Cachoeirinha-PE: Juri Popular – Tribunal absolve réu que matou o irmão após ter filha de 13 anos estuprada (Sentença)

Nesta quarta-feira (23.09.2015), a câmara de vereadores da cidade de Cachoeirinha, no agreste pernambucano, concedeu o espaço para mais um juri popular na cidade.

Desta vez, esteve em julgamento o réu Martinho José da Silvacom a idade de 58 anos, acusado de no ano de 1998 ter praticado homicídio contra seu irmão (Paulo José dos Santos) se utilizando de arma de fogo, onde o motivo que levou o acusado a cometer tal delito, teria seu irmão abusado sexualmente de sua filha. 

Após 17 anos, no dia 26 de fevereiro do corrente ano, a equipe da Polícia Civil diligenciou e encontrou o acusado trabalhando e residindo no Sítio Barragem, zona rural de Lajedo-PE.

Na ocasião, foi dado cumprimento ao mandado de prisão, este expedido pela comarca de Cachoeirinha-PE; em seguida o imputado foi conduzido e recolhido para a cadeia pública de Cachoeirinha-PE, quando nesta quarta-feira, foi deferida a sentença em favor do réu, onde o tribunal de juri por 4 votos a 1, absolveu o mesmo.

O juri foi presidido pelo Exmo. Juiz de Direito, Dr. Moacir Ribeiro; representando o Ministério Público e na acusação, esteve o Exmo. Promotor de Justiça, Dr. Paulo Augusto e na defesa do réu, o advogado, Dr. Francisco Félix.

Ao iniciar o juri, o réu esteve frente a frente com o magistrado, onde foi interrogado sobre o momento do crime. Se reportando a data do delito, o réu ao ser questionado se teria sido o autor das vias de fato, respondeu que sim, que teria sido o autor do crime contra seu próprio irmão. Contou que por várias vezes pediu para o irmão não passar por sua propriedade após o ocorrido, no entanto, o mesmo passava constantemente, segundo o relato do réu, e que isso causava desconforto aos seus familiares.

Até que no dia 8 de outubro de 1998, por volta das 5h da manhã, o réu estava indo para a lida na roça, em sua propriedade, munido de uma enxada, quando a vítima, Paulo José dos Santos, de posse de uma foiçe, (Objeto este que o ministério público segundo os autos, disse não existir) teria adentrado em suas terras, e após discussão, os irmãos entraram em luta corporal, sendo Sr. Martinho ferido no punho e no supercílio; momento em que entrou em sua residência e pegou uma espingarda calibre .36, desferindo um tiro em desfavor do seu irmão, que veio a óbito no local.

A filha do réu, sobrinha da vítima, (Paulo José dos Santos), foi estuprada, conforme laudo pericial, um ano e meio antes do crime cometido pelo seu genitor. 

Após o interrogatório do Magistrado, o Ministério Público, através do Exmo. Promotor de Justiça, Dr. Paulo Augusto, também questionou o réu, quanto a motivação do crime, perguntando se o que levou Sr. Martinho a matar seu irmão, teria sido o fato do estupro contra sua filha, e por mais uma vez, o réu reafirmou que sim, o que fez a acusação alegar aos jurados que a tese da defesa quanto a legítima defesa cairia por terra, uma vez que o réu teria confessado o motivo pelo qual assassinou o irmão.

Desta forma, no decorrer da tese da acusação, Dr. Paulo Augusto, relembrou que o irmão do réu, (Paulo José dos Santos), na época foi condenado pelo crime de estupro, e aguardava julgamento. Porém, o réu fez justiça com as próprias mãos, o que não condiz com o código civil, assim, falou o Promotor se dirigindo aos jurados.

Dr. Paulo Augusto, pediu que o réu fosse condenado não pelo homicídio qualificado, mas sim por homicídio privilegiado, uma vez que o mesmo teria agido por um sentimento moral, assim, o Promotor pediu a condenação com redução de pena.

Após as considerações finais do Ministério Público, foi a vez do advogado de defesa, o Dr. Francisco Felix de Andrade Silva, que iniciou parabenizando a forma pela qual o Promotor de Justiça explanou o caso.

A tese da defesa sustentou a todo momento que o crime foi por legítima defesa, uma vez que o réu temia que a vítima viesse a agredi-lo em sua própria residência no momento do delito, defendendo assim sua vida e dos seus familiares.

Destacou a integridade do réu, relatando que o mesmo teria uma família grande, com cerca de 10 irmãos, assim questionado pelo Exmo. Juiz de Direito, no momento do interrogatório, citando um a um pelos nomes. Desta forma, a defesa reiterou a boa conduta do seu cliente, uma vez que nunca teria tido nenhum desentendimento com os seus, nem mesmo com a vítima, só após o fato cometido contra sua filha, que não mais quis contato com o irmão.

Expôs aos jurados, que o crime não foi anunciado, pois só foi cometido após 1 ano e meio do delito contra sua filha, e que o acusado desferiu apenas um único tiro contra a vítima.

Por alguns momentos o advogado se emocionou quando retratava sobre a agressão a uma criança de apenas 13 anos, e que tinha filhas, e como pai, agiria da mesma forma em prol da família.

Dr. Francisco Felix relatou como tudo aconteceu no momento do estupro, conforme encontra-se nos autos. Segundo o que consta nos mesmos, a criança foi atraída pelo tio, quando a chamava para ligar um liquidificador para fazer uma vitamina para o mesmo, momento em que a estuprou e a ameaçou de morte, caso contasse a alguém sobre o fato.

Após debates, o advogado de defesa pediu absolvição do seu cliente. Assim, o magistrado encerrou o momento dos debates, não indo o Ministério público a réplica, prosseguindo com a votação dos jurados, e por fim a leitura da sentença final.

Passados alguns minutos, o juiz de direito, convocou todos de volta ao plenário para proferir a sentença, onde na ocasião, o acusado foi absolvido por 4 votos a 1.

Logo mais, você, internauta, estará acompanhando os melhores momentos dos debates da acusação e defesa, em mais uma cobertura da TV Replay em juri popular na cidade de Cachoeirinha-PE.

0002 003 004 005

01

TV Replay, nós estamos onde a notícia está!

Cachoeirinha-PE: Juri Popular – Advogado de defesa em sua tréplica pleiteou pena mínima para o réu

Nesta terça-feira (19.05), foi realizado na Câmara Municipal de Vereadores de Cachoeirinha-PE, o julgamento do réu GILMAR PACHECO DE ANDRADE, acusado de ter matado seu próprio filho, uma criança com 2 anos de idade no ano de 1998.

O Juri foi presidido pelo Exmo. Juiz Auxiliar em exercício cumulativo, o Senhor Moacir Ribeiro da Silva Júnior, com participações do representante do Ministério Público, Dr. Paulo Augusto (Acusação) e o Advogado de Defesa, o Sr. Washington Cadete.

Em uma sessão de juri marcada pelos depoimentos longos e com declarações e apresentações de fatos chocantes para sociedade cachoeirinhense, estendeu-se o julgamento do acusado, levando o Advogado de Defesa à tréplica.

Dr. Washington Cadete retorna ao plenário do juri para argumentar pela segunda vez a tese da defesa. Mediante a um juri quente, onde Ministério Público e defesa por diversas vezes bateram de frente, com palavras duras, Dr. Washington disse não aceitar as provocações do Promotor de Justiça, Paulo Augusto, quando o chamou de Dono da Verdade, tendo este se definido como tal em seu primeiro tempo de explanação a bancada de jurados, segundo palavras do Promotor.

