SES reforça cuidados para evitar casos de leptospirose

O contato da pele com água suja ou lama deve acender o alerta para a possibilidade da transmissão da leptospirose, doença transmitida aos seres humanos pela urina de animais portadores de leptospira, principalmente ratos. Higienizar a área após esse tipo de ocorrência pode evitar o adoecimento e óbitos provocados pela enfermidade.

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Em Pernambuco, até o dia 30 de junho, foram notificados 468 casos de leptospirose (123 confirmações), um aumento de 17,29% em relação ao ano anterior (399 notificações). Em relação aos óbitos, já são 14 confirmações, enquanto que em 2017, no mesmo período, foram 13.

No caso de contato com água contaminada, a indicação é lavar bem a área do corpo com água limpa e sabão. O hipoclorito de sódio a 2,5% (água sanitária) mata as leptospiras e deve ser usado para desinfetar reservatórios de água (um litro de água sanitária para cada 1.000 litros de água do reservatório), locais e objetos que entraram em contato com água ou lama contaminada (um copo de água sanitária em um balde de 20 litros de água). Pessoas que trabalham na limpeza de lama, entulho e esgoto devem usar botas e luvas de borracha para evitar o contato da pele com água e lama contaminadas.

Também é importante ficar atento aos sintomas da doença: febre, dor de cabeça, dor muscular (principalmente nas pernas, na área das panturrilhas – batata da perna). Os sintomas podem aparecer até 30 dias após o contato com a água ou lama. Também podem ocorrer vômitos, diarréia e tosse. Nas formas graves, pode aparecer icterícia (pele olhos amarelos), sangramento e alterações urinárias.

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