Cachoeirinha-PE: OUTUBRO ROSA – Saúde comemora mês de combate ao câncer de mama com alerta às mulheres

Nesta terça-feira (24), a Prefeitura de Cachoeirinha, por meio da Secretaria Municipal de Saúde realizou atividades de mobilização com a comunidade voltada às comemorações do Outubro Rosa, iniciativa que tem como objetivo a conscientização para prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama.

A Secretária de Saúde, Larissa Barreto, junto da equipe do NASF, equipe composta por profissionais de diferentes áreas de conhecimento, que atuam de maneira integrada e apoiando os profissionais das Equipes Saúde da Família, médicos, e demais profissionais da área, estiveram ofertando um mutirão da saúde, no qual as mulheres dispuseram de consultas médicas voltadas à prevenção do câncer de mama, Testes Rápidos, Aferição de PA, Testes de HIT, Vacinas, Atendimento Nutricional, Atendimento Social e Atendimento Psicológico.

Na ocasião, o prefeito Ivaldo Almeida de forma breve, retratou a importância das mulheres estarem participando do evento, e reafirmou o compromisso de continuar desenvolvendo ações em todas as secretarias do município, buscando sempre o melhor para todo cidadão cachoeirinhense.

A Presidente da Câmara, a vereadora Silva Xavier também esteve participando da campanha, e falou em como o autoexame da mama é uma forma de cuidar e conhecer o corpo.

O Outubro Rosa vem conscientizar as mulheres quanto à importância do autocuidado. Tomar a decisão de se cuidar é o primeiro passo para a cura.

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Agressão – Uma em cada 100 mulheres recorreu à Justiça por violência doméstica em 2017

Apenas 5% dos processos de agressão doméstica em tramitação tiveram algum tipo de andamento no ano passado

Um estudo do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) revelou que, ao final do ano passado, uma em cada cem mulheres brasileiras abriu uma ação judicial por violência doméstica. No levantamento, divulgado hoje (12) e elaborado pelo Departamento de Pesquisas Judiciárias da instituição, constatou-se que 1.273.398 processos dessa natureza tramitavam na justiça dos estados. Desse total, 388.263 eram casos novos. Em relação a 2016, o número apresentado foi 16% maior.

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Apenas 5% dos processos de agressão doméstica em tramitação tiveram algum tipo de andamento no ano passado. Em relação ao feminicídio, crime considerado hediondo desde 2015, foram 2.795 ações pedindo a condenação de um agressor enquadrado nessa modalidade em 2017, em uma proporção de oito casos novos por dia, ou uma taxa de 2,7 casos a cada 100 mil mulheres. Em 2016, haviam sido registrados 2.904 casos novos de feminicídio.

De acordo com o CNJ, o volume de processos julgados (440.109) foi ampliado em 19% na comparação com 2016. Um dos fatores que motivaram o aumento é o programa Justiça pela Paz em Casa, que consiste em uma força operacional de tribunais estaduais concentrada ao longo de três dias, em que são decididos os destinos de vítimas e autores de crimes de violência doméstica e familiar contra a mulher. Mais de 800 mil casos (833.289) ainda aguardavam um desfecho no final de 2017.

Segundo o CNJ, desde que o Justiça pela Paz em Casa foi adotado, em março de 2015, até dezembro do ano passado, foram proferidas 111.832 sentenças e concedidos 57.402 pedidos de medida protetiva. Destes, 40,5% (23.271) foram deferidos durante as três semanas da última edição do programa, em novembro.

Atualmente, há 125 varas e juizados especiais em todos os estados e no Distrito Federal que cuidam exclusivamente de processos relativos a violência doméstica. No ano anterior, eram 111 varas. Em primeiro lugar na lista está o Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT), com 16 varas, seguido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), que possui 13.

O CNJ que alguns tribunais, por não organizarem estatísticas sobre o assunto, não tiveram seus dados computados pelo estudo.

Uma em cada três vítimas procuram o Estado

Outra pesquisa, divulgada na semana passada, indica que somente uma em cada três mulheres afirmou ter recorrido a algum equipamento do Estado para enfrentar a violência à que foi submetida. Segundo o levantamento Aprofundando o Olhar sobre o Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, realizado pelo Observatório da Mulher contra a Violência e pelo Instituto de Pesquisa DataSenado, 29% das mulheres consultadas dizem que foram vítimas de violência contra a mulher. Em 2015, o percentual era de 18% das entrevistadas.

O índice, tornado conhecido a cada dois anos desde 2005, sempre foi mantido entre 15% e 19%, e, segundo o DataSenado, essa oscilação ascendente não significa necessariamente um crescimento real dos casos, e sim sinaliza um maior reconhecimento das mulheres de que são vítimas de agressão.

Para chegar aos resultados, os pesquisadores consultaram, entre novembro de 2017 e fevereiro de 2018, autoridades vinculadas a órgãos atuantes no enfrentamento à violência contra as mulheres nas cidades de Feira de Santana (BA), Goiânia (GO), Palmas (TO), Santa Maria (RS) e Lavras (MG). No método escolhido, foram realizadas 19 entrevistas em profundidade.

Para chegar aos resultados, os pesquisadores consultaram, entre novembro de 2017 e fevereiro de 2018, autoridades vinculadas a órgãos atuantes no enfrentamento à violência contra as mulheres nas cidades de Feira de Santana (BA), Goiânia (GO), Palmas (TO), Santa Maria (RS) e Lavras (MG). No método escolhido, foram realizadas 19 entrevistas em profundidade. 