Na ocasião, o advogado voltou a dizer aos jurados, que na condição de advogado de defesa cobra do cliente ao ser contratado, lealdade nos relatos dos fatos, para a partir daí formular seus pareceres para expôr no juri.

Sustentou a tese que o réu imprudentemente agiu para com a criança, uma vez que teria o mesmo levado risco quando a segurou com um dos braços e o outro a segurar-se na escada; Porém, alegou ter sido um crime de lesão corporal, seguido de morte, pois, não teve a intenção de matar, tendo o menino de 2 anos só vindo a óbito, quatro dias após o incidente.

1 2

Após a tréplica, foi levado à votação, julgado e condenado o réu à 28 anos e 6 meses.

CONFIRA ABAIXO O PRONUNCIAMENTO DO JUIZ SOBRE A SENTENÇA

Assista, comente, curta, compartilhe e divulgue. Mande sugestões e críticas. Nossos contatos:

  • Facebook: TV REPLAY
  • Email: tvreplay@tvreplay.com.br
  • Sitewww.tvreplay.com.br

TV REPLAY, NÓS ESTAMOS ONDE A NOTÍCIA ESTÁ!

Cachoeirinha-PE: Juri Popular – “Nesse processo até se falou na tese da defesa em tentativa de homicídio, não sei quem tá vivo aqui!…” – Disse Representante do MP quando volta ao plenário para réplica

Nesta terça-feira (19.05), foi realizado na Câmara Municipal de Vereadores de Cachoeirinha-PE, o julgamento do réu GILMAR PACHECO DE ANDRADE, acusado de ter matado seu próprio filho, uma criança com 2 anos de idade no ano de 1998.

O Juri foi presidido pelo Exmo. Juiz Auxiliar em exercício cumulativo, o Senhor Moacir Ribeiro da Silva Júnior, com participações do representante do Ministério Público, Dr. Paulo Augusto (Acusação) e o Advogado de Defesa, o Sr. Washington Cadete.

Em uma sessão de juri marcada pelos depoimentos longos e com declarações e apresentações de fatos chocantes para sociedade cachoeirinhense, estendeu-se o julgamento do acusado, levando o Ministério Público à réplica.

Dr. Paulo Augusto, Promotor de Justiça, voltou ao plenário com uma oratória por cerca de 1h, reiterando ainda mais aos jurados, os motivos pelos quais o réu deveria ser condenado, uma vez que afirmou que as provas apresentadas seriam inegáveis para condenação do mesmo.

Parabenizou o advogado de defesa pela sua atuação em juri, uma vez que ambos estiveram juntos em alguns, porém, disse que na ocasião, Dr. Washington Cadete, estaria ultrapassado no tempo, uma vez que defendeu uma verdade que o mesmo teria tomado para si perante o processo, e não as verdades contidas nos autos.

O Ministério Público se reportou outra vez para a importância dos depoimentos das testemunhas, uma vez que não apenas um único depoimento teria sido colhido, mas diversos depoimentos, o que contrariou as palavras do advogado de defesa, quando se apegou ao depoimento falso de uma delas, conforme exposto pelo mesmo.

Dr. Paulo Augusto foi enfático ao falar da relação de política no contexto que estavam a discutir, uma vez que o advogado de defesa, Dr. Washington teria envolvimento com o meio; na oportunidade, o promotor disse que não aceitaria usar desses recursos para se utilizar dentro do juri, pois, afirmou ter respeito a classe política, mas não a politicagem, uma vez que a defesa teria relatado como exemplo, levando para o juri como sendo a prova testemunhal falha, a morte do ex-governador Eduardo Campos, quando na ocasião, um paramédico teria dito que tinha visto um par de olhos verdes e dizia que era o próprio político morto na tragédia.

Negou severamente ter sido um homicídio acidental, como sustentou a tese da defesa, pois, se caso o fosse, o réu não teria razões para ter fugido, assim afirmou o Promotor.

Trocas de farpas sadias foram vistas no julgamento por parte da defesa e da acusação; trocas estas, que fazem parte naturalmente de um juri polêmico e com liberdade de expressão e pensamentos.

O Ministério Público disse que a defesa foi infeliz em suas argumentações, uma vez que no processo até se falou em tentativa de homicídio, momento em que questionou não saber quem estaria vivo.

“Nesse processo até se falou na tese da defesa em tentativa de homicídio, não sei quem tá vivo aqui!…”, disse o Promotor

Ao final, o promotor de justiça agradeceu aos jurados e ao público presente, pedindo a sociedade que participe mais de juri, sendo este, um ato cívico e de extrema importância, uma vez que a bancada de jurados representam todos os munícipes e tem a oportunidade de fazer justiça.

CONFIRA!

2 3

1

Assista, comente, curta, compartilhe e divulgue. Mande sugestões e críticas. Nossos contatos:

  • Facebook: TV REPLAY
  • Email: tvreplay@tvreplay.com.br
  • Sitewww.tvreplay.com.br

TV REPLAY, NÓS ESTAMOS ONDE A NOTÍCIA ESTÁ!

Cachoeirinha-PE: Juri Popular – “Peço que o acusado seja condenado, mas por homicídio culposo, ele não teve a intenção de matar seu filho, foi imprudência…”, Tese levantada pelo Advogado de defesa

Nesta terça-feira (19.05) foi realizado na Câmara Municipal de Vereadores de Cachoeirinha-PE, o julgamento do réu GILMAR PACHECO DE ANDRADE, acusado de ter matado seu próprio filho, uma criança com 2 anos de idade no ano de 1998.

O Juri foi presidido pelo Exmo. Juiz Auxiliar em exercício cumulativo, o Senhor Moacir Ribeiro da Silva Júnior, com participações do representante do Ministério Público, Dr. Paulo Augusto (Acusação) e o Advogado de Defesa, o Sr. Washington Cadete.

Após o representante do Ministério Público, o Promotor Paulo Augusto apresentar seu depoimento e sua acusação contra o réu, foi a vez do Advogado de defesa que iniciou suas colocações justificando o fato de ter pedido o desaforamento do referido juri para outra comarca. Segundo Dr. Washington Cadete, o pedido nada mais teria sido apresentando que não fosse para resguardar as partes, tanto da família da vítima quanto do acusado, visto que a cidade é uma cidade pequena, com pouco mais de 19 mil habitantes, e não queria expô-los.

Dr. Washington Cadete apresentou aos jurados e ao público presente que sua defesa estaria baseada nos laudos técnicos, e que os mesmos em momento nenhum teria comprovado o espancamento do filho do seu cliente; que o exame tanatoscópico definiu a causa da morte como traumatismo craniano, e que no corpo da criança não constatou-se fraturas ou mesmo queimaduras nos órgãos genitais ou na língua, acusações que foram levadas aos autos por testemunhas que estiveram arroladas ao processo.

Conforme citações da defesa, e que você internauta, confere no vídeo acima, o advogado de defesa bateu forte quanto ao que foi levantado pela acusação, no tocante dos depoimentos de testemunhas contra o réu; Dr. Washington Cadete disse que o Ministério Público estaria se apegando as provas relatadas pelas testemunhas em juízo, porém a defesa teria se beneficiado com tal fato, pois, uma das testemunhas, teria mentido descaradamente em seu depoimento, quando na ocasião do fato, teria dito que desconhecia as atitudes do pai contra o filho, e sim conhecia que a genitora gritava com a criança, depoimento inicial, prestado no ano de 98; no entanto, anos depois, em 2012, essa mesma testemunha teria voltado a depor e em novo relato modificou todo o contexto, acusando desta vez o pai da criança. 

