Cachoeirinha-PE: Nesta quarta-feira (23) haverá Juri Popular – Caso: Homem que assassinou o próprio irmão

Nesta quarta-feira (23), acontecerá na Câmara de Vereadores da cidade de Cachoeirinha-PE, a partir das 9.30h, o julgamento de Martinho José da Silvacom a idade de 58 anos, acusado de no ano de 1998 ter praticado homicídio contra seu irmão (Paulo José dos Santos) mediante emboscada e uso de arma de fogo, onde na ocasião, segundo informações, o motivo que levou o acusado a cometer tal delito, teria seu irmão abusado sexualmente da sobrinha. 

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Após 17 anos, no dia 26 de fevereiro do corrente ano, a equipe da Polícia Civil diligenciou e encontrou o acusado trabalhando e residindo no Sítio Barragem, zona rural de Lajedo-PE.

Foi dado cumprimento ao mandado de prisão, este expedido pela comarca de Cachoeirinha-PE; em seguida o imputado foi conduzido e recolhido para a cadeia pública de Cachoeirinha-PE, onde encontra-se até o momento.

O juri será presidido pelo Exmo. Juiz de Direito, Dr. Moacir Ribeiro; representando o Ministério Público e acusação, estará o Exmo. Promotor de Justiça, Dr. Paulo Augusto e para a defesa do réu, o advogado, Dr. Francisco Félix.

A TV Replay estará fazendo a cobertura completa do julgamento e levando até você o resultado deste Juri Popular.

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Cachoeirinha-PE: Juri Popular – “Peço que o acusado seja condenado, mas por homicídio culposo, ele não teve a intenção de matar seu filho, foi imprudência…”, Tese levantada pelo Advogado de defesa

Nesta terça-feira (19.05) foi realizado na Câmara Municipal de Vereadores de Cachoeirinha-PE, o julgamento do réu GILMAR PACHECO DE ANDRADE, acusado de ter matado seu próprio filho, uma criança com 2 anos de idade no ano de 1998.

O Juri foi presidido pelo Exmo. Juiz Auxiliar em exercício cumulativo, o Senhor Moacir Ribeiro da Silva Júnior, com participações do representante do Ministério Público, Dr. Paulo Augusto (Acusação) e o Advogado de Defesa, o Sr. Washington Cadete.

Após o representante do Ministério Público, o Promotor Paulo Augusto apresentar seu depoimento e sua acusação contra o réu, foi a vez do Advogado de defesa que iniciou suas colocações justificando o fato de ter pedido o desaforamento do referido juri para outra comarca. Segundo Dr. Washington Cadete, o pedido nada mais teria sido apresentando que não fosse para resguardar as partes, tanto da família da vítima quanto do acusado, visto que a cidade é uma cidade pequena, com pouco mais de 19 mil habitantes, e não queria expô-los.

Dr. Washington Cadete apresentou aos jurados e ao público presente que sua defesa estaria baseada nos laudos técnicos, e que os mesmos em momento nenhum teria comprovado o espancamento do filho do seu cliente; que o exame tanatoscópico definiu a causa da morte como traumatismo craniano, e que no corpo da criança não constatou-se fraturas ou mesmo queimaduras nos órgãos genitais ou na língua, acusações que foram levadas aos autos por testemunhas que estiveram arroladas ao processo.

Conforme citações da defesa, e que você internauta, confere no vídeo acima, o advogado de defesa bateu forte quanto ao que foi levantado pela acusação, no tocante dos depoimentos de testemunhas contra o réu; Dr. Washington Cadete disse que o Ministério Público estaria se apegando as provas relatadas pelas testemunhas em juízo, porém a defesa teria se beneficiado com tal fato, pois, uma das testemunhas, teria mentido descaradamente em seu depoimento, quando na ocasião do fato, teria dito que desconhecia as atitudes do pai contra o filho, e sim conhecia que a genitora gritava com a criança, depoimento inicial, prestado no ano de 98; no entanto, anos depois, em 2012, essa mesma testemunha teria voltado a depor e em novo relato modificou todo o contexto, acusando desta vez o pai da criança. 

“O transformou no monstro de Cachoeirinha…”, Disse advogado de defesa se tratando do depoimento da testemunha, ao qual o mesmo expôs diversas vezes aos jurados.

“Mentirosa, descarada, prestou falso testemunho…”, palavras do advogado de defesa contra essa mesma testemunha envolvida no processo. Enfático em suas palavras ao falar da referida testemunha, levou ao juri a questão de que esta teria algum tipo de antipatia com os familiares da criança, sendo ela vizinha do casal na época.