Por Agência Brasil

Pesquisa – Cerca de 40% das mulheres relataram ter sido assediadas sexualmente

Levantamento do Datafolha mostra que as ruas e o transporte coletivo são os locais onde a maioria da violência ocorre

Cerca de quatro em cada 10 mulheres já foram assediadas no Brasil é o que aponta pesquisa divulgada pelo instituto Datafolha neste sábado. Mais precisamente, 42% afirmaram já ter sofrido assédio sexual. Foram entrevistadas 1.427 brasileiras a partir dos 16 anos entre os dias 29 e 30 de novembro. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. 

(FOTO: SHUTTERSTOCK)

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Desse total, 29% conta ter vivido a violência na rua e 22% no transporte coletivo. Na sequência, aparece o local de trabalho (15%), escola ou faculdade (10%) e em casa (6%). 

Outro fator revelado na pesquisa é que quanto mais nova a mulher, mais casos de assédios são relatados. Entre mulheres de 16 anos a 24 anos 56% relataram a violência. Entre as de 25 a 34 anos (50%), 35 a 44 anos (45%). Por fim, entre as de 45 a 59 anos o índice cai para 34% e as com 60 anos ou mais fica em 24%. 

A cor da pele também influencia na quantidade de assédio. As orientais/amarelas são as que mais relataram o problema, 49%. Na sequência vieram as na cor preta (46%), parda (45%), branca (40%) e indígena (34%). 

O nível de escolaridade também foi verificado e o levantamento mostrou que as mulheres com ensino superior foram as mais assediadas, totalizando 57%. Já entre as que tem ensino médio 47% relataram ter sofrido assédio e 26% das que têm apenas o ensino fundamental. 

Outro ponto verificado é que mulheres que católicas que residem em cidades com menos de 50 mil habitantes da Região Nordeste do país foram menos assediadas. 

Entre as regiões com mais casos a Centro-Oeste é a campeã com 50%. Na sequência vem: Sudeste (49%), Norte (40%), Sul (37%) e Nordeste (34%). 

Em relação a vivência religiosa as que não acreditam em Deus sofreram mais. 77% das ateias afirmaram ter sofrido assédio. Seguidas pelas espirítas Kardecista (72%), Não tem religião (68%), religiões Afro-Brasileiras (59%), Evagélicas (47%), outra religião (39%) e Católicas (32%).

Por Estado de Minas

Governo cria rede para combater violência e ampliar direitos das mulheres

Para articular governo e setores da sociedade no enfrentamento da violência contra a mulher e na promoção da igualdade de gênero, o governo criou nestq quarta-feira (6) a Rede Brasil Mulher. O decreto que institui a rede foi assinado pelo presidente Michel Temer em cerimônia no Palácio do Planalto.

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O Brasil Mulher atuará com base nos eixos da autonomia econômica e igualdade no mundo do trabalho; enfrentamento e combate da violência contra e mulher; saúde, educação e fortalecimento da participação das mulheres nos espaços de poder e decisão.

O objetivo é mobilizar governos, setor empresarial e organizações da sociedade civil para o cumprimento da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU), em especial do quinto objetivo, de alcançar a igualdade de gênero e empoderamento de todas as mulheres e meninas.

Temer disse que a intenção da rede é envolver também os homens nas ações voltadas para promover a autonomia das mulheres, além de aumentar a participação feminina na política. “Esta mensagem que estamos hoje aqui comemorando é tão prioritária que é preciso união de esforços e não apenas das mulheres, mas de homens e mulheres”, disse Temer em breve discurso após a assinatura do decreto. “Com a rede haverá melhor entrosamento, melhor emprego de recursos e melhores resultados”, acrescentou.

Feminicídios

A secretária de Políticas para as Mulheres, Fátima Pelaes, lembrou que o Brasil tem a quinta maior taxa de feminicídios do mundo e disse que a Rede Brasil Mulher buscará contribuir para mudar essa realidade. “A rede é uma iniciativa que ultrapassa os limites de governo e anima e orienta a luta da sociedade e do Estado para novos e melhores tempos”.

De acordo com a secretária, as ações da rede serão orientadas pela Política Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres e acordos internacionais dos quais o Brasil é signatário.

A Rede Brasil Mulher terá um comitê executivo, com participantes de ministérios como Cultura, Trabalho, Desenvolvimento Social, Saúde e Justiça, que vão desenvolver ações direcionadas às mulheres.

Por Agência Brasil

Pesquisa indica que 27% das mulheres nordestinas já sofreram violência doméstica

Nos estados do Nordeste brasileiro, 27% das mulheres com idade entre 15 e 49 anos já foram vítimas da violência doméstica praticada por maridos, companheiros ou namorados. As cidades onde essa violência foi maior são Salvador, Natal e Fortaleza. Esses são alguns dos dados levantados pela Pesquisa Condições Socioeconômicas e Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, apresentada na tarde desta quarta-feira (23) no auditório da representação da ONU no Brasil, em Brasília.

Imagem: Internet

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Elaborada em parceria com o Instituto Maria da Penha e coordenada pelo professor José Raimundo Carvalho, da Universidade Federal do Ceará, a pesquisa revela os impactos sociais, econômicos, emocionais e psicológicos nas vítimas e também na família, especialmente em crianças e adolescentes. Foram ouvidas 10 mil mulheres por 250 entrevistadores.