“O transformou no monstro de Cachoeirinha…”, Disse advogado de defesa se tratando do depoimento da testemunha, ao qual o mesmo expôs diversas vezes aos jurados.

“Mentirosa, descarada, prestou falso testemunho…”, palavras do advogado de defesa contra essa mesma testemunha envolvida no processo. Enfático em suas palavras ao falar da referida testemunha, levou ao juri a questão de que esta teria algum tipo de antipatia com os familiares da criança, sendo ela vizinha do casal na época.

Desta forma, o advogado dando sequência a defesa, disse que na dúvida de ter acontecido os fatos ou não, pois segundo o mesmo, os laudos não comprovaria tal espancamento, Dr. Washington Cadete pediu absolvição do acusado, não da pena, não do crime, mais do crime qualificado, como pediu o Ministério Público.

CONFIRA!

1 3 8

Assista, comente, curta, compartilhe e divulgue. Mande sugestões e críticas. Nossos contatos:

  • Facebook: TV REPLAY
  • Email: tvreplay@tvreplay.com.br
  • Sitewww.tvreplay.com.br

TV REPLAY, NÓS ESTAMOS ONDE A NOTÍCIA ESTÁ!

Cachoeirinha-PE: Juri Popular – Acusado de matar filho de 2 anos é condenado a 28 anos e 6 meses de prisão (Sentença)

Nesta terça-feira (19.05) foi realizado na Câmara Municipal de Vereadores de Cachoeirinha-PE, o julgamento do réu GILMAR PACHECO DE ANDRADE, acusado de ter matado seu próprio filho, uma criança com 2 anos de idade no ano de 1998.

O Juri foi presidido pelo Exmo. Juiz Auxiliar em exercício cumulativo, o Senhor Moacir Ribeiro da Silva Júnior, com participações do representante do Ministério Público, Dr. Paulo Augusto (Acusação) e o Advogado de Defesa, o Sr. Washington Cadete.

O recinto esteve lotado de populares e familiares das partes que atentos acompanhavam o julgamento. Este caso, teve grande repercussão na cidade devido todo contexto que o envolveu.

De início, o senhor Juiz de Direito interrogou o réu, que durante a sessão do juri esteve de cabeça baixa. O acusado respondeu o interrogatório da acusação, bem com da defesa.

Após o crime, assim julgado e condenado pela bancada de juri, o réu na ocasião do fato, diante das provas técnicas e testemunhais nos laudos, apresentado e defendido pelo Ministério Público, o acusado teria espancado seu filho, o pequeno Ericles Ezequiel, com apenas 2 anos de idade, causando assim sua morte por traumatismo craniano.

Os representantes de defesa e acusação se estenderam com a réplica e a tréplica, reforçando suas posições nos argumentos apresentados por ambos.

Diante dos fatos apresentados entre a defesa e a acusação perante o juri, você internauta, estará acompanhando os depoimentos e discussões levantadas no julgamento de GILMAR PACHECO, ele que foi condenado há 28 anos e 6 meses pela morte do seu filho.

Acompanhe logo a seguir os debates deste juri que repercutiu e abalou a sociedade cachoeirinhense.

Confira o pronunciamento da sentença!

01

1 2 3 5 6 7 8 9 10 11 12

TV REPLAY, NÓS ESTAMOS ONDE A NOTÍCIA ESTÁ!

Cachoeirinha-PE: Juri Popular – “…ninguém pode pedir condenação ou absolvição pelo que se ouve falar…” – Tese da Acusação – PARTE II

Nesta quarta-feira (20), aconteceu o juri popular de DAMIÃO BATISTA DE OLIVEIRA, realizado na Câmara de Vereadores Cícero Cintra na cidade de Cachoeirinha.

O Juri foi presidido pela Juíza Ângela Mesquita de Borba Maranhão, com participações do representante do Ministério Público, Dr. Paulo Augusto (Acusação) e a Advogada de Defesa, Jéssica Patrícia.

Nesta segunda e última parte da matéria, a tese da acusação, retrata a importância e a responsabilidade da decisão dos jurados em julgar o réu, levando em conta o que encontra-se nos autos e nas provas apresentadas. Deixando claro, que cada um que foi convocado para julgar representa a decisão da sociedade em geral.

Confira!

PAULO

20140820_094803

Assista, comente, curta, compartilhe e divulgue. Mande sugestões e críticas. Nossos contatos:

  • Facebook: TV REPLAY

  • Email: tvreplay@tvreplay.com.br

  • Sitewww.tvreplay.com.br

 

TV REPLAY, O QUE É BOM SE REPETE!

Cachoeirinha-PE: Juri Popular – “…julgamos fatos e não pessoas…” – Tese da Acusação – PARTE I

Nesta quarta-feira (20), aconteceu o juri popular de DAMIÃO BATISTA DE OLIVEIRA, realizado na Câmara de Vereadores Cícero Cintra na cidade de Cachoeirinha.

O Juri foi presidido pela Juíza Ângela Mesquita de Borba Maranhão, com participações do representante do Ministério Público, Dr. Paulo Augusto (Acusação) e a Advogada de Defesa, Jéssica Patrícia.

Nesta primeira parte da matéria, a tese da acusação, relata que o julgamento é do fato e não de pessoas. Retrata que o crime de homicídio é algo muito grave e que afronta o maior bem jurídico do cidadão que é a vida.

Confira!

PAULO

 

20140820_094803

Assista, comente, curta, compartilhe e divulgue. Mande sugestões e críticas. Nossos contatos:

  • Facebook: TV REPLAY

  • Email: tvreplay@tvreplay.com.br

  • Sitewww.tvreplay.com.br

 

TV REPLAY, O QUE É BOM SE REPETE!

Cachoeirinha-PE: Promotor de Justiça pede absolvição de Réu e diz que sociedade fez justiça no juri anterior

Nesta segunda-feira (12.05), na Secretaria de Assistência social aconteceu o juri popular de Antônio Constantino, vulgo “Tonho da Jega”.

O réu, que estava em liberdade, foi submetido a juri popular acusado de tentativa de homicídio no ano de 2003 e foi absolvido.

Na ocasião o Ministério Público pediu a absolvição do réu.

“O dever constitucional do MP é promover justiça, e promover justiça significa pedir condenação quando existirem provas para pedir a condenação para sociedade e pedir a absolvição dentro de outras circunstâncias que a lei permite…”, Palavras do Promotor de Justiça, Dr. Paulo Augusto.

Questionado sobre o juri passado, onde foi a julgamento e condenado, Valdemir Cassimiro, vulgo “Joinha” acusado de homicídio, Dr. Paulo Augusto disse estar satisfeito com a postura com que a sociedade de Cachoeirinha vem tratando os juris.

paulo

Confira!

TV Replay, o que é bom se repete!

Cachoeirinha-PE: Juri Popular – Antônio Constantino, vulgo “Tonho da Jega” – Réu absolvido

Nesta segunda-feira (12.05), na Secretaria de Assistência social aconteceu o juri popular de Antônio Constantino, vulgo “Tonho da Jega”.

REU

O réu, que estava em liberdade, foi submetido a juri popular acusado de tentativa de homicídio no ano de 2003.