Desta forma, o advogado dando sequência a defesa, disse que na dúvida de ter acontecido os fatos ou não, pois segundo o mesmo, os laudos não comprovaria tal espancamento, Dr. Washington Cadete pediu absolvição do acusado, não da pena, não do crime, mais do crime qualificado, como pediu o Ministério Público.

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Cachoeirinha-PE: Juri Popular – Representante do Ministério Público apresenta o crime que culminou com o assassinato de uma criança de 2 anos, morta pelo próprio pai – “Crime selvagem, frio e anunciado!”, Disse Promotor

Nesta terça-feira (19.05) foi realizado na Câmara Municipal de Vereadores de Cachoeirinha-PE, o julgamento do réu GILMAR PACHECO DE ANDRADE, acusado de ter matado seu próprio filho, uma criança com 2 anos de idade no ano de 1998.

O Juri foi presidido pelo Exmo. Juiz Auxiliar em exercício cumulativo, o Senhor Moacir Ribeiro da Silva Júnior, com participações do representante do Ministério Público, Dr. Paulo Augusto (Acusação) e o Advogado de Defesa, o Sr. Washington Cadete.

O primeiro a iniciar com os depoimentos foi o representante do Ministério Público, o Promotor Dr. Paulo Augusto, que relatou acreditar no papel dos jurados no tocante a sentença final; Disse que tem participado por diversas vezes de juris na comarca e tem acompanhando a demonstração de cidadania e de respeito com que a bancada de jurados vem representando toda sociedade.

Na explanação do caso, mediante os relatos e provas nos laudos, Dr. Paulo Augusto defendeu sua tese afirmando ser um crime triplamente qualificado. Apresentou minuciosamente aos jurados e aos presentes que lotou o recinte do julgamento, toda trajetória dos fatos que culminou na morte de uma criança de 2 anos, assassinada pelo próprio pai no ano de 1998, assim julgado e condenado, mediante sentença final deferida na tarde desta terça-feira.

Retratou o crime como selvagem, frio e anunciado, visto que o réu já teria sido acusado de maus tratos pela avó materna, recebido uma pena e nunca cumprindo a mesma, pois estava foragido, e como a pena aplicada teria sido de 1 ano, o tempo passou e a pena teve fim sem nunca ter o acusado se apresentado.

Porém, após quase 15 anos, o acusado resolve ir retirar uma certidão de antecedentes criminais para apresentar em um local de trabalho, e é surpreendido com um mandado de prisão em seu desfavor, expedido pela Comarca de Cachoeirinha-PE; A partir daí, deu-se início ao processo de prisão e reclusão do réu.

Todo o caso será apresentado para você internauta, a partir deste momento, através do representante do Ministério Público, Dr. Paulo Augusto.

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Cachoeirinha-PE: Juri Popular – Legítima defesa foi a tese levantada pela defesa para livrar o réu da pena

Na última quarta-feira (20), aconteceu o juri popular de DAMIÃO BATISTA DE OLIVEIRA, realizado na Câmara de Vereadores Cícero Cintra na cidade de Cachoeirinha.

O Juri foi presidido pela Juíza Ângela Mesquita de Borba Maranhão, com participações do representante do Ministério Público, Dr. Paulo Augusto (Acusação) e a Advogada de Defesa, Jéssica Patrícia.

Legítima defesa foi a tese levantada pela defesa para livrar o réu da pena, onde proferindo seu discurso, a advogada Jéssica Patrícia alegou ter erros no inquérito.

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advogada

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Cachoeirinha-PE: Juri Popular – “…ninguém pode pedir condenação ou absolvição pelo que se ouve falar…” – Tese da Acusação – PARTE II

Nesta quarta-feira (20), aconteceu o juri popular de DAMIÃO BATISTA DE OLIVEIRA, realizado na Câmara de Vereadores Cícero Cintra na cidade de Cachoeirinha.

O Juri foi presidido pela Juíza Ângela Mesquita de Borba Maranhão, com participações do representante do Ministério Público, Dr. Paulo Augusto (Acusação) e a Advogada de Defesa, Jéssica Patrícia.

Nesta segunda e última parte da matéria, a tese da acusação, retrata a importância e a responsabilidade da decisão dos jurados em julgar o réu, levando em conta o que encontra-se nos autos e nas provas apresentadas. Deixando claro, que cada um que foi convocado para julgar representa a decisão da sociedade em geral.

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PAULO

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Cachoeirinha-PE: Juri Popular – “…julgamos fatos e não pessoas…” – Tese da Acusação – PARTE I

Nesta quarta-feira (20), aconteceu o juri popular de DAMIÃO BATISTA DE OLIVEIRA, realizado na Câmara de Vereadores Cícero Cintra na cidade de Cachoeirinha.