No lançamento, a secretária nacional de Direitos da Mulher, da Presidência da República, Fátima Pelaes, lembrou que a inclusão do fator econômico nos dados da pesquisa é fundamental para a formulação de politicas públicas, porque a violência contra as mulheres afeta a renda das trabalhadoras:

“É importante que a sociedade entenda que a violência doméstica está impactando a economia em torno de R$ 1 bilhão por ano. Precisamos envolver todo mundo nessa luta. As empresas precisam entender isso. Daí a ideia de formação da Rede Brasil Mulher, para mobilizar todos e todas no combate a essa violência, que passa de geração em geração”.

Para Fátima Pelaes, a educação escolar tem um papel importante e, por isso, pediu ao Ministério da Educação que inclua a igualdade de gênero nos livros didáticos.

Ao apresentar os números, o professor José Raimundo Carvalho lembrou que a violência doméstica existe em todos os países, sem exceção, e custa muito caro aos cofres públicos, por isso cobrou políticas públicas para enfrentar o problema. “No Brasil, tivemos três ações que ajudaram a combater a violência doméstica: os programas Bolsa Família e de microcrédito e a Lei Maria da Penha, mas não possuímos instrumentos para entender as relações de poder que fomentam a violência”.

Carvalho destacou que, entre as mulheres brancas com nível de educação superior, o percentual de vítimas é dez vezes menor do que entre as pretas sem qualquer instrução, e “isso deixa clara a desigualdade social e racial entre as mulheres que sofrem a violência”.

Dos pais para os filhos

Outra constatação da pesquisa foi a transmissão da violência doméstica entre as gerações. Os números mostram que, nos nove estados nordestinos, 88% das mulheres souberam que suas mães foram agredidas. E quatro em cada 10 também se tornaram vítimas dessa mesma violência.

“É a da perpetuação da violência” – disse o professor Carvalho. “Homens e mulheres criados em lares violentos reproduzem esse modelo quando adultos. E as mulheres também são vítimas [quatro em cada 10] de homens que também viram as mães agredidas”.

Outro dado alarmante, segundo o coordenador da pesquisa, é o da exposição das crianças à violência doméstica: 55% das mulheres agredidas disseram que as agressões se deram na frente dos filhos. Para o professor, na idade adulta, esses filhos vão reproduzir o que viram: os meninos vão acreditar que a violência é uma solução e as meninas vão aceitar a violência como uma realidade que não podem evitar.

Violência na gravidez

Segundo o coordenador da pesquisa, um dos dados mais chocantes foi o das agressões sofridas pelas mulheres gestantes. Segundo os números da pesquisa, 7% das mulheres agredidas durante a gestação têm entre 15 e 24 anos e o agressor não leva em conta o estágio da gravidez.

“Ele agride no primeiro trimestre e a maioria diz que não sabia que a mulher estava grávida, mas agride também no segundo e no terceiro trimestre”, disse. Nesses casos, ele observa, o feto é igualmente agredido e vai ser um recém-nascido com problemas de baixo desenvolvimento.

“E ainda há um agravante: a mulher grávida agredida tende à depressão e enveredar para o uso de álcool e de drogas, piorando ainda mais a saúde dela e do bebê”.,

Politicas públicas

A Secretaria Nacional dos Direitos da Mulher investiu R$ 2 milhões no projeto, que contou ainda com o apoio da Organização das Nações Unidas, por meio da ONU Mulheres, e Instituto Avon. Para o professor José Raimundo Carvalho, a comunidade acadêmica internacional já reconheceu a importância dessa pesquisa, a primeira no mundo a trabalhar cientificamente tal volume de dados levantados de maneira criteriosa.

“Essa pesquisa é de tal modo importante que não deve ficar restrita aos dados do Nordeste. Precisamos expandi-la para todo o Brasil, onde a violência doméstica não é menos alarmante” – disse.

Por Agência Brasil

Brasil avança no diagnóstico do câncer de mama

Desde a década 90, o mês de outubro tem sido dedicado ao trabalho de conscientização sobre o câncer de mama, tipo mais letal entre as mulheres e que afeta, por ano, mais de 57 mil brasileiras. Este ano, a campanha do Ministério da Saúde e o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), “Câncer de mama: vamos falar sobre isso?”, tem como objetivo desconstruir os mitos associados à doença. Entre os alertas, a importância da detecção precoce, a partir da orientação do médico e da realização da mamografia.

Nos últimos anos, o acesso a exames no Sistema Único de Saúde, assim como tratamento da doença tem sido ampliado gradativamente. De janeiro a junho de 2015 foram realizados 1,8 milhão de mamografias no país, 31% a mais que no mesmo período de 2010 (1,4 milhão de exames). O crescimento é ainda maior, de 51%, quando comparados os exames realizados entre mulheres de 50 a 69 anos (faixa etária prioritária) nos primeiros semestres de 2010 (724.409) com 2015 (1.092.577).

As Regiões Norte e Nordeste foram as que mais registraram crescimento, quando comparado o primeiro semestre deste ano com o mesmo período dos últimos cinco anos. Na Região Norte o aumento foi de mais de 100%, tanto no geral quanto na faixa prioritária, passando de 29.114 para 63.745, no geral, e de 14.376 para 33.963, na faixa prioritária. No Nordeste, o principal aumento foi na faixa prioritária, ampliando em cinco vezes o número de mamografias realizadas, passando de 124 mil para 629.517. No geral, o número de exames saltou de 261.341 para 401.421.