ADVOGADO DE DEFESA: ANDRÉ PEDRO RAIMUNDO

20140512_100529

ACUSAÇÃO: MINISTÉRIO PÚBLICO, representado pelo Promotor de Justiça, Dr. PAULO AUGUSTO

20140512_103217

ENTENDA O CASO:

Leitura da denúncia proferida pela juíza desta comarca, Drª. Fabíola Mendes:

No dia 07 de fevereiro do ano de 2003, o réu, Antônio Constantino, vulgo “Tonho da Jega”, teria desferido 2 golpes de faca peixeira contra a vítima, por nome de Janailson, vulgo “Bomba”.

Este fato ocorreu no período da noite, em frente ao Clube Diversional, em uma barraca de pastel, segundo relatos que estão contidos nos autos.

Após leitura da denúncia, as testemunhas foram ouvidas e interrogadas.

A magistrada inicia o interrogatório as testemunhas que confirmaram que estavam com o réu no dia, e que ele teria golpeado a vítima por legítima defesa, uma vez que a vítima teria pego uma cadeira de ferro da barraca e atirado contra o réu.

O advogado de defesa, André Raimundo inicia seus questionamentos para as testemunhas, que permanecem com a mesma linha de raciocínio prestadas em julgamento a favor do acusado.

Após questionamentos, o advogado de defesa encerra suas palavras, passando a parte para magistrada, momento em que esta se dirige ao promotor a palavra, e o mesmo diz não ter nada a falar naquele momento.

As duas testemunhas se reportaram ao dia do incidente, e ambas afirmaram que estavam bebendo junto ao réu no dia do ocorrido, quando Antônio teria comentado que escutou que o Janailson “Bomba’, queria o pegar, sem motivo algum aparente.

Entra o  advogado de defesa com o interrogatório para o réu:

André Raimundo pede para o acusado relatar os fatos.

Antônio inicia dizendo que dançava com uma garota, quando escutou alguém falar que o “Bomba” queria o pegar.

Disse que por várias vezes tentou sair do recinto para ir embora, porém sentia sendo estar seguido e voltava.

Após algum tempo, Antônio se dirigiu a barraca de pastel, e chegando lá, o “Bomba” teria levantado a camisa dizendo que não estaria armado, da mesma forma, Antônio relatou ter levantado a dele para comprovar que também não portava arma alguma.

Momento em que Janailson teria pego um tamburete da barraca e atirado contra o réu, que segundo seu depoimento, teria se defendido com um dos braços e sentindo que o Janailson não iria se conter, pegou uma faca de verdura da barraca e o desferiu golpes. Neste momento segundo relato do réu, o “Bomba” teria caído no chão, e o mesmo fugiu, deixando a arma usada para trás.

Após o incidente, o réu, conhecido por Tonho da Jega, estaria sendo ameaçado, foi quando seus familiares se reuniram e achou por bem, diante de tantas ameaças, mandá-lo para São Paulo.

Termina interrogatório do Advogado de Defesa para o réu.

Ministério Público se manifesta.

Dr. Paulo Augusto com a palavra, relatou a coerência do réu em permanecer com o mesmo depoimento desde os primeiros relatos apurados.

Neste Juri, o Ministério Público pediu absolvição do réu, quando em sua maioria, para quem está no banco do réus, a condição é a condenação.

Sem muitas delongas, assim o disse, o promotor encerra suas palavras explicando ao juri, da mesma forma para os que se fizeram presentes, que justiça se faz a partir de fatos e provas que conste nos laudos, destinando-os ao conhecimento da verdade.

O advogado de defesa se voltou para o promotor de justiça neste momento, parabenizando-o em relação a sua postura diante dos juris ocorridos no município. Dr. André afirmou que depois da vinda de Dr. Paulo para Cachoeirinha, onde a cidade tinha costumeiramente a predisposição de absolver os réus, essa prática teria mudado, em razão da postura com que o promotor vem se portando diante dos fatos e em nome da sociedade Cachoeirinhense agradeceu ao representante do Ministério Público.

Interrogatórios e depoimentos encerrados, o réu vai para apreciação e decisão dos jurados, que ao final, decidiram assim como o Ministério Público, absolver o réu. 

20140512_114832

TV Replay, informações é aqui!

Cachoeirinha-PE: Juri Popular – Réu condenado

Nesta segunda-feira (05), aconteceu no auditório do Grupo Escolar Presidente Kennedy, o Juri Popular de Valdemir Cassimiro, vulgo “Joinha”, ele que foi acusado de ter assassinado com três tiros, no dia 14 de junho de 2013, o Sr. Valdomiro Pedro, 62 anos, proprietário do Bar do Miro.

Réu: Valdemir Cassimiro, vulgo "Joinha"

Réu: Valdemir Cassimiro, vulgo “Joinha”

A juíza de direito, Drª Fabíola Mendes, proferiu a sentença onde o acusado foi considerado culpado, pegando uma pena de 20 anos de reclusão.

A tese da defesa, representada pelos advogados: Jeovásio Almeida e seu filho, João Almeida, de que o réu não teria matado a vítima e que nos autos não haveria provas que viessem a condenar o mesmo, não convenceu os jurados.

Enquanto a acusação, representada pelo Promotor de Justiça, Dr. Paulo Augusto, não chegou a vir a réplica, uma vez que o mesmo disse não haver necessidade, pela frieza do réu, pelos relatos das testemunhas e pelos fatos que envolvia o caso.

TV Replay, informações é aqui!

Cachoeirinha-PE: Juri popular – “Policial da CIOSAC e Promotor intimidaram o réu no interrogatório e por medo ele não falou tudo…” disse advogado de defesa – PARTE FINAL

Nesta terça-feira (25), a câmara de vereadores cedeu o espaço para mais um juri popular na cidade.

Desta vez, esteve em julgamento o réu EDUARDO MANOEL DA SILVA, acusado do homicídio qualificado contra Maria José, ato que acontecera em 02 de outubro de 2012

O Advogado de defesa, Dr. João Matias de Macedo Júnior, no transcorrer de sua tese, alegou que houveram falhas no processo investigativo, e foi enfático em dizer que o promotor e um policial intimidaram seu cliente.

” O processo tem algumas falhas! Hoje ele veio falar a verdade. Na delegacia, porque? Quem era que estava a par das investigações que você falou, que era do CIOSAC? Quem estava lá, a par? Comandando as investigações? Romildinho… vou dispensar comentários…” relatou o advogado de defesa se referindo ao seu cliente para que o mesmo afirmasse.

“No judicial, todos nós conhecemos as atitudes do Promotor, Paulo Augusto…É um promotor excelente, muito bom, Cachoeirinha melhorou muito, mas quando ele se estressa, momento de raiva, ele gosta de bater na mesa…” disse o advogado de defesa

Confira!

25 03 2014 Cachoeirinha PE Juri popular Eduardo Manoel da silva.Still005

TV Replay, o que é bom se repete!

Cachoeirinha-PE: Juri Popular – Defesa parabenizou acusação, mas sustentou a tese de crime não qualificado, discordando

Na última segunda-feira (02), a câmara de vereadores cedeu o espaço para mais um juri popular na cidade.

Desta vez, esteve em julgamento o réu JOSÉ ORLANDO DA SILVA, acusado de tentativa de homicídio, fato que acontecera em 14 de agosto de 2011.

Dr. José Alberto Danda, advogado de defesa, no transcorrer de sua tese, parabenizou o promotor pelas coerentes alegações na acusação, porém, discordou em parte, sustentando a tese de que o crime de tentativa de homicídio deveria ser julgado como simples e não como qualificadora

Confira!