O Juri foi presidido pela Juíza Ângela Mesquita de Borba Maranhão, com participações do representante do Ministério Público, Dr. Paulo Augusto (Acusação) e a Advogada de Defesa, Jéssica Patrícia.

Nesta primeira parte da matéria, a tese da acusação, relata que o julgamento é do fato e não de pessoas. Retrata que o crime de homicídio é algo muito grave e que afronta o maior bem jurídico do cidadão que é a vida.

Confira!

PAULO

 

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Cachoeirinha-PE: Juri Popular – Antônio Constantino, vulgo “Tonho da Jega” – Réu absolvido

Nesta segunda-feira (12.05), na Secretaria de Assistência social aconteceu o juri popular de Antônio Constantino, vulgo “Tonho da Jega”.

REU

O réu, que estava em liberdade, foi submetido a juri popular acusado de tentativa de homicídio no ano de 2003.

ADVOGADO DE DEFESA: ANDRÉ PEDRO RAIMUNDO

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ACUSAÇÃO: MINISTÉRIO PÚBLICO, representado pelo Promotor de Justiça, Dr. PAULO AUGUSTO

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ENTENDA O CASO:

Leitura da denúncia proferida pela juíza desta comarca, Drª. Fabíola Mendes:

No dia 07 de fevereiro do ano de 2003, o réu, Antônio Constantino, vulgo “Tonho da Jega”, teria desferido 2 golpes de faca peixeira contra a vítima, por nome de Janailson, vulgo “Bomba”.

Este fato ocorreu no período da noite, em frente ao Clube Diversional, em uma barraca de pastel, segundo relatos que estão contidos nos autos.

Após leitura da denúncia, as testemunhas foram ouvidas e interrogadas.

A magistrada inicia o interrogatório as testemunhas que confirmaram que estavam com o réu no dia, e que ele teria golpeado a vítima por legítima defesa, uma vez que a vítima teria pego uma cadeira de ferro da barraca e atirado contra o réu.

O advogado de defesa, André Raimundo inicia seus questionamentos para as testemunhas, que permanecem com a mesma linha de raciocínio prestadas em julgamento a favor do acusado.

Após questionamentos, o advogado de defesa encerra suas palavras, passando a parte para magistrada, momento em que esta se dirige ao promotor a palavra, e o mesmo diz não ter nada a falar naquele momento.

As duas testemunhas se reportaram ao dia do incidente, e ambas afirmaram que estavam bebendo junto ao réu no dia do ocorrido, quando Antônio teria comentado que escutou que o Janailson “Bomba’, queria o pegar, sem motivo algum aparente.

Entra o  advogado de defesa com o interrogatório para o réu:

André Raimundo pede para o acusado relatar os fatos.

Antônio inicia dizendo que dançava com uma garota, quando escutou alguém falar que o “Bomba” queria o pegar.

Disse que por várias vezes tentou sair do recinto para ir embora, porém sentia sendo estar seguido e voltava.

Após algum tempo, Antônio se dirigiu a barraca de pastel, e chegando lá, o “Bomba” teria levantado a camisa dizendo que não estaria armado, da mesma forma, Antônio relatou ter levantado a dele para comprovar que também não portava arma alguma.

Momento em que Janailson teria pego um tamburete da barraca e atirado contra o réu, que segundo seu depoimento, teria se defendido com um dos braços e sentindo que o Janailson não iria se conter, pegou uma faca de verdura da barraca e o desferiu golpes. Neste momento segundo relato do réu, o “Bomba” teria caído no chão, e o mesmo fugiu, deixando a arma usada para trás.

Após o incidente, o réu, conhecido por Tonho da Jega, estaria sendo ameaçado, foi quando seus familiares se reuniram e achou por bem, diante de tantas ameaças, mandá-lo para São Paulo.

Termina interrogatório do Advogado de Defesa para o réu.

Ministério Público se manifesta.

Dr. Paulo Augusto com a palavra, relatou a coerência do réu em permanecer com o mesmo depoimento desde os primeiros relatos apurados.

Neste Juri, o Ministério Público pediu absolvição do réu, quando em sua maioria, para quem está no banco do réus, a condição é a condenação.

Sem muitas delongas, assim o disse, o promotor encerra suas palavras explicando ao juri, da mesma forma para os que se fizeram presentes, que justiça se faz a partir de fatos e provas que conste nos laudos, destinando-os ao conhecimento da verdade.