Na comparação com anos fechados, o total de mamografias realizadas na faixa etária prioritária aumentou 61,9% entre 2010 (1.547.411) e 2014 (2.506.339). Já em números totais desses exames, o aumento foi de 41,8% entre 2010 (3.035.421) e 2014 (4.304.619).

O Sistema Único de Saúde (SUS) garante a oferta gratuita de exame de mamografia para as mulheres brasileiras em todas as faixas etárias. A faixa dos 50 aos 69 anos é definida como público prioritário para a realização do exame preventivo pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e seguida pelo Ministério da Saúde baseado em estudos que comprovam maior incidência da doença e maior eficiência do exame.

O rastreamento é uma estratégia de detecção precoce utilizada em políticas públicas para populações-alvo específicas a fim de reduzir a mortalidade por uma determinada doença. Essas diretrizes visam aprimorar a política de atenção ao câncer, garantindo também que todas as mulheres, independente da idade, com pedido médico, façam o exame. Desta forma, o Ministério da Saúde tem garantido investimento crescente na assistência oncológica, com ampliação de 45% dos recursos nos últimos quatro anos, totalizando R$ 3,3 bilhões em 2014.

MOBILIZAÇÃO – Neste Outubro Rosa, a campanha vai enfatizar para as mulheres que buscar informações confiáveis constituem importante estratégia para a detecção precoce e o controle do câncer de mama. Há consenso científico atualmente sobre a influência de fatores comportamentais no desenvolvimento de diversas doenças, inclusive o câncer de mama. Manter uma alimentação saudável, praticar atividade física regularmente e evitar o consumo de bebidas alcoólicas podem contribuir para a redução do risco de desenvolver câncer de mama.

O movimento popular Outubro Rosa é internacional. Em qualquer lugar do mundo, a iluminação rosa é compreendida como a união dos povos pela saúde feminina. Em Brasília, o prédio Central do Ministério da Saúde, o Congresso Nacional e outros monumentos públicos estão iluminados com luzes cor-de-rosa. O movimento também está presente em várias partes do país.

INCA - Para estabelecer e fomentar a comunicação com as mulheres e a população sobre o câncer de mama, a campanha do INCA deste ano vai contar com cartaz, filipeta, e hotsite (www.inca.gov.br/outubro-rosa), além de inserções nas mídias sociais do Ministério da Saúde (facebook, twitter e Blog da Saúde).

Outra ação de comunicação promovida pelo Instituto é a exposição “A Mulher e o Câncer de Mama no Brasil”, que aborda aspectos históricos, médicos e culturais das mamas, com atenção especial ao câncer e à evolução das ações para o seu controle no Brasil. Iniciativa do INCA e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a mostra é composta por 22 painéis que serão dispostos no Terminal Alvorada, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro em parceria com o Consórcio BRT.

A exposição também conta com uma versão digital que pode ser exibida em eventos e iniciativas de mobilização. Os interessados devem entrar em contato com o INCA pelo e-mail atencao_oncologica@inca.gov.br e fazer a solicitação do material.

Do Portal da Saúde

TV Replay, o que é bom se repete!

Agrestina-PE: Shows de manobras e recorde no público marcaram o 7º Motocross do Campeonato Pernambucano na cidade

Na manhã deste domingo (13), a cidade de Agrestina sediou o 7º motocross, sendo a 4ª etapa do campeonato pernambucano. Evento este que encerrou a programação dos 87 anos de emancipação política do município.

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No sábado (12) foi realizado um treino preparatório e quem esteve presente pode constatar que o evento do Domingo iria reservar uma mistura de adrenalina, beleza em manobras e muita competitividade.

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O evento teve início por volta das 08h do Domingo (13), na fazenda Amapá, perímetro urbano da cidade. O público foi uma atração à parte e quem compareceu fez questão de vibrar e principalmente entrar no clima da competição.

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Logo após algumas voltas na pista para reconhecimento, antes da largada oficial, o jovem piloto Tallys Nathan de 14 anos falou das condições da pista e da confiança de estar no lugar mais alto do pódio.

CLIQUE E ESCUTE AS PALAVRAS DO COMPETIDOR TALLYS NATHAN:

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Athalo Brito de apenas 11 anos, uma grande promessa no motocross, diz que vem com tudo para esta competição, já que no ano passado não se saiu muito bem.

CLIQUE E ESCUTE AS PALAVRAS DO ÍCONE DO MOTOCROSS ATHALO BRITO:

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O piloto Athalo Brito, foi campeão na categoria oficial 65CC, mantendo o índice e ainda mais confiante para a próxima etapa.

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Ultrapassagens maravilhosas, pilotos perdendo o controle da moto e muita poeira levantada; assim foi o 7º motocross de Agrestina.

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Evandro Filho, natural da cidade de Santa Cruz do Capibaribe-PE e atualmente morando na capital Recife, se intitula um verdadeiro fanático pela modalidade e avalia o campeonato no Nordeste e principalmente a ascensão dos pilotos.

CLIQUE E ESCUTE AS PALAVRAS DO JOVEM EVANDRO:

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Há apenas 5 meses no Brasil, o piloto Holandês Jeffrey Bruns, mostra desenvoltura com o nosso idioma e fala da expectativa para a competição.

CLIQUE E ESCUTE O DEPOIMENTO DO COMPETIDOR JEFFREY BRUNS:

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O pai de Jeffrey, o Sr. Roberto Bruns, morando há 9 meses em nosso país, se enche de orgulho ao falar do seu filho e faz comparação das pistas e do clima.