TV Replay, o que é bom se repete!

Cachoeirinha-PE: Juri Popular – Na tese de acusação, Promotor pediu absolvição do réu pelo homicídio e condenação pela tentativa de homicídio

Na última segunda-feira (02), a câmara de vereadores cedeu o espaço para mais um juri popular na cidade.

Desta vez, esteve em julgamento o réu JOSÉ ORLANDO DA SILVA, acusado de tentativa de homicídio, fato que acontecera em 14 de agosto de 2011.

Dr. Paulo Augusto, no transcorrer de sua tese de acusação, pediu absolvição do réu em relação ao crime de homicídio consumado, por não haver provas que convençam o ministério público e a sociedade, no entanto, pediu a condenação para a tentativa de homicídio, onde segundo o promotor, o réu concorreu para atingir o resultado morte.

Confira!

TV Replay, o que é bom se repete!

Cachoeirinha-PE: Dr. Paulo Augusto alerta os jurados quanto a responsabilidade de seus julgamentos – “É muito grave passar para sociedade o sentimento de impunidade”, disse o Promotor

Na última segunda-feira (02), a câmara de vereadores cedeu o espaço para mais um juri popular na cidade.

Desta vez, esteve em julgamento o réu JOSÉ ORLANDO DA SILVA, acusado de tentativa de homicídio, fato que acontecera em 14 de agosto de 2011.

Dr. Paulo Augusto ao iniciar sua tese de acusação, proferiu suas palavras destinando-as para os jurados, relembrando para os mesmos a responsabilidade de seus julgamentos.

Comentou sobre o julgamento passado, quando o réu foi absolvido tendo provas frontalmente contrárias, citando que por conta da simpatia com a bancada da defesa, os jurados julgaram o réu inocente, assim o absolvendo.

Confira!

TV Replay, informações é aqui!

 

Cachoeirinha-PE: Juri Popular – Réu condenado

Nesta segunda-feira (02), a câmara de vereadores concedeu o espaço para mais um juri popular na cidade.

Desta vez, esteve em julgamento o réu JOSÉ ORLANDO DA SILVA, acusado de tentativa de homicídio, diante do fato que acontecera em 14 de agosto de 2011.

Relembre o caso:

Na noite do crime, o réu se dirigiu ao bar do brega, na zona rural desta cidade e foi beber com amigos. Ao sair do local, voltando para a cidade, adentraram em um ônibus, o réu e mais 4 amigos.

No interior do ônibus estavam duas mulheres, onde um dos seus colegas veio a retirar a “tôca” de uma delas, recebendo assim um tapa na cara.

Diante destes fatos, ao retornarem e descerem no centro da cidade, propriamente em frente onde hoje fica a CASA BELA CONSTRUÇÃO, os 5 homens começaram a bater nas mulheres, consumando o ato em frente do bar de Maria Pepeu.

Os jovens, entre eles 3 de menor e 2 de maior, desferiram chutes na região craniana das mulheres, onde uma delas veio a óbito no local e a outra diante dos relatos foi agredida, porém, não deu entrada em hospital, não pronunciou-se.

O réu ao ser interrogado pela Drª. Fabíola Mendes, juíza de direito, não confirmou a denúncia pela qual foi levado a juri, porém afirmou que segurou uma das vítimas, a jovem conhecida por “Neguinha”, está que sobreviveu, ao contrário de Maria José, que devido a gravidade dos ferimentos, veio a óbito.

Dr. Paulo Augusto, representante do Ministério Público sustentou a tese de que o réu deveria ser absolvido pelo homicídio de Maria José, porém, pediu a condenação pela tentativa de homicídio de “Neguinha”.

O advogado de defesa, Dr. José Alberto Danda, parabenizou a atuação do Promotor e disse ter concordado em partes com o mesmo, discordando da parte em que foi repassado para os jurados, que a tentativa de homicídio havia qualificações que viesse aumentar a pena do acusado, pois, em sua tese, foi defendido que a tentativa não teria agravantes para tal.

Por fim, a sentença foi deferida:

O Réu foi condenado a 5 anos de prisão.

Réu - José Orlando da Silva, vulgo "Careca" e Policiais Militares - Sd. Rogério Tavares e Sd. Souza

Réu – José Orlando da Silva, vulgo “Careca” e Policiais Militares – Sd. Rogério Tavares e Sd. J. Souza

20131202_133820

Advogados de Defesa - Drª. Sônia Maria da Silva e Dr. José Alberto Danda

Advogados de Defesa – Drª. Sônia Maria da Silva e Dr. José Alberto Danda

20131202_144642

Dr. Paulo Augusto - Representante do Ministério Público

Dr. Paulo Augusto – Representante do Ministério Público

Drª Fabíola Mendes - Juíza da Comarca

Drª Fabíola Mendes – Juíza da Comarca

20131202_105743 20131202_105935

TV Replay, informações é aqui!

Cachoeirinha-PE: Acusação e defesa apresentaram suas teses no Juri Popular

Aconteceu nesta terça-feira (26), na câmara de vereadores mais um juri popular.

Em julgamento estava o réu, Jocelino Ramos Pimentel, acusado de um crime ocorrido em 09.10.2005, próximo ao Clube Diversional, onde resultou na morte de José Barbosa da Silva, conhecido como “menininho”, morto com arma de fogo. Além da vítima fatal, outra pessoa, por nome de Antônio Felipe também atingido, porém, sem risco de morte.

Nesta parte da matéria, Dr. Paulo Augusto, Promotor de Justiça e representante do Ministério Público, juntamente ao Advogado de Defesa, André Pedro Raimundo apresentaram suas teses.

Confira!

Cachoeirinha-PE: Dr. Paulo Augusto, representante do Ministério Público interrogou o réu

Aconteceu nesta terça-feira (26), na câmara de vereadores mais um juri popular.

Em julgamento estava o réu, Jocelino Ramos Pimentel, acusado de um crime ocorrido em 09.10.2005, próximo ao Clube Diversional, onde resultou na morte de José Barbosa da Silva, conhecido como “menininho”, morto com arma de fogo. Além da vítima fatal, outra pessoa, por nome de Antônio Felipe também atingido, porém, sem risco de morte.

Nesta parte da matéria, Dr. Paulo Augusto, Promotor de Justiça faz algumas interrogações ao réu.

Confira!

Cachoeirinha-PE: Juri Popular chega ao final – Réu absolvido!

Chegou ao fim, o julgamento o réu, Jocelino Ramos Pimentel, acusado de um crime ocorrido em 09.10.2005, próximo ao Clube Diversional, onde resultou na morte de José Barbosa da Silva, conhecido como “menininho”, morto com arma de fogo.

A defesa, representada pelo Dr. André Pedro Raimundo, baseou sua tese na negativa de autoria, ou seja, que o acusado não praticou o crime, o que foi aceito pelos jurados que o absolveram.

Advogado de Defesa - André Pedro Raimundo

Advogado de Defesa – André Pedro Raimundo

Assista a leitura da sentença proferida pela Drª. Juíza da Comarca, Fabíola Mendes.

TV Replay, informações é aqui!

