Suco para reduzir celulite

Suco para reduzir celulite tem a combinação de poderosos ingredientes para acabar com o inchaço e a retenção de líquidos!

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CONFIRA: 

INGREDIENTES: 

  • 1/2 pepino,
  • 1 beterraba
  • 1/2 maçã
  •  4 cenouras

 

MODO DE PREPARO

Lave e passe todos os ingredientes na centrífuga.
Beba sempre após o preparo.
Pode tomar quantas vezes quiser ao dia.

Informações adicionais:

Pepino Rico em água, hidrata e desintoxica.
Beterraba Auxilia a circulação sanguínea e varre as toxinas das células, resultando em uma pele mais uniforme.
Maçã Facilita a digestão.
Cenoura Contribui para o bom funcionamento do intestino.
Fonte: http://mulherescomestilooficial.blogspot.com.br/2013/07/suco-para-reduzir-celulite.html#more

Receita de fondue de chocolate para aproveitar as frutas com os pequeninos

Uma sobremesa rápida e deliciosa para curtir com as crianças no frio!

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Fondue de chocolate

Tempo de preparo: 25 minutos

Rendimento: 4 pessoas

Ingredientes
200g de chocolate meio amargo
200 g de chocolate ao leite
Frutas variadas
1/2 xícara de leite
1 creme de leite

Como fazer
O primeiro passo é lavar e cortar as frutas. Escolhemos kiwi, pera, carambola e maçã, mas o cardápio dica à escolha das crianças. Reserve as frutas enquanto prepara o fondue. Peça para a criança picar o chocolate com a mão. Depois, em outra panela, dissolva esse chocolate em banho-maria. Quando estiver uniforme, acrescente o leite, retire do fogo e então coloque o creme de leite. Misture. Coloque o fondue no réchaud (a panela específica para a receita). Agora, é só mergulhar as frutas! E lembre-se de que derramar o chocolate é praticamente inevitável…

002*Se quiser um sabor diferente para o fondue, acrescente mel.
*O chocolate meio amargo é uma opção mais saudável do que ao leite por ser rico em flavonoides, substâncias que ajudam a regular a pressão sanguínea.
*Evite frutas muito maduras. Assim você não corre o risco de que elas “se percam” em meio ao chocolate.

Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Quintal/Na-cozinha/noticia/2013/07/receita-de-fondue-de-chocolate.html

 

Mestre de cerimônias vestido de açúcar – “Mês de Maio = Bolo de Noivas”

Das iguarias mais requisitadas no mês de maio, o bolo de noiva é preparado em Pernambuco com frutas, diferentemente do resto do país. Saiba o porquê!

"No restante do país, é mais comum encontrarmos a massa branca recheada, de herança portuguesa%u201D, afirma Carmem Siqueira, dona de um famoso ateliê na Madalena Foto: Inês Campelo/DP/D.A Press.

“No restante do país, é mais comum encontrarmos a massa branca recheada, de herança portuguesa%u201D, afirma Carmem Siqueira, dona de um famoso ateliê na Madalena Foto: Inês Campelo/DP/D.A Press.

Na Grécia Antiga os noivos recebiam biscoitinhos preparados com gergelim e mel, que procuravam remeter aos momentos doces e salgados da vida a dois. Os antigos romanos, detentores das técnicas de fermentação, misturavam nozes, frutas secas, especiarias e mel a uma massa que dava origem a algo parecido com um pão. Essa mistura, que passava longas horas no fogo, deveria ter um pedaço partido na cabeça da noiva, de forma a desejar fertilidade. Durante a Idade Média, os convidados levavam pequenos bolos que iam sendo empilhados, dando origem ao nosso familiar bolo de vários andares. Já no século 17, os chefs franceses desenvolveram o bolo de casamento mais refinado e ornamentado com açúcar, tal e qual o conhecemos hoje.

Mas a história não para por aí, pelo menos não para os pernambucanos. Aqui, no começo do século 19, toda essa odisseia ainda cruza os caminhos da chegada de imigrantes ingleses no Recife. A criação de grandes empresas como a Western Telegraph Company e Pernambuco Tramways and Power Company trouxe à reboque, nas malas e cadernos de receita, uma verdadeira iguaria da terra da rainha: o típico bolo de frutas inglês.