CLIQUE E ESCUTE AS PALAVRAS DO SR. ROBERTO BRUNS:

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As mulheres também arrasaram nas pistas e quem levou a melhor, alcançando o primeiro lugar foi Laninha Lopes, na categoria MX feminina.

CLIQUE E ESCUTE AS PALAVRAS DA CAMPEÃ LANINHA LOPES:

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Albertino Lopes, pai da campeã Laninha, expressa toda felicidade pelo momento que a filha está vivenciando e parabeniza a organização.

CLIQUE E ESCUTE O DEPOIMENTO DO SR. ALBERTINO LOPES:

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Na categoria 125 a 200CC, quem levou o troféu do 7º motocross foi o piloto Léo Bala.

CLIQUE E ESCUTE AS PALAVRAS DO VENCEDOR DESSA CATEGORIA:

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O piloto Israel Feitosa, da cidade de Santa Cruz do Capibaribe, patrocinado pelo prefeito Thiago Nunes, subiu no pódio como 1º colocado duas vezes nas categorias: Open Nacional e Especial MX3.

CLIQUE E ESCUTE AS PALAVRAS DO JOVEM ISRAEL FEITOSA:

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A Prefeitura de Agrestina apoia o Campeonato de Motocross, que foi realizado na cidade como parte da programação dos 87 anos de emancipação política. O prefeito Thiago Nunes fala com a nossa reportagem da satisfação de estar sediando um evento deste porte e principalmente por estar contribuindo com a geração de renda beneficiando os munícipes.

CLIQUE E ESCUTE AS PALAVRAS DO PREFEITO THIAGO NUNES:

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O evento contou com a presença de autoridades, como empresários de vários setores locais e visitantes, secretários, vereadores e políticos de outros municípios. Na ocasião, o secretário de Obras e Urbanismo Saulo Batista, que ficou à frente do evento, parabenizou a cidade pelos 87 anos e especial o prefeito Thiago Nunes pelo apoio.

CLIQUE E ESCUTE O DEPOIMENTO DO SECRETÁRIO SAULO BATISTA:

O locutor e organizador das etapas do motocross Pernambucano, o Titacross, fez um balanço da competição e reforça o convite para as datas posteriores e as respectivas cidades que irão sediar o evento.

CLIQUE E ESCUTE AS PALAVRAS DO LOCUTOR DO EVENTO, O TITACROSS:

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O evento é uma realização das Secretarias de Educação e Esportes; Cultura, Turismo e Juventude de Agrestina, com apoio da Secretaria de Esportes e Lazer de Pernambuco, Empetur e Associação dos Secretários e Dirigentes de Turismo de Pernambuco (Astur-PE).

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TV REPLAY, O QUE É BOM SE REPETE!

Caruaru-PE: Na Espanha, secretárias municipais visitam Fundação Feminista Entredos

Durante viagem à Espanha para participarem do Fórum “Mulheres, Política e Democracia”, a secretária especial da Mulher e de Direitos Humanos de Caruaru, Elba Ravane, e a secretária de Participação Social, Louise Caroline, visitaram a Fundação Feminista Entredos.  Na oportunidade, as secretárias municipais dialogaram com uma das fundadoras do projeto, a feminista Ana Dominguez Loschi, em um encontro que durou aproximadamente uma hora e rendeu discussões sobre a importância das feministas nos governos.

Criada há 12 anos, a Fundação Feminista Entredos é administrada por um conselho e não possui fins lucrativos, nem é beneficiada por nenhum financiamento. O projeto apresenta uma metodologia inovadora na qual nenhuma mulher representa a fundação e a fundação não representa nenhuma mulher, as mulheres representam a si mesmas. O espaço autônomo promove cursos, oficinas, exposições de arte; apresentações de livros, poesias e documentários; ambientes de convivência; além de orientações jurídica, psicológica e de cuidados com o corpo.

A secretária especial da Mulher, Elba Ravane, disponibilizou materiais institucionais da Secretaria Especial da Mulher e de Direitos Humanos para que a feminista Ana Dominguez tivesse conhecimento sobre a experiência municipal no desenvolvimento de políticas públicas específicas. O encontro antecedeu as atividades do Fórum Internacional de Salamanca, no qual as secretárias apresentam trabalho com o tema “Ampliação da participação política das mulheres através da institucionalização da participação social: a experiência da cidade de Caruaru”.

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TV Replay, o que é bom se repete!

Dicas de Saúde com o Dr. Sebastian Leite #53

Xantelasma - Será falado sobre suas causas, diagnóstico e tratamento. Aqui na TV  Replay toda semana uma dica nova de saúde estará sendo postada, com o intuito de deixar o internauta sempre bem informado em relação a sua saúde!

Convidamos vocês internautas para interagir conosco. Envie-nos suas dúvidas e questionamentos, através do email: tvreplay@tvreplay.com.br, que o Dr. Sebastian Leite lhes responderá.

Confira a matéria!

Melão engorda, aumenta diabetes e dá candidíase em mulheres

Apesar de ter poder hidratante, frutinha que parece inofensiva pode trazer muitos problemas se consumida de forma errada

Um melão docinho parece só trazer benefícios para o corpo, já que tem muita água em sua composição. De fato, ele tem um alto poder hidratante. Contudo, não é essa maravilha toda: ele pode engordar, aumentar os níveis de insulina no sangue, piorando a diabetes, e ainda – surpreendentemente – estimular a candidíase em mulheres.

