Caruaru-PE: Concurso de Quadrilhas Estilizadas promete encher os Pólo das Quadrilhas

Quando o assunto é ‘Festejo Junino’, Caruaru se veste de cultura e tradição, não deixando de lado o moderno, um grande exemplo disso é a evolução das quadrilhas estilizadas, onde, durante as apresentações o contemporâneo e o tradicional andam juntos. No próximo dia 7, tem inicio o 19º Festival de Quadrilhas Estilizadas.

As apresentações terão início, sempre, às 20h no Pólo das Quadrilhas, localizado na Estação Ferroviária – Centro de Caruaru. Neste ano, as apresentações acontecerão durante os dias 7, 14, 21 e 28, sendo este último a grande final onde serão conhecidas as que ficarão entre primeiro e quinto lugar.

Já são quase 20 anos de sucesso de um dos concursos de quadrilhas estilizadas mais importantes do Nordeste. Estima-se que nos fins de semana aproximadamente 4 mil expectadores assistam as apresentações. Pessoas de todas as idades que fazem questão de torcer pelo grupo que mais lhe agrade lotam as arquibancadas na Estação Ferroviária.

Este ano teremos a participação de 33 quadrilhas que vão garantir noites inteiras de música, dança e artes cênicas, com variados temas a respeito da cultura regional. Cada quadrilha é formada por uma média de 25 ou 40 pares, totalizando até 80 participantes, que anualmente trabalham para inovar as coreografias e vestuários, a fim de ganhar o primeiro lugar entre os demais grupos.

O evento traz grupos de vários estados do Nordeste como Pernambuco, Ceará, Paraíba, Alagoas, Bahia e Pará. Nas eliminatórias, 20 minutos é o tempo de apresentação que cada quadrilha tem. Durante a dança, os jurados avaliam figurino, entrada no arraial, animação, desempenho, repertório, marcador, cenário e a saída da quadrilha.

Para Sandra Moreira, que está à frente da organização desde o início, é uma alegria receber essas quadrilhas em nossas festas juninas. “O concurso a cada ano cresce, se fortalece e ratifica o São João de Caruaru como o maior e melhor do mundo.’, pontua Sandra.

História - De origem europeia, as quadrilhas foram introduzidas no Brasil ainda no período colonial. No início, estavam associadas às formações militares existentes à época. Tinham passos mais lentos e uniformes. A música não era o forró. No nordeste, a dança ganhou traços regionais e marcação de triângulo, zabumba e sanfona.

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Fotos: Rafael Lima

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TV Replay, o que é bom se repete!

Caruaru-PE: Oficinas itinerantes beneficiam mais de 2 mil crianças

O primeiro mês de ações afetivas do NAC – Núcleo de Ações Culturais atingiu números satisfatórios. Ao todo, crianças e adolescentes de, exatamente, 23 bairros, incluindo zona urbana e rural, tiveram a oportunidade de participar de oficinas gratuitas desenvolvidas pela Fundação de Cultura e Turismo, e o melhor, bem pertinho de casa.

Só para se ter ideia da importância do projeto desenvolvido, por enquanto, 2.488 crianças aprenderam técnicas de dança, animação e teatro, de acordo com os dados do NAC. Também foram realizadas exibições de curtas, chegando a um público de 4 mil expectadores. As ações estão sendo executadas em igrejas, escolas e associações de bairro. Para o diretor de Ações Culturais, Djair Vasconcelos, os resultados são o reflexo do empenho.

“Estamos maturando o trabalho desde janeiro para pôr o NAC nas ruas de Caruaru. Muitos desafios foram vencidos, mas a ideia é ampliar a oferta e o número de oficinas, para que mais crianças sejam favorecidas. O projeto é um sucesso graças ao trabalho de todos,” pontuou.A ideia de levar cidadania, cultura e lazer às crianças da periferia e zona rural saiu do papel. O próximo passo é ampliar a abrangência. “Queremos chegar a 4.800 crianças atendidas. Também pretendemos introduzir oficinas de iniciação à mágica, cineclube e técnica vocal”, ressaltou Vasconcelos.

Os seguintes bairros e comunidades da zona rural já receberam ações do NAC: Boa Vista I e II; Terra Vermelha; Posto Agamenon I; Posto Agamenon II; Jacaré e Gonçalves Ferreira; Rendeiras; Cedro; Caiucá; Maria Auxiliadora; João Mota; Bairro Agamenon; Cidade Agreste; Salgado; Alto do Moura; Vila Kennedy; Jardim Panorama; Vassoural; Santa Rosa; Murici; Cipó; Normandia; Rafael; Riacho; Doce e São João da Escócia.

Estamos muito felizes por poder proporcionar conhecimento, cultura, lazer à essas crianças que ficam boa parte do tempo sem atividade nenhuma. “Muitos questionavam que só desenvolvíamos ações para crianças do centro e dos bairros vizinhos e, hoje, podemos dizer que conseguimos chegar à periferia e zona rural, que temos ações nos quatro distritos, que as crianças não precisam sair do seu bairro para praticar atividades”, comemorou o coordenador geral do NAC, Josemar Otávio Ribeiro Junior.

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