Preparado originalmente com cerejas e conhaque, a delícia é servida na Inglaterra ainda hoje em datas comemorativas, e da bagagem dos imigrantes para a conquista do paladar pernambucano foi um pulo. Aqui, a receita ganhou ameixas no lugar das cerejas e vinho moscatel ou do porto no lugar do conhaque. A coloração escura e úmida da massa é a maior característica do tradicional bolo de noiva, já incorporado como tipicamente pernambucano.

Igual ao inglês
“Quando cheguei na Inglaterra, serviram-me um bolo de frutas e foi surpreendente sentir um sabor idêntico ao do bolo que eu preparo no Recife”, conta a boleira Doris Rossiter, filha de Creuza Rossiter, com quem dividiu as panelas de um ateliê de doces e recepções que funcionou por cerca de 60 anos na capital pernambucana.

A influência inglesa acabou chegando ao Recife e, não se sabe bem ao certo o porquê, não se espalhou pelas outras regiões do Brasil. “No restante do país, é mais comum encontrarmos a massa branca recheada, de herança portuguesa”, afirma Carmem Siqueira, boleira (ou cake designer, como costumam dizer os mais modernos), dona de um famoso ateliê no bairro da Madalena.

Suely Vieira, que possui um ateliê em Boa Viagem, recomenda o uso de um bom vinho e de manteiga, no lugar da margarina. Foto: Bruna Monteiro Esp.DP/D.A Press.
Suely Vieira, que possui um ateliê em Boa Viagem, recomenda o uso de um bom vinho e de manteiga, no lugar da margarina. Foto: Bruna Monteiro Esp.DP/D.A Press.

Segundo Carmem, o segredo de um bolo perfeito é a qualidade dos ingredientes utilizados e a dedicação dispensada ao seu preparo. Na verdade, muita dedicação. Leva-se quase uma semana desde o período dedicado a esmagar as passas no vinho por (dependendo da receita) 48 horas, até a decoração, feita geralmente com açúcar glacê ou com a moderna pasta americana. “Tem que ser um bom vinho, a cor dele tem que ser dada pela ameixa e não pelo chocolate. E deve-se trabalhar com manteiga, não pode ter margarina”, alerta Suely Vieira, dona de um ateliê em Boa Viagem. (Julya Vasconcelos)

Crença

O preparo do bolo de noiva é quase tão ritualístico quanto a própria cerimônia que o justifica. Deve-se cozinhá-lo lentamente, por horas a fio em forno brando para que não perca a sua umidade tão característica. Por fim, uma simpatia ainda alarga a presença do nosso mestre de cerimônias: uma fatia do bolo é congelada, para que seja novamente degustada um ano depois. A crença é que saboreá-lo no primeiro aniversário de casamento traz felicidade. Para os incrédulos, um estímulo: contam que um ano depois a iguaria ganha um sabor ainda mais intensificado.

Lista de ouro

Socorro Cruz, Jane e Eliane Asfora, Carmem Siqueira, Doris Rossiter, Suely Vieira, Héllida Kelsch, Socorro Litwak, Patrícia Lima, Ana Paiva, Kátia Pereira.

A lista não para por aí. Pernambuco abriga um grande time de boleiras, especialistas na estrela feita de frutas secas e vinho

Em julho de 1980, o papa João Paulo II visitou o Brasil pela primeira vez. A passagem foi uma das maiores movimentações populares já registradas no país: repartições, comércio e bancos fechados. No Recife, uma das paradas, uma multidão o esperava nas ruas. O café da manhã do pontíficie foi na tradicional Casa dos Frios. Dentre os pratos, um bolo de frutas de origem inglesa, confeitado por Creuza e Doris Rossiter. “Era um bolo redondo, branco, confeitado com açúcar e com o símbolo do Vaticano pintado”, relembra Doris, hoje com 70 anos.

