez que uma droga destinada a tirar proveito de uma característica biológica específica das células desse câncer é utilizada no tratamento inicial da doença.

Os resultados representam um ganho importante, principalmente para pacientes que não respondem ao primeiro curso do tratamento, chamado de primeira linha. Os voluntários submetidos a testes com a substância tiveram redução de 23% no risco de progressão da doença ou morte, em comparação com aqueles que receberam o regime padrão inicial de tratamento. A maior vitória, segundo os especialistas, é o fato de a abordagem evitar a necessidade de terapia adicional e mais intensiva. “Os resultados do estudo representam o primeiro esforço bem-sucedido em mais de 30 anos para melhorar os resultados do tratamento de primeira linha em pacientes com LH avançado, sem aumentar a toxicidade da quimioterapia para níveis inaceitáveis”, disse Connors.

O tratamento padrão para o linfoma de Hodgkin não mudou desde a década de 1970. Hoje, aproximadamente 30% dos pacientes não respondem ao tratamento original. No estudo, 1.134 voluntários com a doença em estágio avançado e não tratada foram aleatoriamente selecionados para receber ABVD — o tratamento atual, que usa as drogas adriamycin, bleomicina, vinblastina e decarbazina — ou o BV associado a doxorrubicina, vinblastina e dacarbazina (AVD). Embora a segunda combinação tenha causado mais danos aos nervos, houve menos episódios de febre e neutropenia (baixo nível de glóbulos brancos). A combinação experimental retirou a bleomicina, que foi associada ao dano pulmonar e, às vezes, à morte. “Se esse novo regime for amplamente adotado, ele mudará o tratamento de primeira linha do LH avançado”, afirmou o especialista.

Alto custo

O oncologista e hematologista Daniel Tabak, do Rio de Janeiro, acompanhou a apresentação dos resultados e destacou que a imuno-oncologia, como é chamada essa especialidade, vem dominando todos os aspectos que certamente tomarão conta desse novo cenário contra o câncer no mundo. Ele também ressaltou que o brentuximab pode, potencialmente, substituir o tratamento existente, que conta com uma série de complicações. “Para o Brasil, o desafio é grande e precisamos, claro, ter alguns cuidados antes de implantar esse novo conhecimento. Mas é um grande avanço poder retirar e suprimir a bleomicina”, destacou.

Opinião semelhante é a do hematologista Guilherme Perini, do Hospital Albert Einstein, que ressalta que o valor da medicação será um impasse para o medicamento no Brasil. “O estudo é grande e bem-feito, mas ainda não vai ser tão fácil de incorporar à nossa realidade por conta de custos. Mas, em relação à toxicidade, o resultado é muito bom. A quimioterapia está ficando para trás”, analisou.

As reações adversas das medicações tradicionais são um dos grandes desafios da imuno-oncologia. A quimioterapia, por exemplo, é necessária na maioria dos tratamentos contra câncer, mas é extremamente agressiva ao doente, porque funciona matando células no corpo que estão crescendo e se dividindo rapidamente. A químio ainda não é capaz de distinguir as células doentes das saudáveis e acaba matando todas, um efeito por vezes devastador à imunidade do paciente.

As terapias-alvo, em contrapartida, neutralizam as características genéticas que tornam as células cancerígenas diferentes das normais, evitando que elas aumentem e se espalhem. Como essas intervenções são projetadas especificamente contra células de câncer, segundo os pesquisadores, elas geralmente têm efeitos colaterais diferentes e mais suportáveis.

Por Correio Braziliense

Pesquisa – Cerca de 40% das mulheres relataram ter sido assediadas sexualmente

Levantamento do Datafolha mostra que as ruas e o transporte coletivo são os locais onde a maioria da violência ocorre

Cerca de quatro em cada 10 mulheres já foram assediadas no Brasil é o que aponta pesquisa divulgada pelo instituto Datafolha neste sábado. Mais precisamente, 42% afirmaram já ter sofrido assédio sexual. Foram entrevistadas 1.427 brasileiras a partir dos 16 anos entre os dias 29 e 30 de novembro. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. 

(FOTO: SHUTTERSTOCK)

(FOTO: SHUTTERSTOCK)

Desse total, 29% conta ter vivido a violência na rua e 22% no transporte coletivo. Na sequência, aparece o local de trabalho (15%), escola ou faculdade (10%) e em casa (6%). 

Outro fator revelado na pesquisa é que quanto mais nova a mulher, mais casos de assédios são relatados. Entre mulheres de 16 anos a 24 anos 56% relataram a violência. Entre as de 25 a 34 anos (50%), 35 a 44 anos (45%). Por fim, entre as de 45 a 59 anos o índice cai para 34% e as com 60 anos ou mais fica em 24%. 

A cor da pele também influencia na quantidade de assédio. As orientais/amarelas são as que mais relataram o problema, 49%. Na sequência vieram as na cor preta (46%), parda (45%), branca (40%) e indígena (34%). 

O nível de escolaridade também foi verificado e o levantamento mostrou que as mulheres com ensino superior foram as mais assediadas, totalizando 57%. Já entre as que tem ensino médio 47% relataram ter sofrido assédio e 26% das que têm apenas o ensino fundamental. 

Outro ponto verificado é que mulheres que católicas que residem em cidades com menos de 50 mil habitantes da Região Nordeste do país foram menos assediadas. 

Entre as regiões com mais casos a Centro-Oeste é a campeã com 50%. Na sequência vem: Sudeste (49%), Norte (40%), Sul (37%) e Nordeste (34%). 

Em relação a vivência religiosa as que não acreditam em Deus sofreram mais. 77% das ateias afirmaram ter sofrido assédio. Seguidas pelas espirítas Kardecista (72%), Não tem religião (68%), religiões Afro-Brasileiras (59%), Evagélicas (47%), outra religião (39%) e Católicas (32%).

Por Estado de Minas

Lula tem 34%, Bolsonaro, 17% e Marina, 9%, aponta pesquisa Datafolha para 2018

Uma pesquisa do Instituto Datafolha foi divulgada neste sábado (2) pelo jornal “Folha de S.Paulo” com índices de intenção de voto para o primeiro turno da eleição presidencial de 2018. Veja os resultados dos nove cenários pesquisados:

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Cenário 1 (com Marina, Joaquim Barbosa, Temer e Meirelles):

Lula (PT): 34%

Jair Bolsonaro (PSC): 17%

Marina Silva (Rede): 9%

Geraldo Alckmin (PSDB): 6%

Ciro Gomes (PDT): 6%

Joaquim Barbosa (sem partido): 5%

Alvaro Dias (Podemos): 3%

Manuela D´Ávila (PCdoB): 1%

Michel Temer (PMDB): 1%

Henrique Meirelles (PSD): 1%

Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%

Em branco/nulo/nenhum: 12%

Não sabe: 2%

Cenário 2 (com Joaquim Barbosa):

Lula (PT): 37%

Jair Bolsonaro (PSC): 18%

Geraldo Alckmin (PSDB): 8%

Ciro Gomes (PDT): 7%

Joaquim Barbosa (sem partido): 6%

Alvaro Dias (Podemos): 4%

Manuela D’Ávila (PCdoB): 1%

Guilherme Boulos (sem partido): 1%

Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%

Em branco/nulo/nenhum: 14%

Não sabe: 3%

Cenário 3 (com Meirelles):

Lula (PT): 37%

Jair Bolsonaro (PSC): 19%

Geraldo Alckmin (PSDB): 9%

Ciro Gomes (PDT): 7%

Alvaro Dias (Podemos): 4%

Manuela D’Ávila (PCdoB): 2%

Henrique Meirelles (PSD): 1%

Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%

Guilherme Boulos (sem partido): 1%

Em branco/nulo/nenhum: 14%

Não sabe: 5%

Cenário 4 (com Marina):

Lula (PT): 36%

Jair Bolsonaro (PSC): 18%

Marina Silva (Rede): 10%

Geraldo Alckmin (PSDB): 7%

Ciro Gomes (PDT): 7%

Alvaro Dias (Podemos): 4%

Manuela D’Ávila (PCdoB): 1%

Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%

Guilherme Boulos (sem partido): 1%

Em branco/nulo/nenhum: 13%

Não sabe: 2%

Cenário 5 (com Doria e Marina)

Lula (PT): 36%

Jair Bolsonaro (PSC): 18%

Marina Silva (Rede): 11%

Ciro Gomes (PDT): 7%

João Doria (PSDB): 5%

Alvaro Dias (Podemos): 4%

Manuela D’Ávila (PCdoB): 1%

João Amoêdo (Partido Novo): 1%

Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%

Guilherme Boulos (sem partido): 1%

Em branco/nulo/nenhum: 14%

Não sabe: 2%

Cenário 6 (sem Lula, com Joaquim Barbosa):

Jair Bolsonaro (PSC): 21%

Ciro Gomes (PDT): 12%

Geraldo Alckmin (PSDB): 11%

Joaquim Barbosa (sem partido): 8%

Alvaro Dias (Podemos): 6%

Fernando Haddad (PT): 3%

Manuela D’Ávila (PCdoB): 2%

Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%

Guilherme Boulos (sem partido): 1%

João Amoêdo (Partido Novo): 1%

Em branco/nulo/nenhum: 28%

Não sabe: 4%

Cenário 7 (sem Lula, com Meirelles):