O advogado de defesa se voltou para o promotor de justiça neste momento, parabenizando-o em relação a sua postura diante dos juris ocorridos no município. Dr. André afirmou que depois da vinda de Dr. Paulo para Cachoeirinha, onde a cidade tinha costumeiramente a predisposição de absolver os réus, essa prática teria mudado, em razão da postura com que o promotor vem se portando diante dos fatos e em nome da sociedade Cachoeirinhense agradeceu ao representante do Ministério Público.

Interrogatórios e depoimentos encerrados, o réu vai para apreciação e decisão dos jurados, que ao final, decidiram assim como o Ministério Público, absolver o réu. 

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Cachoeirinha-PE: Juri Popular – Réu condenado

Nesta segunda-feira (05), aconteceu no auditório do Grupo Escolar Presidente Kennedy, o Juri Popular de Valdemir Cassimiro, vulgo “Joinha”, ele que foi acusado de ter assassinado com três tiros, no dia 14 de junho de 2013, o Sr. Valdomiro Pedro, 62 anos, proprietário do Bar do Miro.

Réu: Valdemir Cassimiro, vulgo "Joinha"

Réu: Valdemir Cassimiro, vulgo “Joinha”

A juíza de direito, Drª Fabíola Mendes, proferiu a sentença onde o acusado foi considerado culpado, pegando uma pena de 20 anos de reclusão.

A tese da defesa, representada pelos advogados: Jeovásio Almeida e seu filho, João Almeida, de que o réu não teria matado a vítima e que nos autos não haveria provas que viessem a condenar o mesmo, não convenceu os jurados.

Enquanto a acusação, representada pelo Promotor de Justiça, Dr. Paulo Augusto, não chegou a vir a réplica, uma vez que o mesmo disse não haver necessidade, pela frieza do réu, pelos relatos das testemunhas e pelos fatos que envolvia o caso.

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Cachoeirinha-PE: Juri Popular – Valdemir Cassimiro, vulgo “Joinha” acusado de matar Valdomiro Pedro (Miro)

Nesta segunda-feira (05), está acontecendo no auditório do Grupo Escolar Presidente Kennedy, o Juri Popular de Valdemir Cassimiro, vulgo “Joinha”, ele que é acusado de ter assassinado com três tiros, no dia 14 de junho de 2013, o Sr. Valdomiro Pedro, 62 anos, proprietário do Bar do Miro, onde residia na Vila Pombos, na cidade de Cachoeirinha-PE.

Réu: Valdemir Cassimiro, vulgo "Joinha"

Réu: Valdemir Cassimiro, vulgo “Joinha”

RELEMBRE O CASO PELO LINK ABAIXO:

http://www.tvreplay.com.br/policial/cachoeirinha-pe-homicidio-na-vila-pombos-imagens-fortes-improprias-para-menores-de-18-anos-dentro-de-instantes-materia-completa/

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O promotor de acusação é o Dr. Paulo Augusto e o advogado de defesa Dr. Jeovásio Almeida.

Ainda hoje aqui na TV Replay, você confere o resultado da sentença.

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Cachoeirinha-PE: Juri popular – “Policial da CIOSAC e Promotor intimidaram o réu no interrogatório e por medo ele não falou tudo…” disse advogado de defesa – PARTE FINAL

Nesta terça-feira (25), a câmara de vereadores cedeu o espaço para mais um juri popular na cidade.

Desta vez, esteve em julgamento o réu EDUARDO MANOEL DA SILVA, acusado do homicídio qualificado contra Maria José, ato que acontecera em 02 de outubro de 2012

O Advogado de defesa, Dr. João Matias de Macedo Júnior, no transcorrer de sua tese, alegou que houveram falhas no processo investigativo, e foi enfático em dizer que o promotor e um policial intimidaram seu cliente.

” O processo tem algumas falhas! Hoje ele veio falar a verdade. Na delegacia, porque? Quem era que estava a par das investigações que você falou, que era do CIOSAC? Quem estava lá, a par? Comandando as investigações? Romildinho… vou dispensar comentários…” relatou o advogado de defesa se referindo ao seu cliente para que o mesmo afirmasse.

“No judicial, todos nós conhecemos as atitudes do Promotor, Paulo Augusto…É um promotor excelente, muito bom, Cachoeirinha melhorou muito, mas quando ele se estressa, momento de raiva, ele gosta de bater na mesa…” disse o advogado de defesa

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Cachoeirinha-PE: Juri Popular – “Não venha o Ministério Público só porque alguém estar nesta cadeira ser taxado de bandido…” diz advogado de defesa – PARTE I

Nesta terça-feira (25), a câmara de vereadores cedeu o espaço para mais um juri popular na cidade.