Àquela época, o açúcar ainda era vedete absoluta das coberturas bonitas e delicadas do bolo de noiva. “Hoje em dia, por conta da modernidade, estávamos deixando de lado o açúcar marmorizado, o glacê”, conta a chef Alessandra Porpino. Os bolos confeitados já chegaram por aqui utilizando como matéria-prima o açúcar, que foi durante séculos ligado à ostentação e riqueza. E como escreveu Gilberto Freyre sobre nossa tradição açucareira: “sem açúcar não se entende o homem do Nordeste”, não é de se estranhar que o ouro branco tenha casado com perfeição com a nossa realidade.

“Por influência da rainha, os bolos eram esculpidos com formato de pássaros e ostentavam riqueza. Não foi diferente aqui. Na época em que o bolo foi trazido, era de fácil acesso nas casas de engenho e servia como dote por conta da valorização do açucar”, conta Alessandra Porpino.

A boleira Suely Vieira ainda hoje não abre mão do açúcar nas suas receitas: “ainda faço o meu bolo com o açúcar tradicional, que é mais saboroso. Por cima, coloco uma camada muita fina de pasta americana, para dar o acabamento”. Alessandra diz que, apesar do frisson que a praticidade da pasta americana causou há algumas décadas, pode-se ver as saborosas coberturas de açúcar voltando com tudo.

Bolo de Noiva Pernambucano Tradicional

Ingredientes

500 g de farinha de trigo
500 g de açúcar
500 g de manteiga
1/2 xícara de vinho do porto ou moscatel
1 colher (sopa) de fermento em pó
300 g de ameixas picadas
300 g de frutas cristalizadas picadas
400 g de passas sem caroço
8 ovos
Noz-moscada a gosto

Modo de preparo

1. Deixe as passas de molho no vinho de um dia para o outro.
2. Bata a manteiga com o açúcar por 5 minutos ou até ficar esbranquiçado. Junte os ovos e bata até ficar homogêneo.
3. Acrescente a noz-moscada. Em seguida, a farinha e o fermento peneirados, batendo sem parar.
4. Junte as ameixas liquidificadas e as frutas e misture. Adicione o vinho com as passas e misture.
5. Aqueça o forno em temperatura média. Forre 2 formas com papel manteiga e unte com bastante manteiga. Polvilhe farinha e divida a massa entre as duas formas.
6.  Asse por 55 minutos ou até que, ao espetar um palito, ele saia limpo. Deixe esfriar.

- A receita original foi dividida por seis para facilitar o preparo. Se quiser um bolo para o dia-a-dia, esqueça a cobertura. Para congelar, basta embalar em filme plástico.

Ingredientes da cobertura

glacê mole:
2 xícaras de açúcar de confeiteiro
3 claras

glacê duro:
8 colheres (sopa) de açúcar de confeiteiro
2 colheres (sopa) de suco de limão
4 claras

Preparo da cobertura

glacê mole:
Bata as claras até espumarem e acrescente o açúcar. Continue batendo até engrossar.

glacê duro:
Bata as claras com o suco de limão até espumarem. Junte o açúcar aos poucos, mexendo com uma colher de pau. Misture até obter uma massa (essa massa ainda gruda nas mãos). Transfira para uma superfície lisa e sove, acrescentando o açúcar restante aos poucos, até obter uma massa lisa e que não grude nas mãos. Cubra com filme plástico para não ressecar.

Montagem

1. Desenforme o bolo maior sobre um prato e cubra-o com uma camada do glacê mole. Coloque o segundo bolo por cima e cubra-o da mesma maneira. Reserve a sobra do glacê.
2. Polvilhe açúcar de confeiteiro sobre uma superfície lisa. Abra uma porção da massa dura com um rolo na espessura de 0,5 cm. Corte pedaços com uma faca e cubra toda a lateral e a superfície do bolo.
3.Com as mãos molhadas com água, alise a cobertura e emende os pedaços de glacê. Reserve a sobra da cobertura.
4. Coloque as sobras de glacê em uma tigela e acrescente 1 clara. Mexa até obter uma mistura homogênea. Finalize a decoração do bolo com o saco de confeitar ou moldando pequenas flores com a mistura.

 Fonte: Julya Vasconcelos - Diario de Pernambuco