Jair Bolsonaro (PSC): 22%

Ciro Gomes (PDT): 13%

Geraldo Alckmin (PSDB): 12%

Alvaro Dias (Podemos): 6%

Fernando Haddad (PT): 3%

Manuela D’Ávila (PCdoB): 3%

Henrique Meirelles (PSD): 2%

Paulo Rabello de Castro (PSC): 2%

Guilherme Boulos (sem partido): 1%

João Amoêdo (Partido Novo): 1%

Em branco/nulo/nenhum: 30%

Não sabe: 5%

Cenário 8 (sem Lula, com Marina):

Jair Bolsonaro (PSC): 21%

Marina Silva (Rede): 16%

Ciro Gomes (PDT): 12%

Geraldo Alckmin (PSDB): 9%

Alvaro Dias (Podemos): 5%

Fernando Haddad (PT): 3%

Manuela D’Ávila (PCdoB): 2%

Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%

Guilherme Boulos (Sem Partido): 1%

João Amoêdo (Partido Novo): 1%

Em branco/nulo/nenhum: 25%

Não sabe: 3%

Cenário 9 (sem Lula, com Doria e Marina):

Jair Bolsonaro (PSC): 21%

Marina Silva (Rede): 17%

Ciro Gomes (PDT): 13%

João Doria (PSDB): 6%

Alvaro Dias (Podemos): 6%

Fernando Haddad (PT): 3%

Manuela D’Ávila (PCdoB): 2%

Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%

Guilherme Boulos (Sem Partido): 1%

João Amoêdo (Partido Novo): 1%

Em branco/nulo/nenhum: 27%

Não sabe: 3%

O Datafolha fez 2.765 entrevistas entre 29 e 30 de novembro, em 192 cidades. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.

Como houve alteração dos cenários pesquisados, não é possível comparar diretamente o resultado desta pesquisa com a anterior, realizada pelo Datafolha em setembro (naquele mês, em um dos cenários, Lula registrou 36%, Bolsonaro, 16%, e Marina, 14%).

Simulações de 2º turno:

(29 e 30 de novembro)

Lula 52% x 30% Alckmin

Lula 48% x 35% Marina

Lula 51% x 33% Bolsonaro

Alckmin 35% x 33% Ciro

Marina 46% x 32% Bolsonaro

Paulo Câmara lidera pra governador, seguido Armando, Mendonça e Marília Arraes

Por Inaldo Sampaio

Pesquisa realizada pelo Instituto Múltipla (Arcoverde) com 600 questionários, em 65 dos 184 municípios pernambucanos, entre os dias 21 e 24 deste mês de novembro, revela que o governador Paulo Câmara (PSB) lidera a corrida eleitoral de 2018 com 18,7% das intenções de voto.

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Em segundo lugar aparece o senador Armando Monteiro Neto (PTB) com 13,5%, seguido pelo ministro Mendonça Filho (DEM) com 10% e a vereadora Marília Arraes (PT) com 9,6% (empate técnico).

O senador Fernando Bezerra Coelho (PMDB) está na quarta colocação com 2,8%, seguido pelo deputado Bruno Araújo (PSDB) com 1,8%. Brancos e nulos somam 30%, indecisos 8,3% e não souberam ou não quiseram responder a pesquisa, 6%.

O instituto fez uma simulação com diversos cenários e na maioria deles o governador Paulo Câmara tem cerca de 30% de intenções de voto. Num cenário sem Armando e sem Mendonça Filho, a vereadora Marília Arraes atinge seu melhor percentual: 19,3%.

Num confronto direto com Paulo Câmara, a neta de Miguel Arraes teria 25% de intenções de voto, ante 32% do governador.

O Múltipla aferiu também o índice de rejeição dos candidatos. O mais rejeitado é o senador Fernando Bezerra Coelho (PMDB) com 27%, seguido por Bruno Araújo com 26%, Armando Monteiro com 24%, Paulo Câmara com 20%, Mendonça Filho com 20% e Marília Arraes com 18%.

O instituto perguntou também aos entrevistados se o apoio do ex-presidente Lula aumentaria ou diminuiria o desejo de votar neste candidato: 41% responderam que aumentaria, 34,5% que diminuiria e 22% que dependeria do nome do candidato.

Com relação ao presidente Michel Temer, o apoio dele a um candidato faria com que 88% dos pernambucanos o rejeitasse, ante 4,7% que o abraçaria.

Na pesquisa estimulada para o Senado (com o auxílio de cartão), o 1º colocado é Jarbas Vasconcelos (PMDB) com 20,5%, seguido por Ana Arraes (TCU) com 13%, João Paulo (PT) e Armando Monteiro (PTB) com 11,5%, Mendonça Filho com 10,5%, Humberto Costa (PT) com 9%, José Queiroz (PDT) com 6%, André Ferreira (PR) com 4,8%, Sílvio Costa (Avante) com 4,5%, Bruno Araújo com 4% e Antonio Campos (Podemos) com 3,8%.

Para presidente da República, Lula tem 50% das intenções de voto, ante 8% de Bolsonaro (PSC), 2,6% de Marina Silva (Rede), 2,8% de Luciano Huck (sem partido), 1,8% de Geraldo Alckmin (PSDB) e João Dória (PSDB) e 1,6% de Ciro Gomes (PDT).

Mais de 40% dos brasileiros são a favor de intervenção militar provisória, indica pesquisa

Há duas semanas, o general Antônio Hamilton Mourão, secretário de economia e finanças do Exército, afirmou que uma intervenção militar no Brasil seria possível, caso a crise política que o país atravessa não fosse solucionada pelas próprias instituições. Apesar da repercussão negativa nas próprias Forças Armadas, uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (28) mostra que mais de 40% da população concorda com a opinião do militar.

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Segundo o Instituto Paraná Pesquisas, 43,1% dos brasileiros são favoráveis a uma intervenção militar provisória. O levantamento, que ouviu mais de 2500 pessoas, revelou ainda que mulheres com idade entre 16 e 24 anos e que moram nas regiões Norte e Centro-Oeste são a maioria que defendem a interferência das Forças Armadas. A pesquisa foi realizada a partir de um questionário na internet, colhido entre os dias 25 e 28 de setembro. Segundo o instituto, o grau de confiança do estudo é de 95%.

Caruaru-PE: Pesquisa de avaliação mostra números preocupantes para Raquel Lyra

Próxima a completar um ano de mandato, a prefeita de Caruaru, Raquel Lyra (PSDB), tem uma desaprovação superior a aprovação. Os que consideram a sua gestão péssima e ruim chegam a 31,7%, enquanto os que avaliam como boa e ótima atingem 22.4%. Quando a pergunta é mais direta, você aprova ou desaprova o Governo Municipal, a maioria também rejeita – 45% a 40%. O levantamento é do Instituto Opinião, de Campina Grande, e foi a campo entre os dias 16 e 17 deste mês, sendo aplicados 600 questionários.

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Os que avaliam como regular chegam a 40,1% e apenas 5,8% não souberam responder. Os maiores percentuais de rejeição da tucana estão entre os eleitores jovens, na faixa etária de 16 a 24 anos (50%), entre os eleitores com grau de instrução até o 5º ano (46,9%) e entre os eleitores com renda familiar até dois salários (47,6%). Por sexo, sua rejeição está mais concentrada entre os homens – 52,9% ente 39,8% das mulheres.

Já suas melhores taxas de aprovação se situam entre os eleitores com grau de instrução até a quarta série (48,4%), entre os eleitores na faixa etária de 45 a 59 anos (42,4%) e entre os eleitores com renda familiar até dois salários (42%). Por sexo, sua maior aprovação aparece entre os eleitores femininos (44,2%) ante 36,1% dos eleitores masculinos. A reprovação da prefeita também é identificada entre os outros questionários da pesquisa.

Quando o eleitor é forçado a responder se a cidade está andando para frente com a tucana no comando da Prefeitura, 48.7% afirmam que está parada e 19% andando para trás, enquanto apenas 27,5% acham que está andando para frente. Em outra pergunta básica – se a Prefeitura está atendendo e resolvendo os problemas da cidade – 38,9% disseram que não, 30,8% mais ou menos e apenas 25,5% disseram que sim.

Entre os problemas mais graves de Caruaru, os entrevistados citaram, pela ordem, segurança pública (53,8%), saúde (16,3%), desemprego (9%) e falta de água (6,8%). Para 26,6% dos entrevistados, a prefeita deveria focar mais sua gestão na segurança pública e 16,8% apontaram a saúde. A pesquisa quis saber também do grau de satisfação dos caruaruenses em relação a asfalto, calçamento e estradas. Para 23,5% são péssimos, 26% consideram ruim e apenas 16% bom.

Quanto às ações ou projetos desenvolvidos pela prefeita na área de segurança pública, 74,5% afirmaram que são péssimas e 16,3% ruim, enquanto apenas 2,2% consideram boa e 0,2% ótima. A iluminação pública é considerada péssima para 20,7% e ruim para 18,3%, enquanto 31,4% a consideram boa. O trânsito também é outro gargalo da gestão: 22% o consideram péssimo e 20,5% ruim, enquanto apenas 18,8% acham bom. Em programas de geração de emprego, a gestão da tucana também deixa muita a desejar: 39.9% acham que as iniciativas são péssimas e 26,2% ruim, enquanto apenas 6,2% acham que ela está no caminho certo.