Desta vez, esteve em julgamento o réu EDUARDO MANOEL DA SILVA, acusado do homicídio qualificado contra Maria José, ato que acontecera em 02 de outubro de 2012

O Advogado de defesa, Dr. João Matias de Macedo Júnior, no transcorrer de sua tese defendeu seu cliente, alegando que a vítima, teve participação no caso, uma vez que o réu não teria culpa exclusiva no crime. Sustentou a tese de que a vítima não teria sido forçada a nenhuma reação do acusado e sim que teria ido de livre espontânea vontade.

Por alguns momentos o advogado de defesa discordou do Promotor na tese da acusação, alegando que o representante do Ministério Público estaria enfeitando o caso, e que o mesmo, independente de algumas informações estarem constando nos autos ou não, estaria buscando a verdade real que viesse a trazer a clareza para inocentar o réu de todas as acusações levantadas contra o mesmo.

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Cachoeirinha-PE: Juri Popular – Réu confirma ao Promotor ter acertado pagar R$ 200,00 para suposto comparsa dar um fim na vítima

Nesta terça-feira aconteceu na Câmara de Vereadores de Cachoeirinha-PE, o julgamento de EDUARDO MANOEL DA SILVA, acusado do homicídio qualificado contra Maria José, assassinada em 02 de outubro de 2012.

Dr. Ronaldo Roberto, Promotor de Justiça, no transcorrer de sua tese de acusação, interrogou o acusado. Dentre as perguntas, o interrogado afirmou que teria acertado com seu suposto comparsa, o “Nildo” pagar o valor de R$ 200,00 (Duzentos reais) para dar um fim na vítima.

Munido de provas que convenceram o ministério público, o promotor explanou para os jurados, representantes da sociedade, todo o crime, pedindo assim a condenação do réu pelo crime triplamente qualificado.

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Cachoeirinha-PE: Juri Popular – Réu condenado: Promotor se diz satisfeito com a pena

Nesta terça-feira (25), aconteceu na Câmara de Vereadores de Cachoeirinha-PE, o julgamento de EDUARDO MANOEL DA SILVA, acusado do homicídio qualificado contra Maria José, assassinada em 02 de outubro de 2012.

A juíza de direito, Drª Fabíola Mendes, proferiu a sentença onde o acusado foi considerado culpado, pegando uma pena de 20 anos de reclusão.

Em entrevista, o promotor de Justiça, Dr. Ronaldo Roberto Lira e Silva falou sobre o resultado da sentença.

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Cachoeirinha-PE: Nesta terça-feira haverá Juri popular – Caso polêmico em que mulher foi morta e carbonizada

Nesta terça-feira (25), acontecerá na Câmara de Vereadores de Cachoeirinha-PE, a partir das 9h30, o julgamento de EDUARDO MANOEL DA SILVA, com a idade de 27 anos, acusado do homicídio qualificado contra Maria José, assassinada em 02 de outubro de 2012.

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RECONSTITUIÇÃO DO CRIME

Procedimentos da investigação: Em conjunto, as corporações acima citadas, obtiveram notícias de um suspeito, por nome: EDUARDO. Posteriormente, outras informações foram somadas chegando-se realmente a quem se tratava e era realmente o indivíduo. O mesmo morava bem próximo ao local do crime.

As corporações em conjunto, iniciaram diversas diligências, chegado-se a pessoas que sabiam do crime e de sua autoria, possibilitando assim a expedição de um mandado de prisão preventiva e a prisão de EDUARDO MANOEL DA SILVA, com a idade de 25 anos e autor do homicídio qualificado contra uma mulher ainda desconhecida.

De acordo com o Eduardo, que levou os policiais ao local do crime e descreveu minuciosamente tudo que ocorreu, indicando até o ponto exato do arame onde passou com a vítima ainda viva, prometendo fazer sexo com a mesma. Ainda segundo o relato do homicida, deu socos na vítima, e com ela já caída no chão atirou uma pedra em sua cabeça, vindo a matá-la. Ainda relatou que estava com muito ódio, tendo retornado ao local, horas depois, e enfiado uma estaca dentro da vagina da vítima, jogando gasolina e por fim ateado fogo. O corpo da vítima foi encontrado na terça 09/10 a noite, por volta das 19h no Sitio Borrachinha, Cachoeirinha-PE.

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Pedra utilizada no crime

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Corpo carbonizado e em decomposição

Ainda de acordo com informações do imputado e de seus familiares (que sabiam do ocorrido e por ameaças do mesmo não denunciaram a polícia), o crime ocorreu no dia 02 de outubro pela madrugada.

O corpo estava em decomposição, carbonizado e com uma estaca enfiada na vagina. O autor fugiu da cidade, sendo localizado no Alto do São Francisco em Ibirajuba-PE, onde ele confessou o crime com riqueza de detalhes.

