Blog de Airton Sousa – O que foi 2018 para os Clubes Pernambucanos

                                         bandeira de pernambuco

O ano chegou ao fim, é hora de falarmos um pouco dos principais clubes do nosso estado durante este ano. Afinal de contas é sempre bom fazer uma análise positiva ou negativa das coisas que nos cercam e que trazem à tona aquilo que podemos dizer, é uma razão das pessoas, torcedores ou não.

Vamos começar pelo lado bom, e o lado bom esse ano foi a reabilitação em todos os sentidos que o Náutico sofreu. Clube que vinha de uma administração desastrosa e que ao eleger a atual diretoria criou uma série de expectativa, dentro ou fora de campo. E a verdade é que todos estão surpresos com o que o Náutico fez este ano.

Podemos dizer que o ano que está terminando foi um dos melhores ao longo desses dez anos, uma diretoria que organizou as finanças do clube, teve uma excelente participação nas Copas do Nordeste e Brasil, além do título estadual. O que faltou para completar o ano, foi  voltar para a segunda divisão. De zero a dez, a nota para o ano timbu foi oito.

Em contra partida, o mesmo não podemos dizer com o Santa Cruz, que terminou o ano como começou, desorganizado financeiramente e sem grandes resultados dentro de campo. Uma atuação discreta no estadual, nas Copas do Brasil e Nordeste e no Campeonato Brasileiro, apenas um time de lutadores dentro de campo, com pouca qualidade.

O pior de tudo, foi a desorganização financeira com o atraso de salários, a perda da manutenção para 2019 de importantes jogadores, a exemplo do lateral Vitor entre outros. Sacrificando o grupo de jogadores e funcionários, e agora correndo para refazer um time, sem dinheiro e sem crédito. De zero a dez, a nota para o ano tricolor foi seis.

Se para o Santa Cruz o ano foi da maneira que colocamos, imaginem o que podemos dizer o que foi o Sport em 2018. Nada de conquista, participação apenas discreta no Campeonato Estadual, na Copa do Brasil e a decepção maior: o rebaixamento para a série B, trazendo uma avalanche de prejuízos para a imagem do clube.

Jogadores que chegaram  e no término do Brasileiro nada receberam, outros com três meses de atraso salarial, os funcionários em condições precárias de trabalho e o caixa do clube com zero de saldo. Foi uma gestão desastrosa, e agora é esperar que o clube se recupere diante de tantas dificuldades, para a temporada de 2019. A nota para o Sport é cinco.

Incluindo nesse balanço o Central, com uma diretoria organizada e competente, mesmo diante das limitações financeiras e as questões trabalhistas deixadas de gestões anteriores, podemos dizer que o ano foi positivo para a patativa, principalmente no Campeonato Estadual, conquistando o título de vice-campeão.

A perspectiva para o novo ano é de sucesso, principalmente levando-se em consideração que 2019 será o ano do centenário do clube. Contratação de uma excelente comissão técnica, um grupo de jogadores reminiscentes do ano que está acabando e novos jogadores contratados para a nova temporada, com o Estadual, a Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro. A nota para o Central em 2018, foi oito.

Quanto ao Salgueiro, que sempre teve participações positivas nas competições que participou, o que não ocorreu este ano. Atuações discretas no estadual, copa do nordeste e a decepção da queda para a série D do Brasileiro. Tudo isso, deve-se a mudanças administrativas, falta de apoio político e desunião dos que fazem a cidade. A nota para o carcará é quatro.

 

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