As entrevistas foram realizadas nas localidades Agamenon Magalhães, Alto do Moura, Boa Vista I e II, Cachoeira Seca, Caiucá, Cedro, Centenário, Cidade Alta, Cidade Jardim, Divinópolis, Indianópolis, Inocoop, Jardim Panorama, Juá, Kennedy, Lajes, Maria Auxiliadora, Maurício de Nassau, Monte Bom Jesus, Murici, Nossa Senhora das Dores, Nova Caruaru, Petrópolis, Rafael, Rendeiras, Salgado, Santa Rosa, São Francisco, Terra Vermelha, Universitário, Vassoural e Vila Padre Inácio.

A modalidade de pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação. Foram realizadas entrevistas pessoais e domiciliares. O intervalo de confiança estimado é de 95,0% e a margem de erro máxima estimada é de 4,0 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra.

Do Blog do Magno

Pesquisa DataFolha afirma que 74% dos pernambucanos nunca fizeram exame de toque retal para prevenção do câncer de próstata

Uma pesquisa realizada pelo Datafolha, a pedido da Sociedade Brasileira de Urologia, o Instituto Oncoguia e a Bayer, revelou a principal preocupação dos torcedores brasileiros quando o assunto é saúde. Neste quesito, entre os pernambucanos entrevistados pouco mais da metade, cerca de 65% já foram ao urologista, no entanto 74% afirmaram nunca terem feito o exame de toque retal, principal mecanismo de detecção do câncer de próstata, segundo tipo de câncer mais prevalente na população masculina – atrás apenas do câncer de pele não-melanoma – e que, até o final deste ano, atingirá mais de 60 mil homens, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA).

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De forma geral a pesquisa realizada com 1.602 homens acima dos 40 anos nas sete capitais (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Salvador e Recife) com maior incidência da doença segundo o INCA, apontou que os torcedores temem mais o câncer em geral (29%) e as doenças cardiovasculares (20%) e pouco se atentam ao câncer de próstata (10%).

A pesquisa utilizou o futebol, paixão nacional, para falar de um assunto que ainda é sensível aos homens. Na tentativa de identificar os motivos que impedem os brasileiros de cuidar da saúde de forma adequada, o instituto Datafolha entrevistou homens que frequentam os estádios de futebol para identificar alguns desses aspectos comportamentais.

Em números nacionais, apesar de 76% identificarem o toque retal como um exame importante para o diagnóstico da doença, cerca de 48% dos entrevistados afirmaram acreditar que o machismo é o principal motivo pelo qual os homens não fazem o exame. Além disso, outros 21% disseram não considerar o procedimento “coisa de homem” e 12% apontaram a vergonha e o constrangimento como impeditivos.

“Tais dados confirmam a necessidade de trabalhar a conscientização da população a fim de promover a prevenção e o cuidado com a saúde. O brasileiro precisa entender que o exame de toque é um procedimento simples, indolor e rápido, e que acima de tudo é essencial para o diagnóstico de qualquer alteração da próstata”, destaca o Doutor Archimedes Nardozza, Presidente da Sociedade Brasileira de Urologia.

Cuidados primários, como consultas e check-ups periódicos, são medidas responsáveis por prevenir e identificar doenças comuns ao envelhecimento da população masculina. Já em Recife, os resultados mostram que embora 65% dos entrevistados afirmem já ter ido ao urologista, 39% não fazem o acompanhamento recomendado pelos médicos pois se consideram saudáveis. E um dado que preocupa: entre os entrevistados com mais de 60 anos, cerca de 27% nunca fizeram o exame de toque.

Segundo a SBU, a falta de periodicidade nas visitas ao urologista contribui para uma detecção tardia do câncer de próstata, já que muitas vezes a doença é silenciosa não apresentando sinais ou sintomas. “O câncer de próstata é o segundo tipo de câncer que mais atinge os homens e mesmo assim eles negligenciam o cuidado e a prevenção”, ressalta o médico.

Apesar de reconhecerem a importância do exame, apenas 26% daqueles que se consultaram com o especialista de fato fizeram o exame de toque retal. “O câncer de próstata é um dos tipos mais prevalentes e, assim como em outros tipos de neoplasias, pode ser combatido mais facilmente quando detectado precocemente. Por isso, fazer a prevenção é essencial”, afirma Luciana Holtz, presidente do Instituto Oncoguia que presta suporte e auxílio aos pacientes com câncer.

Principais dados da pesquisa geral

  •  Entre os entrevistados com mais 60 anos, apenas 27% já fizeram o exame de toque;
  •  32% dos entrevistados não conhecem nenhum sintoma do câncer de próstata;
  •  No caso de um diagnóstico de câncer de próstata avançado, 14% dos homens não desanimariam e buscariam tratamento médico, enquanto que a mesma porcentagem não saberia o que fazer;
  • O maior percentual de visitas ao urologista está entre os soteropolitanos (70%), já os curitibanos são os que menos se consultam com esse especialista (53%);
  • Os mineiros são os mais conscientes sobre o câncer de próstata, 87% dos entrevistados indicaram ser o tipo de câncer mais comum entre os homens acima dos 40 anos;
  • Os mineiros são maioria na adesão ao exame de toque, cerca de 67% dos entrevistados;
  • 74% dos recifenses afirmaram nunca terem feito o exame de toque retal;
  • As capitais que mais alegaram não realizar o exame por não ser “coisa de homem” são Porto Alegre, Belo Horizonte e Curitiba.

 

Pesquisa – Treinamento permite que qualquer pessoa tenha memória de alta performance

Pesquisadores mostram que, em 40 dias, uma pessoa comum pode ficar com um desempenho similar ao dos atletas da memória

No Campeonato Mundial de Memória de 2016, em Cingapura, o americano Alex Mullen quebrou um dos recordes mundiais ao decorar a ordem de 1.626 cartas de baralho em uma hora. Competidores como Alex passam anos treinando a mente com técnicas mnemônicas, criadas para facilitar a memorização de grandes listas de informações. Uma delas, o método de Loci, utiliza a visualização e a memória espacial para isso. Em um estudo publicado na última edição da revista Neuron, pesquisadores mostram que, em 40 dias, uma pessoa comum pode ficar com um desempenho similar ao dos atletas da memória e que esse treinamento causa mudanças em conexões cerebrais que persistem por até quatro meses.

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Para chegar às conclusões, os cientistas examinaram o cérebro de 23 campeões mundiais de memorização registrando as suas redes neurais — conexões entre regiões do cérebro — e as compararam com exames realizados em pessoas comuns orientadas para fazer o método de Loci por seis semanas. Os investigadores descobriram que, embora a estrutura física dos cérebros não apresentasse diferenças significativas entre os participantes do estudo, as redes neurais daqueles que estudaram o método se assemelharam às dos campeões de memorização. Além disso, a performance em um teste de memória dobrou após o treinamento: de uma lista de 72 palavras, eles conseguiram se lembrar, em média, de 62 itens, contra 26 antes do treino.

Foram escolhidos 51 participantes com idade, condições de saúde e inteligência parecidas com as dos 23 campeões. Os pesquisadores os dividiram em três grupos: o primeiro treinou o método de Loci 30 minutos por dia, durante seis semanas; o segundo, no mesmo período, precisou repetir diversas vezes uma lista de palavras para memorizá-la; e o terceiro não passou por nenhum treinamento.

As condições propostas foram parecidas às usadas pelos campeões. “Eu tento separar 30 minutos todas as noites”, conta Katie Kermode, britânica detentora de cinco recordes mundiais de memorização e não participante da pesquisa. “Passo a maior parte desse tempo com cartas, números ou em exercícios que me ajudam a utilizar as técnicas de modo mais eficiente. Meu treino envolve usar o método de Loci o mais rápido possível e de forma precisa.”

Oito a menos

No experimento, todos os participantes receberam uma lista com 72 palavras e tiveram que decorar o maior número possível de itens em cinco minutos. Antes do treinamento, eles decoraram, em média, 26. Após, o primeiro grupo decorou 62 palavras, contra 37 do segundo grupo e 33 do terceiro. Os campeões de memória, por sua vez, foram capazes de memorizar 70.

A equipe usou exames de ressonância magnética, para analisar a estrutura física dos cérebros, e de ressonância magnética funcional, que mostrou variações no fluxo sanguíneo causadas pela atividade cerebral. “Redes neurais, como as que analisamos, são regiões que, durante o repouso e a realização de uma tarefa, mostram comportamento semelhante. Em outras palavras, todas as regiões do cérebro que mostram ativações e desativações comparáveis em um espaço de tempo semelhante são consideradas pertencentes a uma mesma rede”, explica Martin Dresler, autor do estudo e professor-assistente de neurociência cognitiva na Universidade Radboud, Holanda.

Conexões-chave

Os pesquisadores encontraram diferenças entre um cérebro campeão em memória e um sem treinamento em padrões espalhados por 2.500 conexões. Em  25, houve as principais disparidades, existentes entre  o córtex pré-frontal medial, ativado quando um indivíduo relaciona informações novas com outras conhecidas; e o córtex pré-frontal dorsolateral direito, envolvido no aprendizado estratégico. “Faz sentido que essas conexões sejam afetadas. Elas são exatamente as coisas que pedimos para os participantes fazerem ao usar o método de Loci”, diz Martin, em comunicado.

Quatro meses após o treinamento, os não atletas voltaram a fazer o teste de memorização e repetiram a boa performance. Mantiveram memorizadas 48 palavras, em média. “Os participantes treinados foram capazes de aplicar o método de Loci com sucesso, mesmo após meses sem prática”, disse Martin. “Uma vez que você se familiariza com a estratégia e sabe usá-las, você pode manter sua performance alta sem muito esforço.”

