Brasil cria 61,1 mil empregos em fevereiro, 0,16% a mais do que em janeiro

A alta foi puxada pelo setor de serviços, com a criação de 65.920 novos postos de trabalho (0,39%), no confronto com mês anterior. A indústria de transformação ficou com o segundo melhor resultado (17.363 postos)

O mercado formal de trabalho brasileiro abriu 61.188 novos postos em fevereiro de 2018.

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O número é 0,16% superior ao de janeiro e também representa o melhor resultado para o mês desde 2016, e o segundo resultado positivo do ano, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho. As oportunidades atuais são consequência de 1.274.965 admissões e 1.213.777 desligamentos. “Esses resultados confirmam a recuperação econômica e a retomada dos empregos. As medidas adotadas pelo governo foram acertadas e estamos otimistas que esses números se repetirão ao longo do ano”, avalia o ministro interino do Trabalho, Helton Yomura.

Cinco dos oito principais setores econômicos tiveram saldo positivo. A alta foi puxada pelo setor de serviços, com a criação de 65.920 novos postos de trabalho (%2b0,39%), no confronto com mês anterior. A indústria de transformação ficou com o segundo melhor resultado ( 17.363 postos), acréscimo de 0,24% sobre janeiro. Seguidos de administração pública ( 9.553 postos), serviços industriais de utilidade pública ( 629 postos) e extrativa mineral ( 315 postos).

Apenas três setores tiveram saldos negativos: comércio (-25.247 postos), agropecuária (-3.738 postos) e construção civil (-3.607 postos).

Das cinco regiões, quatro apresentaram saldos positivos no emprego, em fevereiro. O melhor desempenho foi no Sul ( 37.071 postos). Em seguida, o Sudeste ( 35.025), o Centro-Oeste ( 14.407), e o Norte ( 638). Somente o Nordeste (-25.953 postos) cortou vagas. Entre os Estados, 15 deles e o Distrito Federal registraram variação positiva no saldo de empregos e 11 estados, variação negativa. Os maiores saldos de emprego ocorreram em São Paulo ( 30.040 vagas), Santa Catarina ( 16.344), Rio Grande do Sul ( 13.024), Paraná ( 7.703), Minas Gerais ( 7.288) e Goiás ( 5.137). Os saldos negativos ocorreram em Alagoas (-10.698), Pernambuco (-7.381), Rio Grande do Norte (-3.570), Paraíba (-2.758), Rio de Janeiro (-2.750) e Sergipe (-931).

Lei Trabalhista

A reforma trabalhista (Lei 13.467/2017) já pode ser identificada nas estatísticas, de acordo com o Ministério do Trabalho. Em fevereiro, houve 11.118 desligamentos por meio de acordo entre empregador e empregado, envolvendo 8.476 estabelecimentos. O estado de São Paulo apresentou a maior quantidade de registros (3.257), seguido por Paraná (1.214), Minas Gerais (962), Rio de Janeiro (941) e Rio Grande do Sul (901).

Na modalidade de trabalho intermitente, foram 2.660 admissões e 569 desligamentos, com um saldo positivo de 2.091 empregos. As admissões se concentraram principalmente em São Paulo (816 postos), Rio de Janeiro (258), Minas Gerais (257), Distrito Federal (182) e Espírito Santo (163). As admissões foram majoritariamente registradas nos setores de serviços (1.206 postos), comércio (585), construção civil (410) e indústria de transformação (395).

No regime de trabalho parcial, foram registradas 6.490 admissões e 3.423 desligamentos, com saldo positivo de 3.067 empregos. As admissões foram observadas em São Paulo (1.314 postos), Ceará (876), Minas Gerais (634), Goiás (393), Paraná (373) e Rio de Janeiro (348). Do ponto de vista setorial, as admissões concentraram-se nos Serviços (4.551 postos), Comércio (1.169), Indústria de Transformação (508) e Agropecuária (150).

A categoria de Teletrabalho registrou 362 admissões e 243 desligamentos – saldo positivo de 119 empregos.

Com número maior de vagas em São Paulo (67 postos), Minas Gerais (50), Espírito Santo (40), Rio de Janeiro (40), Bahia (22) e Ceará (22). Do ponto de vista setorial, as admissões se concentraram nos serviços (190 postos), comércio (88), indústria de transformação (44) e construção civil (20).

Por Correio Braziliense

Trabalho intermitente, parcial e teletrabalho já devem ser informados ao Caged

O cadastro registra os processos de admissão e de dispensa de trabalhadores regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)

Criadas pela reforma trabalhista, as modalidades de contratação em trabalho intermitente e teletrabalho já devem ser informadas ao Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho. A pasta lançou, nesta sexta-feira (1º), novo layout do sistema, na qual incluiu também a possibilidade de informar sobre trabalho em tempo parcial, que sofreu alterações na reforma, e desligamento por acordo entre empregado e empregador.

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Detalhes das alterações e o novo formulário eletrônico estão disponíveis no portal do Caged. “É essencial que as empresas se atentem para esse novo layout e não omitam esse tipo de informação”, alerta o coordenador de Estatísticas do Ministério do Trabalho, Mário Magalhães.