Quem explica é a nutricionista Flávia Cyfer. “Ele é digerido muito rápido e isso faz com que a glicose entre muito rápido no sangue, gerando um pico de glicemia. Esse processo também vai exigir altas quantidades de insulina para colocar essa glicose na célula e isso vai engordar”, garante. Ainda de acordo com a especialista, a candidíase pode aumentar graças aos fungos presentes na fruta. “Ele tem muito fungo – é aquela partezinha mais branca que fica por cima das sementes – e uma mulher que já sofra com a doença pode ter o problema aumentado”.

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Ele pode ser bom em um ponto: é muito alcalinizante. Isso significa que vai ajudar as células das pessoas que comem de maneira pouco saudável (com muito conservante e fritura) a limpar o organismo desse PH ácido, a fim de iniciar uma nova rotina de alimentação.

Dicas de consumo

Nunca na sobremesa – Como ele é digerido muito rápido, se for consumido após a refeição, a comida que tem digestão mais lenta vai deixá-lo preso no estômago. Nessa condição, ele pode fermentar e gerar gases. Sempre coma o melão sozinho.

Óleo de coco ou castanha – Para resolver o problema de chegar ao sangue muito rápido, a nutricionista indica colocar uma colher de óleo de coco em cima ou comer com duas castanhas junto, para não ter pico de glicemia.

Opte pelo mais verde – Quanto mais maduro, mais doce, mais glicose. Se estiver mais verde, vai ter menos glicose.

Fonte: www.bolsademulher.com

Estudo associa uso de anticoncepcionais a risco maior de glaucoma

As mulheres que tomam anticoncepcionais orais durante mais de três anos correm duas vezes mais riscos de desenvolver glaucoma do que aquelas que não fazem uso da pílula, alertou um estudo divulgado esta segunda-feira nos Estados Unidos.

O aumento do risco foi semelhante, independentemente do tipo de anticoncepcionais orais ingeridos, afirmou Shan Lin, da Universidade da Califórnia em San Francisco, autor principal do estudo realizado com 3.406 mulheres maiores de 40 anos entre 2005 e 2009.

“Este estudo deve fomentar mais pesquisas para estabelecer a relação causal entre a ingestão de anticoncepcionais orais e o glaucoma”, disse este professor de oftalmologia, que apresentou sua pesquisa na conferência anual da Academia Americana de Oftalmologia.

“Por enquanto, as mulheres que tomaram anticoncepcionais orais durante três anos ou mais devem fazer um exame de glaucoma e consultar periodicamente um oftalmologista, sobretudo se tiverem outros fatores de risco existentes”, recomendou.

Uma das principais causas da cegueira, o glaucoma afeta cerca de 1% da população maior de 40 anos. Esta doença crônica é causada pela destruição progressiva das fibras do nervo óptico devido a vários fatores, entre os quais o mais comum é um aumento anormal da pressão intraocular (PIO).

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Embora este estudo não tenha chegado a estabelecer uma relação de casualidade entre a pílula e o glaucoma, pesquisas anteriores demonstraram que o estrogênio, hormônio sexual feminino, pode ter um papel significativo no desenvolvimento desta doença.

O glaucoma é incurável, mas por meio de um tratamento precoce, com frequência pode ser controlado com medicamentos ou com uma cirurgia para estabilizar a destruição do nervo óptico.

Fonte: AFP

Seios envelhecem mais rápido do que as outras partes do corpo feminino

Descoberta pode explicar o motivo de o câncer de mama ser o tipo mais comum de câncer entre as mulheres

Fonte da imagem: shutterstock

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Durante um estudo os pesquisadores analisaram milhares de amostras de vários tipos de tecidos, dando especial atenção a um processo natural chamado metilação, no qual ocorre uma alteração química no DNA. Segundo explicaram, conforme envelhecemos o padrão dessas alterações químicas vão mudando e, a partir da avaliação dessas mudanças é possível determinar a idade de alguém com 96% de precisão.

Envelhecimento mamário

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Foi através dessas análises que os cientistas perceberam que tecidos e órgãos envelhecem com ritmos diferentes, e que se estiverem doentes — com câncer, por exemplo — a velocidade é muito mais rápida. No entanto, ao estudar as células saudáveis, os pesquisadores observaram que os seios envelhecem mais depressa do que outras partes do corpo feminino. Em média, essas estruturas mostraram ter entre 2 e 3 anos mais do que a idade das mulheres.

Para os cientistas, o ritmo de envelhecimento dos seios provavelmente se deve à constante exposição dessas estruturas aos hormônios. Aliás, como o envelhecimento é considerado um fator de risco para o desenvolvimento do câncer de mama, o estudo sugere que o ritmo acelerado de envelhecimento desse tecido pode explicar o motivo de esse ser o tipo de câncer mais comum entre as mulheres.

CSI

Fonte da imagem: pixabay

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Os pesquisadores explicaram que o novo sistema, além de poder ser empregado para determinar o ritmo de envelhecimento de órgãos e tecidos — e potencialmente ajudar no diagnóstico de câncer, apontando o envelhecimento precoce de células através de biópsias —, também pode ser utilizado pela medicina forense. Como o método funciona com amostras de sangue, ele pode ser aplicado para revelar a idade de suspeitos, por exemplo.