Dresler ressalta a importância do treinamento mesmo entre os atletas.  Segundo ele, contrariando a noção de que uma boa memória se desenvolve naturalmente, “os campeões, sem nenhuma exceção, treinaram por meses e anos usando estratégicas mnemônicas para alcançar esses altos níveis de performance”. Katie, que entra na batalha com os competidores, confirma. “A maioria dos que eu conheço não considerava a sua memória boa antes de começarem os treinos. Sem as técnicas, eu não seria capaz de memorizar números ou cartas”, admite a campeã.

Estratégia secular

A primeira menção conhecida do método de Loci foi na obra Rhetorica ad herenniun, de autoria desconhecida, datada do primeiro século antes de Cristo, e diversos oradores o utilizaram ao longo dos séculos para memorizar os seus longos discursos. O segredo dessa estratégia é o uso da memória visual, um poderoso mecanismo para se guardar informações organizando uma lista com muitos itens. Campeões de memória o utilizam junto com outras técnicas, como associar conjuntos de números com palavras ou pares de cartas de baralho com objetos. 

Do Correio Braziliense

 

Lajedo-PE: Eleições 2016 – Rossine lidera pesquisa da DataVox, com 44,5% das intenções de voto; Antônio João, em segundo, tem 31%

Se a eleição do município de Lajedo, situado no Agreste Pernambucano, fosse realizada nesta quinta-feira (15.09), o prefeito Rossine Blesmany (PSD) seria reeleito com uma boa vantagem em cima do seu principal adversário, o engenheiro Antônio João Dourado (PSB).

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Segundo pesquisa eleitoral realizada em Lajedo nos dias 12 e 13 de setembro, pelo Instituto DataVox, o atual prefeito lidera tanto no levantamento espontâneo quanto estimulado, quando os entrevistadores usam um cartão com os nomes dos candidatos.

Na pesquisa estimulada o resultado foi o seguinte: Rossine obteve 47,8% das intenções de votos, contra 35,8% de Antônio Dourado. A candidata Delma (Pros) somou 1,5%. Os indecisos são 11,4% e 3,5% pretendem votar branco ou nulo. A diferença a favor do representante do PSD é de 12%.

Pela pesquisa espontânea (sem uso do cartão), Rossine totalizou 44,5%, Antônio Dourado 31% e Delma 1%. Neste caso a diferença a favor do prefeito é de 13,5%.

O prefeito Rossine ganha praticamente em todos os cenários e regiões de Lajedo. Dourado só consegue superar o adversário no eleitorado de 16 a 24 anos e entre os que ganham por mês, mais de três salários mínimos. Entre os que têm mais de 60 anos, o gestor chega a mais de 50% das intenções de voto. Em algumas áreas rurais soma até 80% das intenções de voto.

Antônio Dourado consegue melhor desempenho entre as mulheres e na zona urbana, perdendo nesses segmentos por uma diferença menor. A pesquisa do DataVox mostrou que o voto em Lajedo está consolidado, tanto a favor do candidato do PSD quanto do representante do PSB. Pouco mais de 10% dos eleitores admitiram mudar o voto até o dia 2 de outubro, o que significa que quase 90% dos lajedenses estão firmes com seus candidatos.

Com relação à rejeição dos três candidatos à prefeitura de Lajedo, nota-se que Antônio João e Rossine tem índices bastante parecidos: 20,8% disseram que não votariam no socialista e 18,8% não escolheriam o atual prefeito de maneira alguma.

A candidata Delma tem a menor rejeição entre os três candidatos. O DataVox procurou saber da aprovação do Governo de Lajedo. Rossine é aprovado por 64, 8% dos eleitores e reprovado por 33,4%.

O sentimento da maioria dos eleitores (incluindo de alguns eleitores do ex-prefeito Antônio João) é de que o atual gestor irá vencer a disputa. O governador de Pernambuco, Paulo Câmara, tem uma avaliação negativa maior do que positiva, entre os moradores de Lajedo.

A pesquisa realizada pelo DataVox aplicou 400 questionários em áreas rurais e urbanas de Lajedo, entrevistando as pessoas por casa (através de amostragem), em bairros e sítios como Cohab, Planalto, Bia Cosmo, Bom Jesus, Felipe Camarão, Vila dos Prazeres, Loteamento Antônio Dourado, Veva, Poço, Vilela, Delmário Braga, Abraão, Veloso, Betonho, Bairro Novo, Mutirão, Caldeirões e Madalena. Santa Luzia, Pereiro, Cantinho, Imaculada, Barriguda, Papagaio, Fazenda Nova, Sombra, Lagoa de Jurema, Jureminha, Retiro, Salgadinho, Queimadinha, Gameleira, Pau Ferro, Olho D´Água Novo, Olho D´Água Velho, Olhinhos D´Água, Lajes do Cadete, Xucurus e Olho D´Água dos Pombos.

O trabalho de pesquisa de campo realizado em Lajedo foi contratado pelo empresário Vilmar de Assis Silva, CPF 012233714-09. O registro no TSE/TRE foi feito no dia 08 (oito) de setembro e o número do protocolo é o de 05217/2016.

O DataVox é um instituto de pesquisas sediado em Campina Grande (PB) e que existe desde 2009. Tem um nome já consolidado no mercado, tendo feito trabalhos em importantes cidades da Paraíba, Pernambuco e outros Estados do Nordeste.

Há quatro anos, o Instituto Opinião, também de Campina Grande, coincidiu com o resultado da eleição em Lajedo. Agora resta aguardar para saber se os números do Datavox também retratam a realidade política deste município.

Imagem: Reprodução/ Roberto Almeida

Imagem: Reprodução/ Roberto Almeida

Com informações do Blog do Roberto Almeida

Pesquisa aponta que Paulo Câmara é o 6º pior governador do país

O Instituto Paraná realizou uma pesquisa entre os meses de setembro e dezembro de 2015 e após estudos da mesma, foi constatado que Paulo Câmara, o governador do estado de Pernambuco (PSB), assume o 6º lugar na lista. A pesquisa aponta que 47,6% dos entrevistados não aprovam o seu governo.

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Renan Filho (PMDB) alcançou 67,5% na avaliação feita por meio da pesquisa. Do contrário, o governador do estado do Paraná, Beto Richa (PSDB), foi considerado o pior, onde obteve apenas 24,4% de aprovação.

CONFIRA OS NÚMEROS DA PESQUISA:

  • Renan Filho (Alagoas) – 67,5%
  • Raimundo Colombo (Santa Catarina) – 64,4%
  • Rui Costa (Bahia) – 59,5%
  • Camilo Santana (Ceará) – 58%
  • Fernando Pimentel (Minas Gerais) – 54,4%
  • Marconi Perillo (Goiás) – 53,8%
  • Geraldo Alckmin (São Paulo) – 52,3%
  • Paulo Câmara (Pernambuco) – 47,1%
  • Rodrigo Rollemberg (Distrito Federal) – 45,7%
  • Simão Jatene (Pará) – 40,7%
  • Ivo Sartori (Rio Grande do Sul) – 35,9%
  • Luiz Fernando Pezão (Rio de Janeiro) – 27,9%
  • Beto Richa (Paraná) – 24,4%

Datafolha: Dilma melhora; Aécio lidera pesquisa. Sem Aécio, Marina fica na frente

A mais recente pesquisa Datafolha, realizada entre os dias 16 e 17 (quarta e quinta-feira), mostra que a imagem da presidente Dilma Rousseff tem uma pequena melhora. Por outro lado, o senador Aécio Neves (PMDB-MG), derrotado pela petista em outubro de 2014, lidera intenções de voto para a corrida presidencial em um cenário em que o ex-presidente Lula e a ex-ministra Marina Silva ficam em segundo e terceiro lugares, respectivamente.

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Segundo o Datafolha, Dilma agora tem percentual de desaprovação de 65%, recuando nas duas mais recentes pesquisas – o recuo fez Dilma igualar o índice de junho, terceiro patamar desfavorável desde a posse para o primeiro mandato, em janeiro de 2011. Na fase mais aguda da crise, em agosto, a rejeição à gestão da presidente chegou a 71%.

Já a taxa de aprovação do governo tem tendência de alta. Depois de chegar a 8% em agosto, o mais baixo percentual de sua trajetória na Presidência, Dilma teve sua gestão classificada como boa ou ótima por 10% dos entrevistados no fim de novembro. E, agora, repete-se a oscilação favorável à petista e esse percentual de aprovação chega a 12%.

“Apesar da melhoria, ela continua próxima do que pode ser entendido como o fundo do poço da popularidade. A taxa apurada em agosto (8%) foi, numericamente, a mais baixa da série histórica do Datafolha. Até então, o pior patamar era o do ex-presidente Fernando Collor na véspera de seu impeachment, em setembro de 1992 (9%)”, diz trecho de texto assinada pelo editor-adjunto da editoria Poder, da Folha de S.Paulo, Ricardo Mendonça.

A três anos da sucessão presidencial, segundo o Datafolha, Aécio lidera as intenções de voto nos dois cenários apresentados ao eleitor. Sem o senador tucano no páreo, Marina Silva figura na frente de Lula na preferência do eleitorado, mas em situação de empate técnico.

No cenário em que o PMDB lança o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, o presidente nacional do PSDB atinge 26% da preferência do eleitorado. Nesse contexto, Lula e Marina brigam pela segunda posição, com 20% e 19%, respectivamente.