O cadastro registra os processos de admissão e de dispensa de trabalhadores regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A partir dessas informações, é possível acompanhar e fiscalizar o mercado de trabalho. Ele é utilizado, por exemplo, pelo Programa do Seguro-Desemprego para conferência de dados referentes aos vínculos trabalhistas, além de outros programas sociais.

Distorção na estatística
O ministério trabalha agora para redesenhar o processamento dos dados. Isso porque, com a possível inclusão de trabalhadores em trabalho intermitente por diversos empregadores, pode-se criar a ideia de que há mais pessoas contratadas e, portanto, menos desempregadas. “A nossa intenção é que as estatísticas do trabalho contem com toda a transparência possível”, afirma Magalhães.

Magalhães explica que, no último mês, o setor que coordena trabalhou para que os novos campos fossem inseridos no layout e que, agora, estuda as formas de extração das informações. A questão impacta já os dados do mês de novembro, que devem ser divulgados na segunda quinzena de dezembro. Isso porque a reforma começou a valer no último dia 11e as novas formas de contratação já podem ter sido efetivadas. “Você vai ter um saldo de empregos que pode, a depender do grau de adesão das empresas às novas modalidades, gerar um salto” nas estatísticas, explica.

O Caged deve ser enviado mensalmente ao Ministério do Trabalho e Previdência Social até o sétimo dia do mês subsequente ao mês de referência das informações ou até a data de admissão. Sempre que a empresa realizar uma dessas ações, deverá enviar as novas informações ao ministério, via internet.

Por Agência Brasil

Brasil abre 76.599 vagas formais em outubro, aponta Caged

No acumulado do ano, houve abertura de 302.189 postos de trabalho com carteira assinada. Em 12 meses até outubro, há fechamento acumulado de 294.305 vagas

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O Brasil abriu 76.599 vagas de emprego formal em outubro, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta segunda-feira, 20, pelo Ministério do Trabalho. Foi o sétimo aumento consecutivo no número de vagas com carteira assinada no País. Para meses de outubro, este é o melhor resultado desde 2013, quando foram geradas 94.893 vagas. 

O resultado decorre de 1.187.819 admissões e 1.111.220 demissões. O resultado ficou acima do intervalo das estimativas de analistas do mercado financeiro consultados pelo Projeções Broadcast, que esperavam de fechamento de 13.500 vagas a abertura de 40.000 vagas, com mediana positiva em 10.098 vagas.

O resultado mensal foi puxado pelo comércio, que gerou 37.321 postos formais em outubro, e pela indústria de transformação, que abriu 33.200 novas vagas com carteira assinada. Em seguida, houve o desempenho positivo o setor de serviços (15.915 vagas). 

Por outro lado, tiveram saldo negativo agropecuária (-3.551 postos), serviços industriais de utilidade pública (-729 postos) administração pública (-261 vagas), construção civil (-4.764) e extrativa mineral (-532 vagas).

Salários

O salário médio de admissão nos empregos com carteira assinada teve queda real de 1,13% em outubro ante setembro, para R$ 1.463 12, segundo dados do Caged. Na comparação com o mês de outubro do ano passado, houve alta de 3,77%, informou hoje o Ministério do Trabalho. 

No acumulado do ano, há ganho de 2,69% acima da inflação no salário médio de admissão.

O Brasil abriu 76.599 vagas de emprego formal no mês passado. Segundo o ministério, o resultado foi positivo em 20 das 27 unidades da federação.

Por: AE

Caruaru-PE: A cidade bate recorde na geração de empregos em 2013

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No acumulado do ano, sem computar dezembro, Caruaru atingiu a marca de 3.730 novos postos de trabalho, o que demonstra um crescimento de 6,5% se comparado a todo o ano de 2012, onde foram criadas 3.489 vagas. Os números divulgados fazem parte do levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – CAGED, que apresenta p comportamento do mercado de trabalho formal mensalmente.

O setor de serviços foi o que mais empregou até o momento, com um saldo de 1.295 novas contratações, variação positiva de 6,30%, se comparado ao ano de 2012.  No entanto, o maior percentual positivo está no setor de construção civil, que chegou a 35,90, com 1.272 empregos. Quando são comparados os dados acumulados dos 12 meses, entre novembro de 2012 e novembro de 2013, o setor de Serviços Industriais de Utilidade Pública apresenta a terceira posição no ranking dos que mais cresceram, com um saldo de 464 empregos (13,37%). Os números mostram um novo comportamento do mercado de trabalho em Caruaru, focado nos setores de Serviços, Construção Civil e Serviços Industriais de Utilidade Pública.

“O desenvolvimento de Caruaru tem atraído cada vez mais investimentos e movimentado especialmente a construção civil. São mais de cem prédios em construção na nossa cidade”, reforça o prefeito José Queiroz. Em números gerais, Caruaru é o terceiro município que mais cresceu em geração de emprego nos últimos 11 meses.

TV Replay, o que é bom se repete!

Fonte: http://www.caruaru.pe.gov.br