Blog de Airton Sousa: Se fosse diferente não seria o Náutico

Finalmente conhecemos os quatro clubes que subiram para a primeira divisão, e mais uma vez a frustração do torcedor do Náutico, que além de não ter tido acesso a primeira divisão, terminou perdendo em plena Arena de Pernambuco, para o Oeste que há 16 jogos não conseguia vencer e que estava na 16a colocação do Campeonato Brasileiro da série B.

Subiram para a primeira divisão: Atlético de Goiás, Avaí, Vasco da Gama e Bahia. O Atlético venceu ao Bahia por 2 x 1.  O Vasco também venceu, desta  feita  ao  Ceará por 2 x 1. E o Avaí já havia garantido a sua classificação antecipada; além do Bahia que mesmo perdendo para o Atlético, foi beneficiado com a derrota do Náutico para o Oeste.

Quanto ao jogo do Náutico, uma revolta do torcedor pelo fraco futebol apresentado pelo time alvi rubro, com uma apresentação abaixo da crítica, se deixando envolver pelo adversário, principalmente no primeiro tempo, onde perdeu o jogo por 2 x 0, sem oferecer reação nenhuma  e tendo em Julio César o melhor jogador em campo. O jogador Marco Antonio sem produzir, Vinícius e Bergson, também muito mal e finalmente um time abatido e frágil, o que não foi deferente no segundo tempo, mesmo com a acomodação do time do Oeste.

Antes que terminasse o jogo, torcedores do Náutico invadiram o campo de jogo, sem que o policiamento tivesse condição de reagir, e nada justificava a apresentação do time timbu, nem tão pouco a fragilidade apresentada. Agora é repensar 2017, e ver quais as mudanças estruturais que o clube precisa, para uma melhor estrutura, dentro e fora de campo. No final uma frase que é padrão do time alvi rubro, o Náutico é assim mesmo: nada, nada e termina morrendo na beira da maré, e foi assim mais uma vez.

Blog de Airton Sousa: Náutico perde e continua fora do G4

Num jogo, em que a torcida timbu fez o seu papel, indo a capital alagoana, incentivando o time, e saindo decepcionada, o Náutico terminou perdendo para o desesperado Clube de Regatas Brasil, pelo placar de 1 x 0. O time alagoano jogava uma cartada decisiva, porque se não conseguisse vencer, teria afastada de uma vez por todas, as chances de brigar por uma das vagas no G 4.

Tivemos um primeiro tempo com os goleiros trabalhando muito, as defesas superando os ataques e as finalizações erradas, foi esse o padrão da primeira fase, com o Náutico encontrando dificuldades na transmissão e também sentindo a falta de um jogador com presença de área, enquanto que o adversário tentava a todo custo, principalmente com o artilheiro Zé Carlos, que não fez um bom jogo. Daí o 0 x 0 do primeiro tempo.

No segundo tempo, o Clube de Regatas Brasil, voltou mais agudo e ofensivo, principalmente com o jogador Wellington Junior, que apavorou o sistema defensivo timbu, pela direita, onde o Náutico sentiu a ausência do jogador Gaston Filgueira, entre outros jogadores. A transição do time alvi-rubro foi complicada, e a verdade é que o time alagoano foi dono absoluto do segundo tempo. De tanto insistir e diante das facilidades, terminou marcando o gol da vitória aos 35 minutos, com Matheus Galdezani, após uma troca de passe errada entre os jogadores Marco Antonio e Igor Rabelo.

Se o Náutico estava mal, piorou muito mais,depois do gol sofrido, sem encontrar a capacidade suficiente de reagir. A derrota complicou a situação do Náutico, principalmente pelos resultados dos concorrentes diretos: Avaí, Bahia, e o próprio Regatas. O Náutico continua fora do G4, agora com uma diferença de 2 pontos para o Bahia e 3 pontos para o Avaí, que venceram os seus jogos. O próximo jogo do timbu, será terça-feira(08), na Arena de Pernambuco contra o Goiás, que perdeu o clássico para o Atlético por 4 x 2.

Se quiser continuar na disputa por uma vaga no G4, o time timbu terá que vencer ao Goiás, e partir para outra vitória contra o Avaí, em Santa Catarina, no próximo final de semana. O ponto negativo do jogo de hoje, além da derrota do Náutico, foi a arbitragem de Alinor Silva da Paixão, que anulou um gol legítimo do Náutico, e deixou de marcar um pênalti claro, a favor do Clube de Regatas Brasil. Ou seja, uma arbitragem que terminou influenciando no resultado do jogo, mais uma vez.