A TV Replay estará fazendo a cobertura deste julgamento e levando até você o resultado deste juri popular.

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Cachoeirinha-PE: Juri Popular – Defesa parabenizou acusação, mas sustentou a tese de crime não qualificado, discordando

Na última segunda-feira (02), a câmara de vereadores cedeu o espaço para mais um juri popular na cidade.

Desta vez, esteve em julgamento o réu JOSÉ ORLANDO DA SILVA, acusado de tentativa de homicídio, fato que acontecera em 14 de agosto de 2011.

Dr. José Alberto Danda, advogado de defesa, no transcorrer de sua tese, parabenizou o promotor pelas coerentes alegações na acusação, porém, discordou em parte, sustentando a tese de que o crime de tentativa de homicídio deveria ser julgado como simples e não como qualificadora

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Cachoeirinha-PE: Juri Popular – Na tese de acusação, Promotor pediu absolvição do réu pelo homicídio e condenação pela tentativa de homicídio

Na última segunda-feira (02), a câmara de vereadores cedeu o espaço para mais um juri popular na cidade.

Desta vez, esteve em julgamento o réu JOSÉ ORLANDO DA SILVA, acusado de tentativa de homicídio, fato que acontecera em 14 de agosto de 2011.

Dr. Paulo Augusto, no transcorrer de sua tese de acusação, pediu absolvição do réu em relação ao crime de homicídio consumado, por não haver provas que convençam o ministério público e a sociedade, no entanto, pediu a condenação para a tentativa de homicídio, onde segundo o promotor, o réu concorreu para atingir o resultado morte.

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Cachoeirinha-PE: Dr. Paulo Augusto alerta os jurados quanto a responsabilidade de seus julgamentos – “É muito grave passar para sociedade o sentimento de impunidade”, disse o Promotor

Na última segunda-feira (02), a câmara de vereadores cedeu o espaço para mais um juri popular na cidade.

Desta vez, esteve em julgamento o réu JOSÉ ORLANDO DA SILVA, acusado de tentativa de homicídio, fato que acontecera em 14 de agosto de 2011.

Dr. Paulo Augusto ao iniciar sua tese de acusação, proferiu suas palavras destinando-as para os jurados, relembrando para os mesmos a responsabilidade de seus julgamentos.

Comentou sobre o julgamento passado, quando o réu foi absolvido tendo provas frontalmente contrárias, citando que por conta da simpatia com a bancada da defesa, os jurados julgaram o réu inocente, assim o absolvendo.

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Cachoeirinha-PE: Juri Popular – Réu condenado

Nesta segunda-feira (02), a câmara de vereadores concedeu o espaço para mais um juri popular na cidade.

Desta vez, esteve em julgamento o réu JOSÉ ORLANDO DA SILVA, acusado de tentativa de homicídio, diante do fato que acontecera em 14 de agosto de 2011.

Relembre o caso:

Na noite do crime, o réu se dirigiu ao bar do brega, na zona rural desta cidade e foi beber com amigos. Ao sair do local, voltando para a cidade, adentraram em um ônibus, o réu e mais 4 amigos.

No interior do ônibus estavam duas mulheres, onde um dos seus colegas veio a retirar a “tôca” de uma delas, recebendo assim um tapa na cara.

Diante destes fatos, ao retornarem e descerem no centro da cidade, propriamente em frente onde hoje fica a CASA BELA CONSTRUÇÃO, os 5 homens começaram a bater nas mulheres, consumando o ato em frente do bar de Maria Pepeu.

Os jovens, entre eles 3 de menor e 2 de maior, desferiram chutes na região craniana das mulheres, onde uma delas veio a óbito no local e a outra diante dos relatos foi agredida, porém, não deu entrada em hospital, não pronunciou-se.

O réu ao ser interrogado pela Drª. Fabíola Mendes, juíza de direito, não confirmou a denúncia pela qual foi levado a juri, porém afirmou que segurou uma das vítimas, a jovem conhecida por “Neguinha”, está que sobreviveu, ao contrário de Maria José, que devido a gravidade dos ferimentos, veio a óbito.

Dr. Paulo Augusto, representante do Ministério Público sustentou a tese de que o réu deveria ser absolvido pelo homicídio de Maria José, porém, pediu a condenação pela tentativa de homicídio de “Neguinha”.

O advogado de defesa, Dr. José Alberto Danda, parabenizou a atuação do Promotor e disse ter concordado em partes com o mesmo, discordando da parte em que foi repassado para os jurados, que a tentativa de homicídio havia qualificações que viesse aumentar a pena do acusado, pois, em sua tese, foi defendido que a tentativa não teria agravantes para tal.