Na simulação em que o candidato do PSDB é o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, quem lidera é Marina Silva, com 24% das intenções de voto. Nesse cenário, Lula obteve 21% das escolhas. Alckmin figura na terceira colocação, com 14%.

A margem de erro da pesquisa Datafolha é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 2.810 pessoas em 172 municípios.

Brasil já conta com 16 laboratórios para diagnosticar Zika

Ministério da Saúde capacitou mais 11 unidades neste mês para realizar o exame, além das unidades de referência que já fazem o teste.

O Ministério da Saúde capacitou mais 11 laboratórios públicos para realizar o diagnóstico de Zika. Contando com as cinco unidades referência no Brasil para este tipo de exame, já são 16 centros com o conhecimento para fazer o teste. Atualmente, a técnica diagnóstica utilizada pelo Ministério da Saúde é o PCR (Biologia Molecular). Nos dois próximos meses, a tecnologia será transferida para mais 11 laboratórios, somando 27 unidades preparadas para analisar 400 amostras por mês de casos suspeitos de Zika em todo o país.

O aumento do número de laboratórios capacitados amplia a capacidade e garante uma maior agilidade na detecção do vírus. O repasse da tecnologia está sendo feito pelos laboratórios sentinelas de referência da Fiocruz, localizados no Rio de Janeiro, Paraná, Pernambuco, Pará (Instituto Evandro Chagas) e São Paulo (Instituto Adolfo Lutz).

O Ministério da Saúde também realizou nesta semana, pregão para compra de insumos (primers e sonda) para a realização de 250 mil exames a um custo de R$ 645 mil. Até a primeira quinzena de janeiro, todos os laboratórios terão recebido os insumos.

Atualmente, estão capacitados para realizar os exames os Laboratórios Centrais (LACENs) dos estados da Bahia, Amazonas, Alagoas, Goiás, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Sergipe, Rio Grande do Norte e Distrito Federal, além dos laboratórios sentinelas de referência, que também terão sua produção ampliada. Em média, essas unidades realizam hoje cerca de 80 exames mensalmente em todo o país. No entanto, devido ao aumento de casos de microcefalia em decorrência do vírus Zika, essas unidades passarão a usar 100% da sua atual capacidade instalada. 

Já está programada a capacitação em RT- PCR em tempo real para mais 11 laboratórios centrais, que ficam nos estados do Espírito Santo, Acre, Amapá, Ceará, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Piauí, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Roraima e Rondônia. 

O Ministério da Saúde utiliza a vigilância sentinela para o monitoramento dos casos do vírus Zika. A circulação do vírus em uma região é confirmada em algumas amostras, por meio de teste PCR. Os Laboratórios de Referência Nacional (sentinelas) – que atualmente realizam todos os testes de Zika no país – são unidades laboratoriais de excelência técnica altamente especializada, na escolha da metodologia a ser utilizada e na capacitação dos outros laboratórios. Em média, leva-se de 0 a 15 dias para coleta, envio ao laboratório de referência, processamento, análise e resultado das amostras.

O teste deve ser feito, de preferência, nos primeiros cinco dias de manifestação dos sintomas. A partir da confirmação e caracterizada a presença do vírus na região, os outros diagnósticos são feitos clinicamente, por avaliação médica dos sintomas. Vale ressaltar que o vírus Zika é de difícil detecção já que cerca de 80% dos casos infectados não manifestam sinais ou sintomas.

Independente da confirmação das amostras para Zika, é importante que os profissionais de saúde se mantenham atentos frente aos casos suspeitos nas unidades de saúde e adotem as recomendações do protocolo vigente.

De acordo com o Protocolo de Vigilância e Resposta à Ocorrência de Microcefalia relacionada à Infecção pelo Zika, o teste deve ser feito por uma amostra de sangue, cordão umbilical ou líquor do bebê com microcefalia. Cada Secretaria de Estado estabelece, de acordo com sua estrutura, em conjunto com os serviços, as amostras preferenciais para análise. O protocolo estabelece os critérios para suspeita e confirmação em diferentes situações: gestantes, bebês natimortos, recém-nascidos prematuros e recém-nascidos de gestação a termo.

A suspeita é baseada na medida das dimensões da cabeça. Segue-se uma série de avaliações, com exames clínicos, de imagens, avaliação oftalmológica, auditiva e testes laboratoriais.

Novos casos de microcefalia, relacionados a infecção pelo vírus Zika, foram divulgados nesta terça-feira (15) pelo Ministério da Saúde. De acordo com o novo Boletim Epidemiológico, foram registrados 2.401 casos da doença e 29 óbitos, até 12 de dezembro deste ano. Esses casos estão distribuídos em 549 municípios de 20 Unidades da Federação.

O informe divulgado detalha, pela primeira vez, os primeiros casos confirmados e descartados. Do total de suspeitos notificados, foram confirmados 134 e descartados 102. Continuam em investigação 2.165 casos. Foi confirmado um óbito e descartados dois. Permanecem em investigação 26 mortes.

A investigação dos casos de microcefalia relacionados ao vírus Zika é feito em conjunto com gestores de Saúde de estados e municípios. O novo informe traz ainda os seis novos Estados (Espírito Santo, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, São Paulo e Rio Grande do Sul) que notificaram casos suspeitos. Equipes técnicas de investigação de campo do ministério da Saúde estão trabalhando nos estados de Pernambuco, Rio Grande do Norte, Paraíba, Sergipe e Ceará.

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Do Portal da Saúde

Nova Replay, informações é aqui!

 

13º salário deve injetar cerca de R$ 173 bilhões na economia até dezembro

O cálculo do Dieese leva em conta dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) ambos do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE)

A economia brasileira deve receber até dezembro uma injeção de cerca de R$ 173 bilhões adicionais por causa do pagamento do 13º salário, segundo estimativa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O montante – que vai beneficiar cerca de 84,4 milhões de trabalhadores do mercado formal, inclusive empregados domésticos, contribuintes da Previdência Social e aposentados e beneficiários de pensão da União – responde por aproximadamente 2,9% do Produto Interno Bruto (PIB).

1Em Pernambuco, serão cerca de R$ 5,1 bilhões, o equivalente a 3,3% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual. Ao todo, 3.241.143 trabalhadores receberão o benefício, um incremento 6,46% maior que 2014.

Pelos cálculos do Dieese, os beneficiários pelo 13º receberão em média R$ 1.924,00 adicionais até dezembro. O cálculo do Dieese leva em conta dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) ambos do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Também foram consideradas informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referente a 2012, e informações do informações do Ministério da Previdência e Assistência Social (MPAS) e da Secretaria Nacional do Tesouro (STN).

No caso da Rais, o Dieese considerou todos os assalariados com carteira assinada, empregados no mercado formal, nos setores públicos (celetistas ou estatutários) e privado, que trabalhavam em dezembro de 2014, acrescido do saldo do Caged de 2015 (até setembro).

Beneficiados
Cerca de 60,2% do total de beneficiados (50,8 milhões de pessoas) que serão beneficiadas com o pagamento adicional do 13º salário este ano são empregados formais. “Entre estes, os empregados domésticos com carteira de trabalho assinada somam 1 916 milhões equivalendo a 2,3% do conjunto de beneficiários do abono natalino”, diz a nota do Dieese. O montante a ser recebido pelos empregados formais é de R$ 121,7 bilhões.

Mais de um terço do total é de aposentados ou pensionistas da Previdência Social. Estas duas categorias somam um contingente de 33,6 milhões de pessoas, ou 38,6% do total de beneficiados. Além desses, cerca de 1,2% do total (979 mil pessoas) se referem aos aposentados e beneficiários de pensão da União. O total a ser recebido por essas categorias soma R$ 51,5 bilhões.

“Há ainda um conjunto de pessoas constituído por aposentados e pensionistas dos estados e municípios (regime próprio) que vai receber o 13º e que não puderam ser quantificados”, pondera o Dieese.

Da Agência Estado

Governo Dilma é ruim ou péssimo para 70% dos brasileiros, diz pesquisa

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A avaliação positiva do governo da presidente Dilma Rousseff subiu de 7,7%, em julho, para 8,8%, em outubro, indica pesquisa encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) ao instituto de pesquisa MDA, divulgada nesta terça-feira (27). De acordo com a pesquisa, 70% dos entrevistados reprovam o governo. Na pesquisa anterior, divulgada em julho, o percentual era de 70,9%.

Em outubro, a pesquisa aponta que 1,3% consideram o governo ótimo; 7,5%, bom; 20,4%, regular; 18,1%, ruim; 51,9%, péssimo; não sabem ou não responderam (0,8%). No levantamento anterior (julho), 1,5% consideravam o governo Dilma ótimo; 6,2%, bom; 20,5%, regular; 18,5%, ruim; e 52,4%, péssimo.

Desempenho pessoal

Sobre o desempenho pessoal da presidenta Dilma, 15,9% aprovam e 80,7% desaprovam. Na pesquisa anterior, os percentuais eram 15,3% e 79,9% respectivamente. O percentual de entrevistados que não sabe ou não respondeu foi de 3,4%, ante os 4,8% da coleta anterior.

O Instituto MDA ouviu 2.002 pessoas, em 24 unidades da Federação, entre os dias 20 e 24 de outubro. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Do Blog do Mário Flávio

TV Nova Replay, informações é aqui!

Brasil: Ibope e Datafolha divulgam última pesquisa antes das eleições

Pesquisas Ibope divulgada neste sábado (25) mostra que a candidata Dilma Rousseff (PT) à frente do candidato Aécio Neves (PSDB) neste segundo turno, porém com leve queda.