 

 

Cachoerinha-PE: Juri Popular na Câmara de Vereadores

Julgamento do Réu: Jocelino Ramos Pimentel

Promotor de Justiça: Dr. Paulo Augusto

Juíza de Direito: Dr. Fabíola Mendes

Advogado de Defesa: André Pedro Raimundo

IMG_2013112655444

Dr. Paulo Augusto – Promotor de Justiça

IMG_2013112638433

Dr. Fabíola Mendes – Juíza de Direito

IMG_201311264501

Advogado de Direito – André Pedro Raimundo

Está em julgamento o réu, Jocelino Ramos Pimentel, acusado de um crime ocorrido em 09.10.2005, próximo ao Clube Diversional, onde resultou na morte de José Barbosa da Silva, conhecido como “menininho”, morto com arma de fogo. Além da vítima fatal, outra pessoa, por nome de Antônio Felipe também atingido, porém, sem risco de morte.

Juntamente ao réu no momento do crime estava outro acusado, Adriano Sebastião da Silva.

Os indivíduos evadiram-se do local.

O motivo do crime teria sido uma briga no interior do clube, quando na ocasião os acusados foram expulsos do local.

O acusado responde por porte ilegal de arma, quando em 2006, logo após o incidente na cidade de cachoeirinha, foi preso na cidade de São Bento do Una, também junto do seu comparsa, o mesmo que estava no momento do crime em 2005, em frente ao clube Diversional, e acusações de assaltos na cidade de São Caetano.

Ainda hoje você internauta, confere a sentença final.

TV Replay, informações é aqui!

Cachoeirinha-PE: Tribunal do Juri – “Ninguém achou o tal diário, mas a faca do crime está aqui, este diário é fantasma…” disse promotor – PARTE 7

Acompanhe a 7ª parte do relato do Promotor de Justiça, Dr. Paulo Augusto, fazendo a acusação no julgamento de Cícero dos Santos.

Confira!

TV Replay, o que é bom se repete!

Cachoeirinha-PE: Tribunal do Juri – “Deu 14 facadas, depois da 1ª, o resto…”- Palavras de Dr. Jeovásio, advogado de defesa – PARTE 6

Acompanhe a 6ª parte do julgamento, nesta, o advogado de defesa, Dr. Jeovásio Almeida Lima,  faz menções quanto ao trabalho da polícia na apuração das provas.

Confira!

TV Replay, o que é bom se repete!

Cachoeirinha-PE: Tribunal do Juri – “Antigamente só quem ia preso era pobre, hoje já tem gente maior e tem que ir mais gente para cadeia…” disse Promotor Dr. Paulo Augusto – Parte 5

Acompanhe a 5 parte do relato do Promotor de Justiça, Dr. Paulo Augusto, fazendo a acusação no julgamento de Cícero dos Santos .

TV Replay, o que é bom se repete!

Cachoeirinha-PE: Drª. Fabíola Mendes, juiza de direito proferiu sentença de Cícero dos Santos – 19 anos de cadeia

Nesta segunda-feira (18), aconteceu na câmara de vereadores de Cachoeirinha, o julgamento do réu, Cícero dos Santos, acusado de homicídio no ano de 2010 contra sua companheira.

O julgamento durou cerca de 7 horas, onde resultou a sentença do acusado. A juíza da comarca, Dra. Fabíola Mendes, fez a leitura da sentença, onde resultou na pena de 19 anos de prisão.

Confira!

TV Replay, o que é bom se repete!

 

Cachoeirinha-PE: Tribunal do Juri – Fala do Promotor Dr. Paulo Augusto Parte 4

Acompanhe a 4 parte da palavra do Promotor de Justiça, Dr. Paulo Augusto, fazendo a acusação no julgamento de Cícero dos Santos .

TV Replay, o que é bom se repete!

Cachoeirinha-PE: Tribunal do Juri – Fala do Promotor Dr. Paulo Augusto Parte 3

Acompanhe a 3 parte da palavra do Promotor de Justiça, Dr. Paulo Augusto, fazendo a acusação.

TV Replay, o que é bom se repete!

Cachoeirinha-PE: Julgamento encerrado, réu condenado!

Neste momento, acaba de encerrar o julgamento do réu, Cícero dos Santos, acusado de homicídio no ano de 2010 contra sua companheira.

O julgamento durou cerca de 7 horas, onde resultou a sentença do acusado. A juíza da comarca, Dra. Fabíola Mendes, fez a leitura da sentença, onde resultou na pena de 19 anos de prisão.

 1

A TV Replay, acompanhou todo o julgamento, e você internauta, poderá estar assistindo desde a acusação a defesa, como foram os momentos marcantes deste julgamento.

TV Replay, o que é bom se repete!

Cachoeirinha-PE: Tribunal do Juri – Fala do Promotor Dr. Paulo Augusto Parte 2

Acompanhe a 2 parte da palavra do Promotor de Justiça, Dr. Paulo Augusto, fazendo a acusação.

TV Replay, o que é bom se repete!

Cachoeirinha-PE: Inicia-se juri popular de Cícero dos Santos na Câmara de Vereadores em Cachoeirinha

A juíza, Dra. Fabíola Mendes, dá início a leitura do interrogatório do réu, quando o mesmo, na época relatou ao juiz Dr. Lauro.

1

De início, a Dra. Fabílola Mendes fez a chamada dos jurados e logo solicitou que o réu adentrasse a sala de julgamento.

Os jurados acompanharam a leitura do interrogatório.

2

O promotor de acusação é o Dr. Paulo Augusto e o advogado de defesa Dr. Jeovásio Almeida.

Nesse momento, o Advogado de defesa, Dr. Jeovásio Almeida, relembra a tentativa de suicídio do réu.

Dr. Joevásio Almeida - Advogado de defesa

Dr. Joevásio Almeida – Advogado de defesa

Réu ouvindo a juíza

Réu ouvindo a juíza

IMG-20131118-WA0003 IMG-20131118-WA0002

Dr. Paulo Augusto - Promotor

Dr. Paulo Augusto – Promotor

Nesse momento o promotor de justiça, Dr. Paulo Augusto, lê os autos de uma testemunha de acusação.

Dra. Fabíola Mendes - Juíza

Dra. Fabíola Mendes – Juíza

Dr. Paulo Augusto, lê nesse momento, o depoimento de Dona Luzineide, mãe da vítima.

Dr. Paulo Augusto, lê depoimento da mãe da vítima

Dr. Paulo Augusto, lê depoimento da mãe da vítima

Dr. Paulo Augusto fala sobre o diário fictício que o réu diz existir

Dr. Paulo Augusto fala sobre o diário fictício que o réu diz existir

IMG-20131118-WA0010

Você vai acompanhando aqui as informações!

TV Replay, o que é bom se repete!

Cachoeirinha-PE: “Vamos pedir para que se haja um trabalho, para ser reconhecida por esta casa…” Vereador Osvaldo Jacinto se referindo a juíza da comarca

Com o objetivo de levar aos eleitores informações a respeito dos projetos, das ações e explicações do Legislativo Municipal, a TV Replay esteve presente na Casa Vereador Cícero Cintra em Cachoeirinha/PE.

Reunião ocorrida em 05.11.2013.

Assista, comente, curta, compartilhe e divulgue. Mande sugestões e críticas. Nossos contatos:

  • Facebook: TV REPLAY
  • Email: tvreplay@tvreplay.com.br
  • Sitewww.tvreplay.com.br

Vereadores presentes:

Jonas Costa Eduardo

Osvaldo Jacinto

José Alves Machado (Genildo Dentista)

Roberto Dilson

Givaldo Farias (Espírito Santo)

Cícero Venâncio Mariano (Cícero de Cabanas)

Vereadores Ausentes:

Jailson dos Santos (Jailson de Milton)

Geraldo Otaviano ( Branco)

Necis Maria

Sílvia Magnólia

Esmar Santos

 

Confira!