O outro sistema em uso para determinar a idade de alguém está baseado na análise do comprimento dos telômeros — as pontinhas dos cromossomos, que vão diminuindo como se fossem pavios de velas conforme envelhecemos —, mas apresenta apenas 53% de precisão. O método desenvolvido agora está disponível livremente para que outros cientistas possam utilizá-lo, e a ideia é que as duas técnicas sejam aplicadas em conjunto.

Isso sem contar que o estudo pode ajudar os cientistas a entender o processo de envelhecimento. Além disso, uma vez os pesquisadores entendam qual é o papel da metilação no envelhecimento, quem sabe eles não descubram uma forma de reduzir a velocidade desse processo?

Fonte: NewScientist

 

Caruaru-PE: Polícia civil prende duas mulheres e apreende 4 Kg de maconha

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Fernanda

Fernanda

 

Juliana

Juliana

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Na tarde desta quarta-feira (18), agentes da 90ª Delegacia de Polícia Civil de Caruaru (3ª DP), sob o comando do delegado Victor Leite, debelaram um tráfico de drogas, prenderam duas mulheres e apreenderam quatro quilos de maconha pronta para o consumo. Foram presas: Fernanda Maria da Conceição, de 18 anos, que mora na rua Tenente Gerônimo, no bairro José Liberato e Juliana Ramos da Silva, de 27 anos,  residente na rua Amauri de Medeiros, bairro São Francisco.

Delegado Victor Leite

Delegado Victor Leite

O delegado titular da 3ª DP Dr. Victor Leite, informou que a sua equipe já vinha investigando o tráfico de drogas no bairro José Liberato e na tarde de hoje, montaram uma campana próximo a Rua da Gaia, naquele bairro e flagraram o momento em que Juliana chegou em uma moto táxi, e no momento que a Fernanda lhe entregava uma bolsa contendo 3 quilos da droga, foram abordadas pelo policiamento. O mototaxista e as mulheres foram levados para a delegacia, porém o rapaz foi liberado. Posteriormente os policiais foram até a casa da Fernanda e encontraram mais um quilo de maconha prensada. 

Diante das evidências, as mulheres confessaram o tráfico. Fernanda disse que pegou a droga de um fornecedor que não quis dizer o nome e que entregaria para a Juliana vender. Segundo Juliana, ela repassou cada quilo da droga ao preço de R$ 800 e que a comparsa iria lhe pagar depois que vendesse o entorpecente. As duas foram autuadas em flagrante e serão encaminhadas para a Colônia Penal Feminina de Buíque.

 

Esta é especial para as mulheres…Confiram!!!

SUCO DE COUVE COM MELÃO

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Este suco funciona como diurético e antioxidante natural. Deve ser tomado todos os dias pela manhã para auxiliar na eliminação de toxinas e evitar a retenção de líquidos, também ajuda a frear o apetite, combater e evitar a celulite.

Suco de couve com melão emagrece pois é rico em fibras solúveis e insolúveis. As fibras do tipo solúvel são responsáveis por agilizar o trânsito intestinal, enquanto as do tipo insolúvel formam uma espécie de gel em contato com a água, aumentando a sensação de saciedade e dificultando a absorção de gorduras.

Então anota aí a receita!!!

  • 1 folha de couve crua 
  • 1 fatia média de melão
  • 200 ml de água de coco
  • Folhas de hortelã a gosto
  • Suco de 1/2 limão
  • Bata todos os ingredientes no liquidificador e tome em seguida

Fonte: http://dietasesucos.com/suco-couve-melao

Dificuldade para ter orgasmo: tratamento

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A ausência ou dificuldade de ter orgasmo após a estimulação sexual, mesmo havendo o interesse e todas as possibilidades para que isso aconteça é mais comum do que se imagina. Chamada de anorgasmia, essa disfunção sexual atinge entre 50% a 70% das mulheres, em qualquer idade. O ginecologista e obstetra Vander Guimarães, professor de tocoginecologia da Faculdade de Medicina de Petrópolis, explica que não há uma causa definida para o problema, que pode ser primário a (a pessoa nunca experimentou o prazer sexual), secundário (já ocorreu o orgasmo anteriormente, mas ele foi interrompido a partir de determinado momento da vida) ou situacional (a falta de orgasmo somente acontece em determinadas circunstâncias). “O orgasmo é uma reação complexa que depende de muitos fatores, de ordem física, emocional e psicológica. Algumas doenças (causas orgânicas), alterações psicológicas (psicossociais) e até mesmo medicamentos e drogas podem interferir e dificultar o prazer da mulher“, afirma.

Anorgasmia: causas

Segundo o médico, as causas orgânicas são as menos frequentes e contribuem em apenas 5% dos casos. As causas psicossociais são mais comuns, como a falta de diálogo entre o casal, a pouca habilidade sexual do parceiro, tabus e crenças errôneas acerca da sexualidade, a falta de informação e uma educação sexual repressora. “A anorgasmia pode diminuir a autoestima da mulher, levando a uma inibição do desejo sexual e a um menor interesse pelas relações sexuais. Ou até existe o interesse e o desejo para a realização do ato sexual. O que acontece é a dificuldade para se atingir o orgasmo. Mas o fato de a mulher não ter chegado ao clímax em determinada relação não permite que se faça o diagnóstico de anorgasmia”, esclarece.