Por fim, a sentença foi deferida:

O Réu foi condenado a 5 anos de prisão.

Réu - José Orlando da Silva, vulgo "Careca" e Policiais Militares - Sd. Rogério Tavares e Sd. Souza

Réu – José Orlando da Silva, vulgo “Careca” e Policiais Militares – Sd. Rogério Tavares e Sd. J. Souza

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Advogados de Defesa - Drª. Sônia Maria da Silva e Dr. José Alberto Danda

Advogados de Defesa – Drª. Sônia Maria da Silva e Dr. José Alberto Danda

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Dr. Paulo Augusto - Representante do Ministério Público

Dr. Paulo Augusto – Representante do Ministério Público

Drª Fabíola Mendes - Juíza da Comarca

Drª Fabíola Mendes – Juíza da Comarca

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Cachoeirinha-PE: Acusação e defesa apresentaram suas teses no Juri Popular

Aconteceu nesta terça-feira (26), na câmara de vereadores mais um juri popular.

Em julgamento estava o réu, Jocelino Ramos Pimentel, acusado de um crime ocorrido em 09.10.2005, próximo ao Clube Diversional, onde resultou na morte de José Barbosa da Silva, conhecido como “menininho”, morto com arma de fogo. Além da vítima fatal, outra pessoa, por nome de Antônio Felipe também atingido, porém, sem risco de morte.

Nesta parte da matéria, Dr. Paulo Augusto, Promotor de Justiça e representante do Ministério Público, juntamente ao Advogado de Defesa, André Pedro Raimundo apresentaram suas teses.

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Cachoeirinha-PE: Dr. Paulo Augusto, representante do Ministério Público interrogou o réu

Aconteceu nesta terça-feira (26), na câmara de vereadores mais um juri popular.

Em julgamento estava o réu, Jocelino Ramos Pimentel, acusado de um crime ocorrido em 09.10.2005, próximo ao Clube Diversional, onde resultou na morte de José Barbosa da Silva, conhecido como “menininho”, morto com arma de fogo. Além da vítima fatal, outra pessoa, por nome de Antônio Felipe também atingido, porém, sem risco de morte.

Nesta parte da matéria, Dr. Paulo Augusto, Promotor de Justiça faz algumas interrogações ao réu.

Confira!

Cachoeirinha-PE: Juri Popular chega ao final – Réu absolvido!

Chegou ao fim, o julgamento o réu, Jocelino Ramos Pimentel, acusado de um crime ocorrido em 09.10.2005, próximo ao Clube Diversional, onde resultou na morte de José Barbosa da Silva, conhecido como “menininho”, morto com arma de fogo.

A defesa, representada pelo Dr. André Pedro Raimundo, baseou sua tese na negativa de autoria, ou seja, que o acusado não praticou o crime, o que foi aceito pelos jurados que o absolveram.

Advogado de Defesa - André Pedro Raimundo

Advogado de Defesa – André Pedro Raimundo

Assista a leitura da sentença proferida pela Drª. Juíza da Comarca, Fabíola Mendes.

TV Replay, informações é aqui!

 

 

Cachoerinha-PE: Juri Popular na Câmara de Vereadores

Julgamento do Réu: Jocelino Ramos Pimentel

Promotor de Justiça: Dr. Paulo Augusto

Juíza de Direito: Dr. Fabíola Mendes

Advogado de Defesa: André Pedro Raimundo

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Dr. Paulo Augusto – Promotor de Justiça

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Dr. Fabíola Mendes – Juíza de Direito

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Advogado de Direito – André Pedro Raimundo

Está em julgamento o réu, Jocelino Ramos Pimentel, acusado de um crime ocorrido em 09.10.2005, próximo ao Clube Diversional, onde resultou na morte de José Barbosa da Silva, conhecido como “menininho”, morto com arma de fogo. Além da vítima fatal, outra pessoa, por nome de Antônio Felipe também atingido, porém, sem risco de morte.

Juntamente ao réu no momento do crime estava outro acusado, Adriano Sebastião da Silva.

Os indivíduos evadiram-se do local.

O motivo do crime teria sido uma briga no interior do clube, quando na ocasião os acusados foram expulsos do local.

O acusado responde por porte ilegal de arma, quando em 2006, logo após o incidente na cidade de cachoeirinha, foi preso na cidade de São Bento do Una, também junto do seu comparsa, o mesmo que estava no momento do crime em 2005, em frente ao clube Diversional, e acusações de assaltos na cidade de São Caetano.