TV Replay, o que é bom se repete!

Cachoeirinha-PE: Presidente da Câmara homenageia Promotor com voto de aplauso

Com o objetivo de levar aos eleitores informações a respeito dos projetos, das ações e explicações do Legislativo Municipal, a TV Replay esteve presente na Casa Vereador Cícero Cintra em Cachoeirinha/PE.

Reunião ocorrida em 22.10.2013.

Assista, comente, curta, compartilhe e divulgue. Mande sugestões e críticas. Nossos contatos:

  • Facebook: TV REPLAY
  • Email: tvreplay@tvreplay.com.br
  • Sitewww.tvreplay.com.br

Vereadores presentes:

Jonas Costa Eduardo

Osvaldo Jacinto

José Alves Machado (Genildo Dentista)

Geraldo Otaviano ( Branco)

Roberto Dilson

Jailson dos Santos (Jailson de Milton)

Givaldo Farias (Espírito Santo)

Cícero Venâncio Mariano (Cícero de Cabanas)

Vereadores Ausentes:

Necis Maria

Esmar Santos

Sílvia Magnólia

Confira!

TV Replay, o que é bom se repete!

Cachoeirinha-PE: “A sociedade tem uma grande responsabilidade de cuidar e zelar pela segurança da cidade…” disse Dr. Paulo Augusto, Promotor de Justiça

Na tarde de quarta-feira (16), no auditório da Câmara de Vereadores, aconteceu uma audiência pública, que tratou do Pacto de Segurança aderido pelo município. Na ocasião, foi assinado o termo de adesão do mesmo, quando o município pactou com 8 dos 10 tópicos sugeridos pelo Ministério Público.

O Promotor, Dr. Paulo Augusto, convocou todos os poderes tal como toda população de modo geral, para que unidos, as metas propostas pelo plano de segurança sejam executadas, deixando claro que a população tem uma grande responsabilidade de cuidar e zelar pela segurança da cidade, garantindo assim, melhorias na qualidade de vida de cada cidadão.

Confira!

TV Replay, o que é bom se repete!

Cachoeirinha-PE: “O Pacto dos Municípios pela segurança, é uma ação exclusiva do Ministério Público” relata Dr. Sérgio Tenório, Promotor de Justiça

Na tarde desta quarta-feira (16), no auditório da Câmara de Vereadores, aconteceu uma audiência pública, que tratou do Pacto de Segurança aderido pelo município. Na ocasião, foi assinado o termo de adesão do mesmo, quando o município pactou com 8 dos 10 tópicos sugeridos pelo Ministério Público.

Dr. Sérgio Tenório, Promotor de Justiça convidado pelo Ministério Público de Cachoeirinha, através de seu representante, Dr. Paulo Augusto, esclareceu que o Pacto dos Municípios pela segurança, é uma ação exclusiva do MPPE, que tem como objetivo apresentar aos poderes públicos, e principalmente a sociedade, para que a partir do momento de sua adesão, esse termo de compromisso vise tão somente a garantia da segurança de cada cidadão pernambucano.

Confira a entrevista!

TV Replay, o que é bom se repete!

Cachoeirinha-PE: Resumo da Audiência Pública que tratou do pacto de segurança

Na tarde desta quarta-feira (16), no auditório da Câmara de Vereadores, aconteceu uma audiência pública, que tratou do Pacto de Segurança aderido pelo município. Na ocasião, foi assinado o termo de adesão do mesmo, quando o município pactou com 8 dos 10 tópicos sugeridos pelo Ministério Público.

Assista um resumo da audiência pública, onde o palestrante, o Promotor, Dr. Paulo Augusto, convocou todos os poderes tal como todo o comércio de modo geral para que unidos, as metas propostas pelo plano de segurança sejam executadas.

Confira!

TV Replay, o que é bom se repete!

Cachoeirinha-PE: Prefeito diz estar disposto a lutar em reduzir a violência na cidade

Na tarde desta quarta-feira (16), no auditório da Câmara de Vereadores, aconteceu uma audiência pública, que tratou do Pacto de Segurança aderido pelo município. Na ocasião, foi assinado o termo de adesão do mesmo, quando o município pactou com 8 dos 10 tópicos sugeridos pelo Ministério Público.

Na ocasião, o Prefeito falou que está empenhado na luta de cada meta proposta.

Confira!

TV Replay, o que é bom se repete!

Promotor de Justiça, Dr. Paulo Augusto, demonstra sua indignação com o crime ocorrido com seu colega de trabalho

Dr. Paulo Augusto, Promotor de Justiça, em entrevista para a TV Replay diz que o crime brutal que aconteceu com o seu colega promotor na última segunda-feira, na cidade de Itaíba, não intimidará a ação do Ministério Público e que o órgão está firme e forte no combate a criminalidade e na defesa dos interesses da sociedade. 

Confira!

TV Replay, o que é bom se repete!

Cachoeirinha-PE: Município assina Termo de Pacto de segurança

Na tarde desta quarta-feira (16), no auditório da Câmara de Vereadores, aconteceu uma audiência pública, que tratou do Pacto de Segurança aderido pelo município. Na ocasião, foi assinado o termo de adesão do mesmo, quando o município pactou com 8 dos 10 tópicos sugeridos pelo Ministério Público.

De início, o representante do Ministério Público, o Promotor de Justiça, Dr. Paulo Augusto, agradeceu a todos os presentes, destacando a presença do Prefeito do Município, Carlos Alberto, do Vice-Prefeito, Ivaldo Almeida, do Presidente da Câmara de Vereadores, Jonas Eduardo, assim como os demais vereadores presentes, do Secretário de Administração, Fausto Lins Borba, assim como grande parte do secretariado, dos servidores públicos e toda sociedade presente.

Em memória do colega de profissão, assassinado na última segunda-feira (14), na cidade de Itaíba, o Promotor palestrante, solicitou aos presentes que fizessem um minuto de silêncio em homenagem póstuma.

Dando sequência a audiência, Dr. Paulo Augusto explanou o Plano do Pacto de segurança, destacando cada ponto decorrido.

Enfatizou-se a união dos poderes públicos, legislativo, executivo e judiciário, bem como a expressividade e aceitação dos empresários da cidade para com o plano do combate a violência, para que todos juntos, coloquemos em prática todos os pontos abordados, e que se tenha um município mais seguro, não criticando, mas sim trazendo soluções e efetivando todos os eixos apresentados pelo projeto, cumprindo cada um as metas propostas.

Os 10 pontos do plano são: 

1) CADASTRAMENTO DE BARES E RESTAURANTESO promotor não poupou palavras no cumprimento da ordem relacionada ao cadastramento de bares e restaurantes, onde dentro de 6 (seis) meses deverão os estabelecimentos se adequarem as normas, do contrário haverá o fechamento dos mesmos.

2) COMERCIALIZAÇÃO PRÓXIMO AS ESCOLASEm um raio de 100 metros não poderá ser comercializado nenhum tipo de alimento, desde um pequeno lanche, a refrigerantes ou guloseimas, salientando-se que, já está sendo fiscalizado pelo poder público neste raio e já com a venda proibida de bebidas alcoólicas e cigarros, reprimindo assim um suposto comércio de drogas que viesse a ser adentrado na área.

3) ILUMINAÇÃO PÚBLICA – Foi determinado a urgência ao poder público de melhorar a iluminação de ruas, vielas ou qualquer local de maior trâmite de pessoas, destacando que o risco para um local sem iluminação fica mais agravante e tendencioso na falta de segurança.