Tratamento da anorgasmia

O tempo de duração da anorgasmia vai depender das causas relacionadas a ela. Quanto mais precoce for a detecção do problema, mais rápida será a solução. O interesse da mulher pela melhora e o empenho do casal também contribuem para acelerar o tratamento deste transtorno. O médico explica que ao identificar a falta de orgasmo, a mulher deve procurar um médico de sua confiança, como o clínico geral ou um ginecologista, para verificar possíveis causas orgânicas para sua sintomatologia. Após esta avaliação outros profissionais, a exemplo de sexólogos, psicólogos e terapeutas podem ser importantes para melhor avaliação e condução do tratamento.

“Antes de qualquer coisa, é preciso que haja diálogo entre o casal. O homem precisa ser participado do problema e a conversa entre os dois é o primeiro passo para se buscar o entendimento da situação. Se não houver colaboração do parceiro, dificilmente a mulher conseguirá vencer os obstáculos que estão impossibilitando o seu prazer sexual. O tratamento dependerá das causas relacionadas e dos sintomas, mas podem ser recomendados desde mudanças comportamentais, terapia ou o uso de medicações. Em algumas situações, a terapia de casal é uma solução encontrada”, finaliza.

Fonte: http://www.bolsademulher.com/sexo/dificuldade-para-ter-orgasmo-tratamento/por Mariana Bueno

Curiosidades!! Quantas vezes por dia pensamos em sexo?

De acordo com o estudo realizado nos Estados Unidos, os homens pensam mais em sexo do que as mulheres

Segundo a pesquisa realizada por Terri Fisher, da Universidade Estadual de Ohio, Estados Unidos, a maioria dos homens tem 19 pensamentos sexuais por dia, embora alguns tenham atingido um número colossal de 388 pensamentos. Em média, uma mulher pensa em sexo 10 vezes por dia, o que acrescenta mais pensamentos registrados 140 vezes em 14 horas.

O estudo foi realizado com 300 indivíduos de ambos os sexos. Na pesquisa, Fischer também mostrou que os homens pensam mais em necessidades básicas como comida e sono, que as mulheres.

 Os detalhes da pesquisa foram publicados na última edição do The Journal of Sex Research.

 

 


Fonte: Universia Brasil

Caminhada Feminina 14!

Nesta quinta – feira (06) de setembro, o candidato José Neves, que concorre às eleições para prefeito desta cidade, promoveu uma passeata feminina, que teve saída na Avenida Luiz Coimbra com destino à Rua José Ramos. O candidato e seus demais seguidores, vestiram a camisa vermelha, que é sua cor oficial, e em festa, ao som de reboques de som, percorreram as principais ruas de São Caitano. Por todo trajeto era possível perceber a exuberância e criatividade dos coordenadores da campanha, que investiram em fogos de artifícios e decorações, deixando as ruas do percurso, com a “cara” de seu candidato.

Mulheres na política de Barreiros!

As mulheres estão engajadas na política de Barreiros. Pena que elas na sua maioria não encontram apoio das próprias companheiras; há muita inveja entre elas, se bem que as mulheres deviam ser mais unidas, não acham? Em entrevista com a candidata Sandra do PT sentí na pele a forte desunião e falta de apoio por parte de muitas mulheres da cidade. Sandra, mesmo assim não desiste, mesmo sendo mais uma de outras tentativas, ela diz ” só desistem as fracas ” É isso aí garota! Em breve mais novidades a respeito das mulheres na política barreirense.

Eleições Recife: De olho na força das mulheres !

As mulheres, maioria do eleitorado no Recife e em grande parte dos Estados, invariavelmente são cortejadas por candidatos, seja com propostas específicas para elas, seja pela sua presença em chapas majoritárias ou mesmo com a participação das esposas dos postulantes nas campanhas dos maridos. Cada concorrente à Prefeitura do Recife vem, à sua maneira, procurando cativar o eleitorado feminino.

Com núcleos setoriais que se organizam independente dos anos eleitorais, o Partido dos Trabalhadores entra na disputa de 2012 com um grupo de mulheres afinado para um debate que promete ultrapassar as questões de gênero.

Para conquistar o eleitorado feminino, o candidato da Frente Popular a prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), conta com duas mulheres ativistas, que prometem fazer a diferença na campanha: a esposa Cristina Mello e a coordenadora do grupo de mulheres da coligação, Luciana Lima.

Embora o partido não possua um segmento organizado de mulheres, as representantes do sexo feminino desempenham papéis preponderantes na campanha do candidato Mendonça Filho (DEM). A tropa é liderada por sua esposa, Taciana Mendonça.

O candidato do PSDB, Daniel Coelho, deve apresentar em sua campanha uma ativa participação do chamado “bloco feminino”, capitaneado pela sua candidata a vice, Débora Albuquerque (PPS), e pela sua esposa, a nutricionista Rebeca Magalhães Coelho.

Um histórico de 35 anos de militância ligada às causas feministas é o que apresenta a única candidata à Prefeitura do Recife nestas eleições, Edna Costa (PPL).

Além de Débora, do PPS, Albenise Pires (PSOL) e Kátia Teles (PSTU) sairão como vices em outubro.

 

 

Homens com Camisa Jeans

Para homens que querem ter estilo sem cair no óbvio a dica é investir na camisa jeans. Por ser uma peça atemporal pode ser usada sem culpa e nem receio de que está usando algo retrô. Perfeita para aquelas ocasiões mais descontraídas, pode-se combinar jeans com jeans, mas cuidado, tem que equilibrar na produção.

Mas esse camisa não só se limita ao guarda-roupas masculinos,  as mulheres também investem no jeans. Com lavagem mais clara combinada com bermuda, jeans ou alfaiataria a camisa jeans caiu na preferência de todos.