Borbulhas medicinais: champanhe é a nova arma para melhorar a memória

(Foto: Shutterstock)

O champanhe pode ajudar a memória, quer notícia melhor numa segunda-feira? (Foto: Shutterstock)

Depois do vinho tinto ganhar recomendações médicas de consumo moderado pelos seus poderes antioxidantes, agora existe uma desculpa científica também para o champanhe nosso de cada dia: uma pesquisa de uma universidade britânica provou que os compostos de polifenol dos tintos também são encontrados nas uvas vermelhas de alguns espumantes, melhorando a memória espacial e a gravar novas memórias, mesmo com o avançar da idade. 

Os pesquisadores da Reading University usaram ratos para provar que esses polifenóis retardariam a perda de proteína associada ao envelhecimento – e à perda gradual de memória. O teste foi o seguinte: metade dos animais ingeriu a bebida com o jantar e a outra metade, não. Depois, os animais foram colocados em um labirinto em busca de comida e, cinco minutos após serem retirados de lá, foram novamente colocados no mesmo labirinto para ver quem lembrava o caminho melhor. O resultado? 70% dos bebedores de champanhe acharam a trilha, contra apenas 50% dos ratos abstêmios.

Depois de seis semanas consumindo os espumantes no jantar, os animais mostraram um aumento de 200% nas proteínas que ajudam a retenção de memória. Mas atenção: para adicioná-lo à sua rotina de cuidados, é necessário que o champanhe ou espumante tenha uvas vermelhas em sua composição, categoria chamada de blanc de noir (em oposição ao blac de blanc feito apenas com uvas claras). Um brinde à novidade!

Fonte: http://vogue.globo.com/lifestyle/noticia/2013/07/borbulhas-medicinais-champanhe-e-nova-arma-para-melhorar-memoria.html

 

Video exposição fotográfica de Cachoeirinha celebra cinquentenário de emancipação

A exposição em Cachoeirinha conta, por meio de fotos, vídeos e palestras, a história da cidade que este ano comemora 50 anos de emancipação política. A exposição ficará até o dia 1° de julho com os seguintes horários de visitação: segunda à sábado – 08h às 12h e das 14h às 22h, e aos domingos das 14h às 18h.

Projeto de própria particularidade, o idealizador e organizador Miguel Simões de Almeida há sete anos vem colhendo material para por em prática o seu projeto. Em parceria com a Secretaria de Cultura, comerciantes locais e a população em geral, o Sr. Miguel Simões conseguiu montar um acervo com 500 fotografias e vídeos. Confira a entrevista.

1ª) Qual a importância dos cidadãos cachoeirinhenses deve ter ao conhecer esses 50 anos de história da nossa cidade?

A importância para os visitantes e moradores de nossa cidade é trazer a memória tudo que se foi preservado, homenageando as pessoas que fizeram por cachoeirinha e contribuíram para que hoje tudo isto pudesse ser lembrado.

2ª) Nesses 50 anos que a exposição representa, o que a cidade alcançou?

Se partirmos dos relatos retratados pelos antigos moradores que fizeram parte dessa história, muita coisa foi mudada, evidente que muita coisa pra melhor, isso é fato, porém, algumas coisas ficaram esquecidas, pois, Cachoeirinha não só deve ser lembrada por ser a cidade do couro e aço, queijo e carne do sol, mas também lembrar que já existiu em nossa cidade obras que hoje poderiam ter se tornado patrimônio cultural da cidade, como: o antigo cruzeiro, o centro social, o clube Rio Una, que infelizmente, só poderão ser vistos através da nossa exposição, pois, as mesmas ou não existem mais ou foram modificadas pelo tempo e pela falta de interesse de nós mesmos.

3ª) O que esperas de Cachoeirinha para o futuro com o conhecimento do passado?

Trazer a tona principalmente para os jovens à simplicidade, o respeito e a história viva de personalidades políticas, religiosas, cívicas que fizeram de nossa cachoeirinha o que ela é hoje, fixando uma história de vida que viesse nos trazer reflexão.

      

Visitem e revivam essa história :)