Datafolha, também divulgada neste sábado, a petista aparece em empate técnico com o tucano, e também com leve queda.

Ibope
VOTOS VÁLIDOS

Dilma Rousseff (PT) – 53% na anterior era 54%
Aécio Neves (PSDB) – 47% na anterior era 46%

VOTOS TOTAIS
Dilma – 49% na anterior era 49%
Aécio – 43% na anterior era 41%
Branco/nulo – 5%
Não sabe/não respondeu – 3%

Datafolha
VOTOS VÁLIDOS
Dilma Rousseff (PT) – 52% na anterior era 53%
Aécio Neves (PSDB) – 48% na anterior era 47%

VOTOS TOTAIS
Dilma – 47% na anterior era 48%
Aécio – 43% na anterior era 42%
Em branco/nulo/nenhum – 5%
Não sabe – 5%

O Ibope ouviu 3.010 eleitores em 206 municípios nos dias 24 e 25 de outubro. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-01195/2014.

O Datafolha ouviu 19.318 eleitores em 400 municípios nos dias 24 e 25 de outubro. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01210/2014.

Foto: Imagem da internet

Foto: Imagem da internet

TV Replay, o que é bom se repete!

Paulo Câmara tem 39; Armando 35, diz Ibope

Pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (23) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto na corrida para o governo de Pernambuco:

Paulo Câmara (PSB): 39%
Armando Monteiro (PTB): 35%
Zé Gomes (PSOL): 0%
Jair Pedro (PSTU): 0%
Miguel Anacleto (PCB): 0%
Pantaleão (PCO): 0%
Brancos e nulos: 10%
Não souberam responder: 15%

No levantamento anterior do instituto, divulgado em 16 de setembro, Paulo Câmara aparecia com 38% e Armando Monteiro, com 32%. Encomendada pela TV Globo, a pesquisa é a quarta do Ibope após o registro das candidaturas.

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Segundo turno
O Ibope fez uma simulação de segundo turno entre Paulo Câmara e Armando Monteiro. Os resultados são os seguintes:

Paulo Câmara (PSB): 39%
Armando Monteiro (PTB): 36%
Brancos e nulos: 10%
Não souberam responder: 15%

Realizada entre os dias 20 e 22 de setembro, a pesquisa contou com 2.002 entrevistas em 82 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levada em conta a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o protocolo número PE-00029/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo número BR-00752/2014.
Rejeição
O Ibope também pesquisou em quem os eleitores não votariam de jeito nenhum. Confira abaixo:

Pantaleão (PCO): 26%
Zé Gomes (PSOL): 24%
Jair Pedro (PSTU): 22%
Miguel Anacleto (PCB): 20%
Armando Monteiro (PTB): 19%
Paulo Câmara (PSB): 14%
Poderia votar em todos: 12%
Não sabe ou não respondeu: 26%

DO G1 PE

Segundo Turno: Dilma e Marina empatadas. Vai ser voto a voto

No principal cenário de disputa para segundo turno, Dilma tem 42% contra 41% de Marina, empatadas tecnicamente. No levantamento anterior, Marina e Dilma também estavam tecnicamente empatadas, a candidata do PSB tinha 45,5% contra 42 7% da petista. Na disputa entre Dilma e Aécio, a presidente se reelegeria com 45,5% contra 36,5% do tucano. Na última pesquisa, Dilma tinha 47,5% e o tucano, 33,7%.

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Segundo a CNT, foram entrevistadas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 unidades federativas das cinco regiões do País, nos dias 20 e 21 de setembro. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-00753/2014.

Primeiro Turno: Dilma tem 36; Marina, 27,4; Aécio 17,6

Pesquisa CNT/MDA divulgada nesta terça-feira (23) mostra que a presidente Dilma Rousseff ampliou a vantagem que tinha em relação à Marina Silva no primeiro turno da corrida ao Palácio do Planalto. Dilma oscilou de 38,1% para 36% das intenções de voto, mas Marina caiu de 33,5% para 27,4% na comparação para a sondagem divulgada do dia 9 de setembro. O candidato do PSDB, Aécio Neves, subiu de 14,7% para 17,6%.

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Segundo a CNT, foram entrevistadas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 unidades federativas das cinco regiões do País, nos dias 20 e 21 de setembro. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-00753/2014.

Bebês com baixo peso podem ter hiperatividade e depressão na infância

Um estudo apontou que os bebês nascidos com peso abaixo do normal têm maior chance de desenvolver hiperatividade e depressão na infância. Para chegar à conclusão, a pesquisa feita pela Universidade de São Paulo (USP) de Ribeirão Preto comparou a saúde mental de 665 crianças, com idade entre 10 e 11 anos.

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Estudo da USP aponta que recém-nascidos com baixo peso podem sofrer de depressão infantil Arquivo/Agência Brasil

Segundo a pesquisadora responsável, Claudia Mazzer Rodrigues, o estudo dividiu as crianças em cinco grupos de peso: muito baixo (abaixo de 1,5 quilos), baixo (1,5 kg a 2,5 kg), insuficiente (2,5 kg a 3 kg), normal (3 kg a 4,25 kg) e muito alto (acima de 4,25 kg). Esses valores são usados como referência pela Organização Mundial da Saúde.

No estudo, constatou-se que as crianças com peso muito baixo representam a maioria das que têm quadros de problemas mentais. Entre as 665 crianças avaliadas, 6,9% apresentavam indicadores de depressão. Os cientistas usaram questionários respondidos pelos pais e pelas próprias crianças.

No Brasil, de 0,4% a 3% das crianças sofrem de depressão. Entre os adolescentes, esse número varia de 3,3% a 12,4%. Quem tem a doença na infância e na adolescência apresenta mais chances de desenvolver depressão em idade adulta.

Especialistas definem como causas da depressão em crianças, como perda de vínculos afetivos, divórcio dos pais, falta de apoio familiar e violência física ou psicológica. Os pais devem ficar atentos aos primeiros sinais de alerta, que são queda do rendimento escolar, mudanças repentinas do estado de ânimo, isolamento e tristeza. 

Fonte: Fernanda Cruz – Agência Brasil

Brasileiros estão acima da média mundial quando o assunto é ‘preliminares’

Brasileiros fazem mais sexo oral e masturbação que a média mundial, aponta pesquisa

Estudo sobre comportamento sexual envolveu 29 mil pessoas de 37 países

O sexo ainda é um assunto tabu para boa parte da população, mas uma pesquisa sobre comportamento sexual mostra que os brasileiros são “calientes” e gostam de ter mais atividades durante as relações sexuais, além da penetração. O estudo Durex Global Sex Survey, patrocinado pela marca de preservativo Durex, comparou os dados do Brasil com os de outros 36 países, totalizando 29 mil pessoas. Foram entrevistados 1.004 homens e mulheres brasileiros entre 18 e 65 anos. 

Brasileiros são "calientes" e gostam de ter mais atividades durante as relações sexuais, revela pesquisa Getty Images

Brasileiros são “calientes” e gostam de ter mais atividades durante as relações sexuais, revela pesquisa
Getty Images

Em relação a indivíduos de outras nacionalidades, 50% dos brasileiros recebem sexo oral (contra 33%, no resultado global) e 48% fazem sexo oral (contra 32%). Quando o quesito é masturbação, 36% dizem receber o estímulo (contra 22%) e 34% masturbam o parceiro (contra 21%). O estudo também mostrou que 22% dos brasileiros costumam receber ou fazer massagens sensuais (contra 16%) e 15% fazem ou recebem sexo anal (contra 8%).

Para a psiquiatra e sexóloga Carmita Abdo, coordenadora do Prosex (Programa de Estudos em Sexualidade) da USP (Universidade de São Paulo), os dados demonstram que a qualidade do sexo é importante para a população.

— Os resultados evidenciam que uma vida sexual ativa e bem resolvida é valorizada pelo brasileiro. Cada vez mais a população relaciona sexo com educação e saúde.

Maioria dos brasileiros está descontente com parceiro na cama, aponta pesquisa

Sobre o uso de apetrechos, a pesquisa revelou que o brasileiro perde para a média global, ou seja, 17% no país recorrem a artigos para melhorar o sexo, contra 22% do resultado global.

— Mas esse resultado mostra uma evolução: há dez anos a proporção era de 2% ou 4%.

Sexo no primeiro encontro

Enquanto a maioria (61%) das mulheres brasileiras reprova o sexo no primeiro encontro, 58% dos homens acham esta atitude aceitável. A boa notícia é que o Brasil foi o país campeão no uso de camisinha na primeira relação, ou seja, 66% garantiram fazer sexo seguro, seguido da Grécia (65,5%) e Coreia do Sul (62,8%). Já os países que menos usam o preservativo são Nova Zelândia (32,6%), República Checa (30,4%) e Indonésia (27,6%).

Falta de desejo afeta 48% das mulheres com disfunções sexuais

Em geral, a principal preocupação de usar o preservativo é com as doenças sexualmente transmissíveis e a gravidez, sendo que nos dois casos os homens se declararam mais preocupados que as mulheres. Segundo Carmita, a má notícia é que a maioria das pessoas deixa a camisinha de lado quando está em um relacionamento estável.

— Relação estável supõe exclusividade, o que nem sempre acontece. Além disso, 34% dos que dizem não usar o preservativo no primeiro encontro não é um número baixo.