Ainda hoje você internauta, confere a sentença final.

TV Replay, informações é aqui!

Cachoeirinha-PE: Tribunal do Juri – Fala do Promotor Dr. Paulo Augusto Parte 4

Acompanhe a 4 parte da palavra do Promotor de Justiça, Dr. Paulo Augusto, fazendo a acusação no julgamento de Cícero dos Santos .

TV Replay, o que é bom se repete!

Cachoeirinha-PE: Juri Popular acontecerá nesta segunda-feira (18)

Nesta segunda-feira (18), a partir das 9h30 da manhã, na Câmara de Vereadores, acontecerá o Juri Popular do acusado, CÍCERO DOS SANTOS ANDRADE, vulgo “Cicinho”, este brasileiro, artesão. O réu terá como advogado, Dr. Jeovásio Almeida Lima, que estará fazendo sua defesa contra o crime cometido pelo mesmo em 10.10.2010, contra a vítima Rebeca Nayane Teixeira, sua companheira.

Cícero dos Santos Andrade - Acusado

Cícero dos Santos Andrade – Acusado

A TV Replay, teve acesso a partes do depoimento do acusado, confira:

A vítima foi assassinada com o uso de uma faca peixeira, tendo desferido vários golpes em quantidade que não se sabe declinar; Que a vítima estava desarmada no momento em que foi assassinada; Que no momento do crime existiam apenas o réu e a vítima; Que o crime aconteceu no interior da casa da mãe da vítima, local onde o casal (réu e vítima) convivia; Que depois de assassinar a vítima o réu foi direto para a cidade de Cústódia-PE onde ali passou quatro meses refugiado; QUE em razão de ter se arrependido bastante e ter peso na consciência, o interrogado resolveu se entregar à polícia;

Que o interrogado foi casado com a vítima durante um ano, sendo que antes disso namorou com a mesma durante dois anos e meio; QUE o interrogado se separou da vítima porque flagrou a mesma marcando um encontro com um homem durante um telefonema, no interior da casa do casal; QUE embora fosse muito apaixonado pela vítima o interrogado tomou a iniciativa de se divorciar da vítima; QUE o casal ficou separado durante cerca de dois anos, sendo que depois disso voltaram a conviver amorosamente; QUE a reconciliação do casal se deu a pedido da vítima que dizia que queria melhorar sua conduta de ber e namorar à vontade. propondo ao réu voltar a viver juntos para criar a filha que tinham em comum; QUE depois que se divorciou do interrogado, a vítima conviveu maritalmente com um homem de 54 anos de idade que era casado com outra mulher,o  relacionamento este durou cerca de um ano; QUE em julho de 2010, o interrogado voltou a viver sob o  mesmo teto com a vítima, tendo esta dito àquele (réu) que havia deixado o senhor de idade; QUE no dia anterior ao crime em tela, o réu e a vítima foram a uma vaquejada em Cachoeirinha, oportunidade em que ambos começaram a discutir, pois a vítima dizia que o interrogado estava paquerando com outra mulher; QUE quando chegou em casa o réu foi dormir, contudo a vítima continuou acordada fazendo anotações em um diário ou caderno; QUE a vítima era acostumada a fazer anotações no dito caderno ou diário, fato que levou o interrogando a indagar sobre o que a vítima registrava, ocasião em que a mesma sempre respondia que era coisa sua e que o réu nunca deveria olhar aquele diário; QUE na manhã seguinte  à festa de vaquejada, o interrogando viu o diário dentro do guarda-roupa que estava com a porta aberta; QUE neste momento o interrogando aproveitou-se do momento em que a vítima estava tomando banho e se vestindo, para olhar o conteúdo do diário; QUE ao ler o referido diário, o interrogando constatou que ali havia o registro da vítima relatando atos sexuais praticados com aproximadamente seis homens distintos…Que as anotações eram recentes e se referiam ao período em que a vítima convivia maritalmente com o interrogando; Que enquanto o réu lia o diário, a vítima saiu do banheiro e presenciou tal cena; QUE neste momento a vítima indignou-se com a conduta do interrogando e disse que o mesmo não deveria estar lendo… QUE então o interrogando disse: “mas Rebeca, você está me traindo com outros homens?”; QUE a vítima então respondeu da seguinte forma: “que estava realmente traindo e que você só merece levar ponta; eu transo com você e fico pensando nos outros homens”; QUE a partir de então o interrogando e a vítima passaram a discutir entre si, sendo que em determinado momento o interrogando pegou uma faca que estava em cima da mesa da sala e desferiu vários golpes na vítima;

Acompanhe conosco o o resultado deste juri popular.

TV Replay, informações é aqui!