4) EVENTOS PÚBLICOS E PRIVADOSFica determinado que os eventos públicos como os privados deverão ter horário de término às 2h da madrugada. Para as casas de shows privadas, se faz necessário um alvará específico e para os eventos públicos deverá haver no local:

  • Ambulâncias;
  • Banheiros químicos;
  • Bombeiros Civil;
  • Presença da Polícia.

5) IMPLEMENTAÇÃO DO PLANO CONTRA O CRACKReforço ao plano de ação no combate as drogas, que foi apresentado no dia 14 de maio do ano corrente, com o intuito de contribuir para que seja proporcionado aos jovens, dias melhores e qualidade de vida, tirando-os assim do caminho do mal. 

6) ESTRUTURAÇÃO DO CONSELHO TUTELAR - Foi mencionado na audiência a estrutura do conselho tutelar do município, onde para o mesmo deve haver recursos materiais e humanos básicos para a defesa célere e eficaz dos direitos da população infanto-juvenil local, o promotor enfatizou que o município dispõe destes recursos, inclusive um veículo próprio. 

7) CRIAÇÃO DE COMISSÕES ESCOLARES - Que seja implantado nas escolas, comissões escolares, formadas por pais e mestres, onde com estas, sejam detectados e tratados os conflitos iniciais dos jovens alunos, para que sejam retraídas e contidas situações mais lastimáveis, intermediando assim situações primárias, para que não haja a necessidade de que as mesmas sejam levadas ao conhecimento do Ministério Público, evitando assim transtornos maiores para todos os envolvidos. Deixando claro que, o Ministério Público se dispõe para qualquer eventualidade, porém, destaca a importância da escola como base do conceito de mundo e de vida destes jovens.

8) CRIAÇÃO DA GUARDA MUNICIPALEste tópico ficará em stand by por 6 meses, pois, segundo o Prefeito do município, não se há orçamento público para a inclusão desta ação.

9) CRIAÇÃO DA SECRETARIA DE SEGURANÇAQue seja destinado em cada bairro, representantes que venham trazer de forma peculiar os problemas de cada localidade.

10) IMPLEMENTAÇÃO DA LIBERDADE ASSISTIDAO que significa? Age como um tipo de “tutor”, sendo estabelecido pessoas voluntárias para cuidar dos adolescentes infratores, acompanhado-os assim na sua vida pós infração cometida, observando-o na escola, no dia-a-dia, com a família e sua inclusão na sociedade como um todo, ficando no tocante o adolescente livre de cumprir medida sócio-educativa, para que não seja contaminado pelo ambiente que ao invés de ressocializá-lo leva-o para o caminho do crime.

Esperamos contar com a ajuda de todos, cada um fazendo sua parte, teremos um município mais seguro!

Carlos Alberto, Prefeito do município assina o Termo de Compromisso

Carlos Alberto, Prefeito do município assina o Termo de Compromisso

Jonas Eduardo, Presidente da Câmara de Vereadores

Jonas Eduardo, Presidente da Câmara de Vereadores

 

Representante do Ministério Público, Dr. Paulo Augusto

Representante do Ministério Público, Dr. Paulo Augusto

DSC_0008

Dr. Sérgio Tenório e Drª Isabela, Representantes do Ministério Público

DSC_0001 DSC_0004

Dr. Paulo Augusto, Promotor

Dr. Paulo Augusto, Promotor

DSC_0009 DSC_0010

Ivaldo Almeida, Vice-prefeito

Ivaldo Almeida, Vice-prefeito

Carlos Alberto "Beto de Tôta", Prefeito de Cachoeirinha

Carlos Alberto “Beto de Tôta”, Prefeito de Cachoeirinha

DSC_0013 DSC_0014 DSC_0018

Dr. Sérgio, representante da OAB

Dr. Sérgio, representante da OAB

Wellington júnior, Secretário de Transporte, Secretária de Ação Social do município, a Srª. Andréa Paula e ao fundo, o Secretário de Saúde, Dr. Sílvio Romero

Wellington júnior, Secretário de Transporte, Secretária de Ação Social do município, a Srª. Andréa Paula e ao fundo, o Secretário de Saúde, Dr. Sílvio Romero

Presidente da Câmara de Vereadores, Jonas Eduardo e vereador  Givaldo Farias (Espírito Santo)

Presidente da Câmara de Vereadores, Jonas Eduardo e o Vereador Givaldo Farias (Espírito Santo)

DSC_0024

Dr. Sérgio Tenório e Dr. Paulo Augusto

Dr. Sérgio Tenório e Dr. Paulo Augusto

DSC_0028DSC_0029

Jonas Eduardo, Presidente da Câmara de Vereadores

Jonas Eduardo, Presidente da Câmara de Vereadores

Dr. Sérgio, representante OAB Cachoeirinha

Dr. Sérgio, representante OAB Cachoeirinha

Secretário de Administração, Fausto Lins Borba

Secretário de Administração, Fausto Lins Borba

DSC_0036 DSC_0038

 TV Replay, o que é bom se repete!

Cachoeirinha-PE: CONVITE – Audiência Pública tratará do Pacto dos municípios com a segurança pública – Participe!!!

O Ministério Público, representado pelo Exmo. Sr. Promotor, Dr. Paulo Augusto juntamente com a Prefeitura Municipal e a Câmara de Vereadores, CONVIDAM toda população para participar de uma audiência pública, quando na oportunidade, o município de Cachoeirinha estará aderindo ao PROJETO PELO PACTO DOS MUNICÍPIOS COM A SEGURANÇA PÚBLICA.

1

LOCAL: Câmara Municipal de Vereadores

Horário: 16h

Data: 16 de outubro de 2013.

Vamos todos juntos lutar por uma Cachoeirinha mais segura!!!

 

TV Replay, o que é bom se repete!

No Ar – Programa “Tema Livre” ao Vivo aqui na TV Replay

Toda terça-feira na TV Replay ao Vivo, às 15h o Programa “TEMA LIVRE”, um programa polêmico que aborda os variados temas da atualidade.

Apresentado por Wagner Alex, hoje o tema abordado:

1) Violência Urbana
2) Maioridade Penal

Participação dos convidados:

  • Dr. Paulo Augusto, Promotor de Justiça
  • Dr. Gilberto Loyo, Delegado Regional de Palmares
Dr. Paulo Augusto, Promotor de Justiça

Dr. Paulo Augusto, Promotor de Justiça

1

Dr. Gilberto Loyo, Delegado Regional de Palmares

Participe você também com seus questionamentos, perguntas pelo Facebook (facebook.com/tvreplaybr) e pelo Email: tvreplay@tvreplay.com.br

CONTAMOS COM SUA PARTICIPAÇÃO!

 

TV Replay, o que é bom se repete!

 

Cachoeirinha-PE: Todos juntos no combate as drogas – Audiência Pública – Palavra de Dr. Paulo Augusto (Promotor de Justiça)

Confira!

Cachoeirinha-PE: Mensagem Natalina – Dr. Paulo Augusto (Promotor de Justiça)

Confira!

Promotor de Justiça de Cachoeirinha diz o que pode e o que não pode de sexta até o domingo, dia da eleição!

Promotor de Justiça, Dr. Paulo Augusto esclarece as regras, que foram assinadas no Termo de ajustamento de conduta entre as coligações e a promotoria, também fala a respeito do comportamento do eleitor para o dia da eleição.

Confira a matéria na íntegra.

TV Replay, o que é bom se repete!