Compulsivos por sexo podem contrair doenças, emagrecer e perder parceiros 

A sexóloga reforça a necessidade de campanhas contínuas que atinjam todas as faixas etárias.

— Todos os dias alguém inicia a vida sexual no país, por isso as campanhas não podem ser sazonais. Além disso, muitos jovens ainda acreditam que a pílula previne doenças.

Para 70% dos homens e 53% das mulheres, satisfazer o parceiro é o principal objetivo da relação sexual.

Fonte: Fabiana Grillo, do R7

 

Caruaru-PE: Fecomércio e Sindloja realizam pesquisa de fim de ano

Com o apoio do Sindloja, o Centro de Pesquisa do Instituto Fecomércio realizou  uma pesquisa de sondagem de opinião com empresários, gestores e consumidores para o final de ano em Caruaru. O resultado da pesquisa sairá no início de dezembro 2013.

Assista, comente, curta, compartilhe e divulgue. Mande sugestões e críticas.

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População católica no Brasil cai de 64% para 57%, diz Datafolha

O número de brasileiros que se declaram católicos caiu de 64% em 2007, quando houve a última visita de um Papa ao país, para 57% em 2013, segundo pesquisa Datafolha publicada  pelo jornal “Folha de S. Paulo” neste domingo (21). Os dados foram divulgados na véspera da chegada do Papa Francisco ao Brasil para a Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro, que será iniciada nesta segunda-feira (22).

No mesmo período, a população de evangélicos pentecostais passou de 17% para 19%, a de evangélicos não pentecostais de 5% para 9% e a de espíritas kardecistas se manteve em 3%. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

A pesquisa foi realizada nos dias 6 e 7 de junho. Foram feitas 3.758 entrevistas em 180 municípios brasileiros. A porcentagem da população católica é a menor da série histórica do Datafolha, iniciada em 1994. Na época, 75% dos brasileiros eram católicos, 10% evangélicos pentecostais, 4% evangélicos não pentecostais e 4% espíritas kardecistas. O menor número de católicos registrado desde então havia sido em 2011, com 62%.

Entre os católicos, 26% consideram que o Papa Francisco é melhor que seu antecessor, o Papa Bento XVI; 50% acham que os dois são iguais, e apenas 3% consideram Francisco pior.

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Participação
A pesquisa também fez questionamentos sobre a participação dos entrevistados na igreja. Entre os católicos, apenas 17% costumam ir à missa e outros serviços religiosos mais de uma vez por semana. Quando é questionada a presença apenas uma vez por semana, o número sobe para 28%.

Ainda entre os católicos, 21% dizem ir à igreja uma vez por mês, e 7% assumem que não a frequentam.

Os números também apontam que 34% deles têm o hábito de contribuir financeiramente com a Igreja, com um valor médio mensal de R$ 23.

A participação parece é menor que a encontrada em outras religiões. Entre os evangélicos pentecostais, 63% vão à igreja mais de uma vez por semana, 52% contribuem financeiramente, e o valor médio é de R$ 69,10 mensais.

Entre os evangélicos não pentecostais, 51% vão à igreja mais de uma vez por semana, 49% contribuem financeiramente, e o valor médio é de R$ 85,90 mensais.

Já entre os espíritas kardecistas, 23% costumam participar de serviços religiosos, 16% contribuem financeiramente e o valor médio é de R$ 42 mensais.

Orientações religiosas
Os católicos também são os menos sujeitos a seguir as orientações políticas dadas por sua igreja, segundo o Datafolha. Apenas 5% dos entrevistados que se disseram católicos afirmaram ter votado em um candidato recomendado pela Igreja, e 11% consideram importante a opinião dos religiosos durante a campanha.

Entre os evangélicos pentecostais, os números sobem para 18% e 21%, respectivamente. Entre os evangélicos não pentecostais, 14% votaram em candidato recomendado e o mesmo número considera a opinião dos religiosos importante. Entre os espíritas kardecistas, os números caem para 3% e 12%.

Temas polêmicos
Os entrevistados também foram questionados acerca de temas polêmicos entre as religiões.

Em relação a leis que criminalizem o aborto, 22% dos católicos se disseram contra; o mesmo foi respondido por 16% dos evangélicos pentecostais, 23% dos evangélicos não pentecostais e 42% dos espíritas kardecistas.

Entre os católicos, 36% disseram ser contra a legalização da união de homossexuais. Entre os evangélicos pentecostais, 63% se disseram contra. O número cresce entre os evangélicos não pentecostais – 68% – e cai entre os espíritas kardecistas – 21%.

A adoção de crianças por casais gays é rejeitada por 42% dos católicos, 66% dos evangélicos pentecostais, 73% dos evangélicos não pentecostais e 31% dos espíritas kardecistas.

O número dos que são contra uma lei para punir a homofobia é menor em todas as religiões – 16% dos católicos, 24% dos evangélicos pentecostais, 21% dos evangélicos não pentecostais e 11% dos espíritas kardecistas.

Fonte: http://g1.globo.com/jornada-mundial-da-juventude/2013/noticia/2013/07/populacao-catolica-cai-de-64-para-57-diz-datafolha.html

Caruaru-PE: Vereador Zé Ailton fala sobre pesquisa

Entrevista a Edvaldo Magalhães.

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Criança que foi contaminada com o vírus HIV pela mãe é curada, mostra estudo

ÍndicehivUma equipe de médicos norte-americanos anunciou o primeiro caso de cura funcional de uma criança de 2 anos, que desde o nascimento foi contaminada com o vírus HIV, transmitido pela mãe soropositiva. De acordo com os especialistas, trata-se de eliminação viral. A criança ficou em tratamento por um ano e meio. Ela foi medicada com antirretrovirais e não apresenta mais sinais do vírus no organismo.

Para os pesquisadores, o tratamento precoce explica a cura funcional, bloqueando a formação de “estoques virais escondidos”. O caso foi apresentado durante a 20ª Conferência Anual sobre Retrovírus e Infecções Oportunistas (Croi), em Atlanta, na Geórgia.

A médica  Deborah Persaud, do Centro Infantil Johns Hopkins, do Hospital Universitário de Baltimore (Maryland, nos Estados Unidos), principal autora do estudo, disse que é fundamental que a terapia com antirretrovirais seja introduzida o mais cedo possível para impedir o avanço desses estoques escondidos.

A única cura completa de pessoa contaminada com o vírus HIV, que foi oficialmente reconhecida, é a do norte-americano Timothy Brown, conhecido como o paciente de Berlim. Ele foi declarado curado depois de um transplante de medula óssea de um doador que tinha uma mutação genética rara, que impedia o vírus de penetrar nas células. O transplante foi concebido para tratar a leucemia.

Fonte: Agência Brasil

Segundo estudo, Comer e beber demais diminui expectativa de vida

Nova pesquisa inglesa aponta que sobrepeso e excesso de bebida alcoólica estão entre os responsáveis pela diminuição da expectativa de vida

Embora comer e beber sejam necessidades fisiológicas, fazer isso em exagero pode ser prejudicial para a saúde de diversas maneiras. Em um novo trabalho, David John Spiegelhalter, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, tentou demonstrar o impacto do comportamento alimentar na expectativa de vida das pessoas.

Para isso, ele utilizou uma nova medida, denominada “microvida”, que define uma expectativa de vida de meia hora. Segundo ele, a “medida” se equivale a um milionésimo de vida depois dos 35 anos de idade.

 Usando dados de diversos estudos de população, o pesquisador conseguiu identificar diversos comportamentos responsáveis pela perda de “microvidas”.Fumar dois cigarros, por exemplo, elimina uma “microvida”. Da mesma maneira, ter cinco quilos de sobrepeso, beber mais de dois ou três copos de bebida alcoólica por dia, assistir televisão por mais de duas horas ou mesmo comer um hambúrguer também são responsáveis pela perda de “microvidas”.

“Em compensação, é possível ganhar “microvidas” deixando de tomar mais que uma bebida alcoólica por dia, comendo frutas e vegetais em abundância e praticando exercícios físicos”, tranquiliza o pesquisador.

Ainda de acordo com Sipegelhalte, outros fatores, como os demográficos, também podem se expressar em “microvidas”. Por exemplo, o simples fato de ser mulher já garante quatro “microvidas” a mais por dia em comparação com os homens. Além disso, os homens suecos têm 21 “microvidas” a mais por dia que os russos. E viver em 2010 garantiu o ganho de 15 “microvidas” diárias em comparação com o modo de vida em 1910.

Fonte: universia.com

Estudo constata uma possível ligação entre o consumo de bebidas diet a maior risco de depressão

Conforme pesquisa realizada nos Estados Unidos, verificou-se uma possível ligação entre o consumo de bebidas diet e um maior risco de depressão.

O estudo foi realizado com 250 mil pessoas, onde foi constatado que pessoas que consumiam quatro latas ou copos de refrigerantes ou sucos dietéticos por dia aumentavam o risco de depressão em até um terço.

Conforme matéria publicada no site G1.com, ‘o estudo apresentado na reunião anual da Academia Americana de Neurologia, não indicou a causa dessa ligação. A pesquisa também analisou o efeito do consumo diário de café e verificou que os consumidores contumazes da bebida tendem a sofrer menos de depressão’.

Segundo os pesquisadores, as pessoas que bebiam quatro copos de café por dia tiveram 10% menos chance de serem diagnosticados com depressão ao longo dos dez anos do estudo do que aqueles que não bebiam café.

‘Nossa pesquisa sugere que cortar ou reduzir o consumo de bebidas com adoçante ou trocá-las por café não adoçado pode reduzir naturalmente seu risco à depressão’, afirma o coordenador do estudo, Honglei Chen, do Instituto Nacional de Saúde da Carolina do Norte.

Ele disse, porém, que mais estudos são necessários para explorar as causas dessa relação.

Os pesquisadores advertem ainda que os resultados se aplicam aos objetos do estudo – pessoas acima de 50 anos vivendo nos Estados Unidos -, mas podem não ser repetidos em outras amostras.

Críticas
Os resultados da pesquisa americana são contestados pela Associação Dietética Britânica. Para a nutricionista Gaynor Russell, porta-voz da organização, o estudo não significa necessariamente que adoçantes provocam depressão.

‘Para começar, as pessoas que sofrem de depressão podem se ligar mais à ideia de que suas bebidas adoçadas provocam o problema e então adicionar uma inclinação em seus relatos de consumo passado, especialmente porque os refrigerantes nos Estados Unidos são muito demonizados. Além disso, pode ser que o consumo de bebidas dietéticas esteja ligado à obesidade e ao diabetes, o que podem ser em si mesmos causas para a depressão’, afirma.

Segundo ela, ‘os adoçantes não caloríficos têm um papel importante em dietas para as pessoas que tentam perder peso ou que têm diabetes, e certamente não é recomendável que elas substituam suas bebidas dietéticas por mais café’.

Russell afirma que a segurança dos adoçantes, como o aspartame, já foi extensivamente estudada por pesquisadores e é certificada por agências reguladoras.

Fonte: http://g1.globo.com, acesso dia 09/01/2013.

Você sabia?? Jogos de lógica modificam o cérebro

Nova pesquisa espanhola aponta que os videogames de lógica e acertos fortalecem o cérebro e aumentam o volume da massa cinzenta. O estudo mostra também que esse tipo de jogo facilita a conexão de neurônios

Crédito: Shutterstock.com

Há muitos anos o vídeogame  não é visto apenas como diversão. Inúmeros estudos já mostraram que esse tipo de jogo melhora a destreza dos dedos, aumenta o poder de imaginação e pode até mesmo modular o cérebro, interferindo de maneira positiva no processo de aprendizagem. Agora, um novo estudo espanhol mostra que o videogame pode mudar a morfologia do cérebro e aumentar o volume da massa cinzenta.

De acordo com a pesquisa, realizada pelas universidades Autônoma de Madrid e Complutense de Madrid, o objetivo era analisar como esses jogos influenciam a plasticidade do cérebro. Para elaborar o estudo, Roberto Colom, da UAM e Maria Ángeles Quiroga, da UCM, utilizaram um famoso jogo de recompensas e acertos, o Professor Layton.

Para observar como os jogos mudavam o volume do cérebro foram selecionadas pessoas habituadas ao uso do Nintendo DS, mas que nunca tivessem lidado com jogos de acertos antes. Após a escolha, foram avaliadas as capacidades verbal, espacial e de raciocínio de cada um dos voluntários, que deviam jogar durante um mês o tempo máximo de 16 horas em um controle de laboratório.

Depois do mês de experiência os cientistas puderam observar uma mudança no volume da matéria cinzenta dos voluntários, além da melhora na integridade da substância branca, o que facilita a coordenação de diferentes regiões cerebrais. Também foi possível identificar que houve um incremento na conectividade da rede de neurônios que preparava o indivíduo para uma futura atividade intelectual.

Fonte: universia.com

Segundo pesquisa, planejar viagem pode impulsionar felicidade

De acordo com o estudo, os efeitos da felicidade causada pelo planejamento de uma viagem ou das férias podem durar até oito semanas

O maior aumento de felicidade ocorreu com o simples ato de planejar as férias ou uma viagem

Publicada no jornal Applied Research in Quality of Life, a pesquisa envolveu mais de 1.500 adultos em um período de 32 semanas e mostrou que o maior aumento de felicidade ocorreu com o simples ato de planejar as férias ou uma viagem. Os efeitos duraram até oito semanas.

Depois do recesso, os índices de felicidade dos participantes caíram rapidamente para uma média comum para todas as pessoas. A quantidade de estresseou relaxamento vivenciada durante a viagem influenciou a felicidade pós-férias da média. Para aqueles que acharam as férias “neutras” ou “estressantes”, os benefícios do recesso não acompanharam o período depois das férias.

Para surpresa dos pesquisadores, até mesmo os viajantes que descreveram a viagem como “relaxante” mostraram um adicional na felicidade depois do recesso. “As férias realmente deixam as pessoas mais felizes”, disse o pesquisador líder Jeroen Nawijn, professor da Universidade de Ciências Aplicadas de Breda, na Holanda. “Mas descobrimos que aqueles que antecipam o recesso (com planejamento) demonstram sinais de maior felicidade”, acrescentou.

Fonte: http://noticias.universia.com.br

Em pesquisa IBOPE encomendada por TV Asa Branca – Zé Queiroz está com 54%

Em mais uma pesquisa do IBOPE, em parceria com a TV Asa Branca, divulgada hoje, aponta um aumento na liderança do candidato Zé Queiroz (PDT), com 54%, seguido de Miriam Lacerda, com 33%, e Fábio José (PSOL), com 4 %. Brancos e nulos somaram 5% e o percentual dos que não sabem ou não responderam alcançou 4%.

Esta pesquisa consultou 504 pessoas e está registrada no Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco. A margem de erro foi de 4 pontos, para mais ou para menos. O levantamento foi realizado entre os dias 18 e 20 de setembro.

Em quem você votará para prefeito e vereador? Enquete TV Replay – Resultados Parciais

A equipe da TV Replay, iniciou uma enquete pelos bairros da cidade de Cachoeirinha e Zona Rural, além da Vila de Cabanas, para sondar e colher opiniões a respeito das próximas eleições.

Esta enquete não terá nenhum interesse em mostrar a realidade de uma pesquisa, feita por um instituto sério ou mesmo renomado, nem terá critérios científicos que apurem um resultado com precisão como: sexo, idade, grau de instrução, etc. Nem tampouco um estatístico responsável para tal, mas apenas uma enquete espontânea nos bairros, que indique o desejo da população. Assim, não se trata de pesquisa eleitoral, prevista no art. 33 da Lei nº 9.504/97, e sim de mero levantamento de opiniões, sem controle de amostra, o qual não utiliza método científico para a sua realização, dependendo, apenas, da participação espontânea do interessado.

Portanto, não poderá ser usada como referência, nem como amostra, segundo o que preceitua a lei:

RESOLUÇÃO Nº 23.364
INSTRUÇÃO Nº 1161-56.2011.6.00.0000 – CLASSE 19 – BRASÍLIA – DISTRITO FEDERAL
Relator: Ministro Arnaldo Versiani
Interessado: Tribunal Superior Eleitoral
Dispõe sobre pesquisas eleitorais para as eleições de 2012.

Art. 2º Não estão sujeitas a registro as enquetes ou sondagens.
§ 1º Na divulgação dos resultados de enquetes ou sondagens, deverá ser informado que não se trata de pesquisa eleitoral, prevista no art. 33 da Lei nº 9.504/97, e sim de mero levantamento de opiniões, sem controle de amostra, o qual não utiliza método científico para a sua realização, dependendo, apenas, da participação espontânea do interessado.
§ 2º A divulgação de resultados de enquetes ou sondagens sem os esclarecimentos previstos no parágrafo anterior constitui divulgação de pesquisa eleitoral sem registro e autoriza a aplicação das sanções previstas nesta resolução.

Acompanhe aqui as parciais:

Na região La Casa participaram da enquete 20 pessoas.

Carlos Alberto(Beto de Tôta) – 11 intenções de voto ou 55%

André Raimundo – 5 intenções de voto ou 25%

Indecisos – 4 pessoas ou 20%

Vereadores citados:

Esmar Santos, 4 intenções de voto

Eduardo de Delino, 2 intenções de voto

Narciso, 1 intenção de voto

Cícero de Cabanas, 1 intenção de voto

Roberto Dilson, 2 intenções de voto

Genildo Dentista, 1 intenção de voto

Na região Pombos participaram da enquete 20 pessoas.

Carlos Alberto(Beto de Tôta) – 15 intenções de voto ou 75%

André Raimundo – 4 intenções de voto ou 20%

Indecisos – 1 pessoas ou 5%

Vereadores citados:

Esmar Santos, 2 intenções de voto

Eduardo de Delino, 6 intenções de voto

Natal, 1 intenção de voto

Sandra, 1 intenção de voto

Espírito Santo, 1 intenção de voto

Gereba, 2 intenções de voto

Cícero de Cabanas, 1 intenção de voto

Roberto Dilson, 1 intenções de voto

Genildo Dentista, 1 intenção de voto

Resultado Parcial Geral da Enquete para Prefeito:

Carlos Alberto(Beto de Tôta) – 26 intenções de voto ou 65%

André Raimundo – 9 intenções de voto ou 23%

Indecisos – 5 pessoas ou 13%

Resultado Parcial Geral da Enquete para Vereador:

Esmar Santos, 6 intenções de voto

Eduardo de Delino, 8 intenções de voto

Narciso, 1 intenção de voto

Cícero de Cabanas, 2 intenção de voto

Roberto Dilson, 3 intenções de voto

Gereba, 2 intenções de voto

Genildo Dentista, 2 intenções de voto

Natal, 1 intenção de voto

Sandra, 1 intenção de voto

Espírito Santo, 1 intenção de voto